[FOB] Solidariedade aos que lutam! – A luta contra o fascismo é internacional

O Fórum de Oposições pela Base manifesta seu profundo pesar e também toda a sua solidariedade aos ativistas antifascistas e militantes de organizações de trabalhadores que foram feridos e mortos no ataque neonazista na cidade de Charlottesville (EUA)  ocorrido neste dia 12.

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A advogada Haether Heyer de 32 anos foi confirmada como a primeira vitima fatal dessa covarde ação, suas  ultimas palavras em uma rede social antes de ser atropelada propositalmente foram: ” se você não está indignado você não está prestando atenção!”

 

Entre os que estão em estado grave estão militantes da organização Sindicalista Revolucionária IWW (Trabalhadores Industriais do Mundo) que a mais de cem anos se mantem nas fileiras contra as opressões em solo norte-americano. Continuar lendo

[RMC-RJ]DUQUE DE CAXIAS: PROFISSIONAIS DA EDUCAÇÃO COMBATEM O AJUSTE FISCAL!

Profissionais da Educação de Duque de Caxias enfrentam o Ajuste Fiscal do prefeito Washigton Reis com paralisações, ocupação, atos e panfletagens.

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Desde a primeira semana de agosto, os profissionais da educação da cidade de Duque de Caxias, região metropolitana do Rio, lutam contra os atrasos de salários e os projetos de ajuste fiscal do município.

O pacotaço da prefeitura atacam vários direitos adquiridos pelos servidores municipais, como a gratificação para os profissionais que atuam em escolas de difícil acesso. Se prevê ainda a diminuição da taxa de reajuste salarial e o aumento da contribuição previdenciária para ativos e aposentados, repetindo as medidas nos inúmeros ajustes fiscais que estão se dando na esfera nacional e estadual.

Na noite do dia 04 de agosto para barrar a votação do pacotaço, os professores ocuparam a Câmara de Vereadores e lá permaneceram sob constantes ameaças, até serem retirados pela Polícia Militar com bombas e spray de pimenta.

Como continuidade das mobilizações uma nova assembleia, na manhã de segunda feira, dia 07, decidiu por uma paralisação de 48 horas e com diversos atos e panfletagens por todo o município. Uma grande marcha percorreu as ruas do centro da cidade em direção à Câmara de Vereadores e a Secretaria Municipal de Educação.

Na manhã de quarta-feira, dia 09, os servidores se reuniram na porta da Prefeitura de Caxias, em Jardim Primavera, e protestaram novamente contra a autoridade municipal que recebeu uma comissão de professores. Nas falas de cada representante era possível notar o grau de precariedade e abandono da educação de Duque de Caxias com relatos de falta de material, violência escolar e problemas de saúde entre alunos e profissionais.

Na parte da tarde uma nova assembleia determinou paralisação de 72 horas, com assembleia a ser realizada no dia 14 para decidir os rumos do movimento, e os professores ocuparam uma pista da rodovia Washington Luís no final de tarde.

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Segue o calendário de mobilizações deliberado pela assembleia do dia 09 de agosto:

Dia 11 (sexta): Ato pela manhã (9 h) no IPMDC e à tarde (17 h) em Parada Angélica;
Dia 12 (sábado): Panfletagem no Caxias Shoping, às 14h;
Dia 14 (segunda): Conselho de Representantes às 9h e assembleia às 13 horas (centro de Caxias).

 

[RMC – RJ]MANIFESTAÇÃO DE SERVIDORES ESTADUAIS TERMINA EM REPRESSÃO.

Servidores estaduais realizaram um Ato às portas do Palácio Guanabara contra Pezão, os atrasos do pagamento dos salários e as políticas de ajuste fiscal.

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No dia 08 de agosto, as categorias do funcionalismo estadual se reuniram no Largo do Machado, zona sul carioca e marcharam em direção ao Palácio Guanabara em Laranjeiras.

O ato contava com a presença de profissionais da educação, estudantes e servidores da UERJ, funcionários da saúde e pesquisadores bolsistas das instituições de pesquisa do Rio de Janeiro.

Ao chegar às portas do prédio governamental, os manifestantes que reivindicavam a normalização da folha de pagamento, a melhoria das condições de trabalho e contra as medidas de fechamento de turmas e escolas, receberam a informação que não havia nenhum representante do governo para dialogar. Os manifestantes então decidiram iniciar uma vigília.

