A política desmobilizadora do SEPE em 2015 e as tarefas dos militantes combativos em 2016

Por Oposição de Resistência Classista  – RJ

educanarua

Após o Levante Popular de junho de 2013, o movimento popular em geral, e especificamente o sindical, viveu e vive uma crise entre direção x base, reflexo em parte da oposição que marcou o junho de 2013, a saber, povo x “partido” [1]. Neste sentido, as inúmeras lutas que se sucederam foram marcadas pela disputa entre base e direção: as greves da educação no Rio em 2013 e 2014; a histórica greve dos garis no carnaval de 2014, repetida com menor intensidade no presente ano; a greve dos rodoviários e metroviários em 2014, a primeira em vários estados e a segunda em São Paulo.

[1] O termo partido se encontra entre aspas em função de que nós da ORC/FOB não somos contra partidos políticos, mas sim os eleitoreiros. Em 2013, o grito das ruas “não tem partido” não significou o fascismo, mas sim a negação do sistema político representativo. O não voto nas eleições de 2014, também é outro exemplo desta negação.

Leio texto completo no link Panfleto ORC

 

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