Cansados de esperar os servidores buscaram romper as grades e entrar no Palácio e foram reprimidos pela Polícia Militar que, em sua rotina sanguinária, começou uma ação desproporcional com bombas e spray de pimenta que pôs fim ao ato.

O Sindicato Estadual dos Profissionais da Educação (SEPE) convocou nova assembleia para a categoria no dia 12 de agosto, sábado, as 14 horas na ABI. Um dos pontos de pauta será a discussão sobre o indicativo de greve. A categoria se mobiliza para barrar as resoluções que buscam o fechamento de turmas e escolas.

[RMC-RJ] ATOS MARCAM A SEMANA DO JULGAMENTO DE RAFAEL BRAGA

Dois atos marcaram a semana do julgamento do Habeas Corpus e a continuidade da luta contra a política de encarceramento da juventude pobre e negra. Justiça fluminense mantém a prisão de Rafael.

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Na noite de 31 de julho, 300 pessoas se reuniram na porta do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro para reivindicar a soltura de Rafael Braga, condenado à pena de 11 anos e vítima da política de encarceramento da juventude pobre e negra.

Diversas foram as falas de vários movimentos sociais denunciando o genocídio que vitima a população pobre e negra no Brasil e que se exemplifica no caso de Rafael Braga, um catador de latinhas pobre e negro.

Rafael é vítima de uma ampla perseguição desde sua primeira prisão em 20 de junho de 2013, quando foi acusado de portar material explosivo durante uma manifestação. Na realidade, Rafael não participava da manifestação e portava um frasco de pinho sol.

Com o Habeas Corpus da primeira acusação, Rafael foi vítima de um flagrante forjado pelos policiais da UPP, Pablo Vinicius Cabral, Victor Hugo Lago, Farley Alves de Figueiredo, Fernando de Souza Pimentel e Luiz Renato Faustino da Silva, sendo conduzido à delegacia sob a acusação de porte de 0,6 gramas de maconha e 9,3 gramas de cocaína.

Através de um processo obscuro que desconsiderou o depoimento de uma testemunha de defesa, Rafael foi condenado à 11 anos e 3 meses de prisão. Desde então, a campanha pela Liberdade por Rafael Braga tem realizado constantes atividades de mobilização política e tentativas judiciais de libertar Rafael.

O Ministério Público, através da figura de Júlio Roberto Costa da Silva, declarou parecer favorável a continuidade da prisão se baseando que é “incabível o argumento de que a prisão é demasiadamente rigorosa”.

Na tarde do dia 01 de agosto, os Juízes Katya Monetary e Antônio Boente votaram contra o Habeas Corpus, entretanto, a sessão foi suspensa pelo presidente da sessão Luiz Zveiter para vista dos autos do processo.

Com a interrupção do julgamento, novo ato foi convocado para as portas do Ministério Público no dia 07 de agosto. Novamente cerca de 500 pessoas marcharam pelas ruas do Rio, em direção à Lapa. Na Avenida Rio Branco, componentes da campanha discursaram para os trabalhadores que voltavam para a casa. Ao passar pelo quartel da polícia militar do Rio de Janeiro, as palavras de ordem “Policia Racista” e “Eu quero o fim da Polícia Militar” foram gritadas.

No dia 8 de agosto, a Justiça, em todo seu caráter racista, manteve a pena de Rafael Braga e desconsiderou o pedido de Habeas Corpus com um placar de 2 votos contra e 1 a favor. Um dia triste que demonstra as reais intenções do Estado Brasileiro que vitima pobres e negros diariamente.

Segundo o advogado de Rafael, Lucas Saad, o próximo passo é recorrer ao Superior Tribunal de Justiça, STJ. Aos apoiadores de Rafael, resta manter a mobilização e divulgar a causa de Rafael Braga, que hoje é o maior exemplo da política de encarceramento do Estado Brasileiro.

Para acesso à integra do pedido de Habeas Corpus de Rafael: http://cdn01.justificando.cartacapital.com.br/wp-content/uploads/2017/07/31134726/HC-Rafael-Braga.pdf

 

[SP] NOTA DE REPÚDIO CONTRA AS 35 SINDICÂNCIAS NA UNESP DE MARÍLIA

Comunicado nº2 da Ação Direta Estudantil (ADE) – Filiada a RECC/FOB

Na noite de ontem (05/07/17), 35 militantes ativos da esfera política do M.E. de Marília, entre estudantes regulares de graduação e pós-graduação, foram notificados, através de um e-mail institucional, sobre uma reunião com a Direção da FFC nesta tarde (06/07/2017). O corpo da mensagem não descriminava o motivo do chamado encontro, ao se fazerem presentes, nossos companheiros foram informados da continuidade de seus processos de sindicância, abertos em 2015 por razão de um piquete realizado pelo M.E. da FFC em apoio às ocupações escolares de 2015 e pelas pautas de Permanência Estudantil.

Tal piquete foi deliberado nas instâncias válidas e reconhecidas do M.E., em Assembleia Geral dos Estudantes no dia 03/12/2015 – anterior ao dia do piquete –, aprovado devidamente pelos estudantes a partir das necessidades de luta pontuadas pelas bases. Agora, quase dois anos após o ocorrido, em um momento de novo acirramento das disputas e conflitos políticos da faculdade, a Direção volta a ameaçar os estudantes com processos de sindicância que podem resultar em sua perda de vínculo com a própria instituição, além da perda de bolsas acadêmicas e de permanência e a suspensão de suas atividades regulares para com a instituição. Esse processo, levado a portas fechadas desde sua abertura, foi uma das principais pautas do movimento de Greve e Ocupação de 2016, que exigia seu cancelamento imediato. Da maneira tão comum ao burocratismo universitário, a Direção da FFC informou não ter conhecimento do andamento desses processos, negando qualquer conhecimento de causa sobre os fatos relacionados a esse. Agora, após a organização estudantil contra a repressão policial no Campus e os atos da Greve Geral dos dias 28/05 e 30/06 – ambos compostos pelo bloco de estudantes da UNESP – a Direção volta a adotar a tática de intimidação direta sobre nossos camaradas.

Manifestação dos estudantes da UNESP em solidariedade aos 35 estudantes perseguidos políticos (13/07/2017)

A criminalização da luta estudantil, dos estudantes organizados e da ação direta através da intimidação, de processos institucionais e assédio moral é um sempre presente na vida dos que se colocam em luta. Mais uma vez, os estudantes combativos da FFC são chamados às barricadas da luta por nossa resistência na universidade. É necessário, nesse momento, compreendermos que tais ações repressivas não são isoladas ou terminadas em si, mas parte de um processo político que atravessa os anos e vem ganhando balanço nas lutas populares. O piquete de apoio às ocupações escolares de 2015 – que se colocavam contrárias à nefasta reorganização escolar do governo PSDB do Estado – e às pautas de permanência, não é uma criação local de uma vanguarda descolada das bases estudantis, a Ação Direta é uma forma de luta histórica do trabalhador contra os ataques burgueses impostos de cima para baixo.

Cabe compreendermos nosso lugar no corpo estudantil da universidade e, para além disso, na sociedade de classes: somos estudantes e membros da classe trabalhadora. Enquanto tanto, somos frequentemente chamados a defender aqueles que se põe ao lado da luta do proletariado. Aqueles que na universidade se põe ao lado das lutas por Permanência – moradia, alimentação, etc. – merecem nosso apoio e solidariedade em todo seu processo de lutas. É chegado o momento dos estudantes da FFC compreenderem que, aos ataques institucionais aos nossos, devemos apresentar respostas contundentes, enérgicas e baseadas na Ação Direta. É preciso organizar os estudantes para combater a repressão institucional e garantir a continuidade da luta estudantil na faculdade. A chamada de atos de protesto, trancaços e piquetes se comprovam, historicamente como formas efetivas da resistência estudantil e trabalhista. Se, em algum momento, é necessário superar o imobilismo e o burocratismo estudantil para garantir a continuidade de nossa luta, a hora é chegada!

A chamada para Assembleia Estudantil, dia 12/07/2017, é parte integrante desse necessário momento de organização dos estudantes. É nesse espaço que podemos nos fazer presentes e pensar, coletivamente, as saídas combativas para os Estudantes. Esse não é o momento de escondermo-nos nas inefetivas esquinas do burocratismo, mas sim de organizar a luta direta e combativa dos nossos pelos nossos. É o momento de paralisar a faculdade, de ocupar seus espaços e de não retroceder, nem mesmo um passo, na defesa de nossos camaradas. Somente a organização estudantil por via da ação direta pode garantir a efetividade e a vitória de nossas lutas. O momento é de ação , cabe a nós tomarmos em nossas mãos as lutas que nos pertencem, sem medo da repressão de nossos inimigos, que só visam nos desarticular e silenciar.

SÃO 30 ANOS SEM DITADURA E A REPRESSÃO AINDA CONTINUA!
NINGUÉM FICA PRA TRÁS, MEXEU COM UM MEXEU COM TODOS!
LUTAR NÃO É CRIME!

ASSINAM ESSA NOTA:
Ação Direta Estudantil – RECC/FOB
Nós Por Nós – Santa Catarina – RECC/FOB
Oposição Classista Combativa e Autônoma – Mato Grosso do Sul – RECC/FOB
Oposição Combativa Classista e Independente ao DCE da UNB – Distrito Federal – RECC/FOB
Oposição Classista Combativa e Autônoma ao DCE da UFG – Goiás – RECC/FO
B
Coletivo Tempo de Luta – Mato Grosso do Sul – RECC/FOB
Coletivo Tempo de Luta – Goiás – RECC/FOB
Coletivo Pedagogia em Luta – Brasília – RECC/FOB
Coletivo Pedagogia em Luta – Goiás – RECC/FOB
Rede Estudantil Classista e Combativa – Rio de Janeiro – RECC
Oposição de Resistência Classista – Distrito Federal – FOB
Oposição de Resistência Classista – Rio de Janeiro – FOB
Aliança Classista Sindical – Rio do Janeiro – FOB
Liga Sindical Operária e Camponesa – LSOC

Liga de Defesa da Educação- LDE

[RECC-DF] Autoritarismo, exploração e higienização social na UnB com a “REItora de esquerda”

por Oposição CCI – Combativa, Classista e Independente ao DCE-UnB (filiada à RECC/FOB)

No 2º semestre letivo de 2016 a UnB passava por eleições para reitoria. Concomitante a isso havia o processo de construção e organização do Congresso de Estudantes dessa mesma universidade, em uma conjuntura política tensa e de extrema necessidade de mobilização nas bases dos cursos. Contudo, quase totalidade dos grupos políticos presentes ditos “de esquerda”, dirigidos, sobretudo por partidos políticos eleitoreiros, entre esses, PT, PCdoB, PSOL, PSB e mesmo o coletivo UJC, vinculado ao PCB, suavam em forte campanha pela eleição da então candidata a reitora, Márcia Abrahão, ou minimamente usavam adesivos e manifestavam apoio por meio de materiais de propaganda. Parecia piada em alguns momentos a intensidade de esperanças desses coletivos políticos nas supostas mudanças positivas que aconteceriam na UnB a partir da vitória eleitoral de Márcia Abrahão.

Insistência histórica no erro e, na busca de heróis e heroínas para salvar estruturas condenadas a desgraça pela própria forma de funcionamento burocrático institucional, agora as/os estudantes que tanto soaram pela Chapa 94 (Abrahão) a criticam ao mesmo tempo em que ocultam a política repressiva, exploradora e higienista da atual reitora. São dezenas de artes nas paredes da UnB, existentes há anos sendo pintadas de cinza através do aval de Márcia. Junto a isso ainda temos baculejos frequentes de policiais militares no campus Darcy Ribeiro, sobretudo em “estudantes fora do padrão”. Demandas referentes à vida e a permanência de estudantes da assistência estudantil nesse espaço também não mudaram de situação e atingem cada vez mais quem mais precisa. As/os estudantes, filhas/os da classe trabalhadora, não deixam de ter dificuldades para ingressarem e se manterem na assistência, vários abandonam ou trancam os cursos.

A política da REItora “Márcia Abrahão”, mas conhecida atualmente como “Marcia Dória”, devido em maior peso às práticas de higienização das paredes do campus, na verdade, segue a mesma linha liberal, meritocrática/capitalista e de perseguição política do antigo REItor Ivan Camargo. Atuando forte no cumprimento das metas neoliberais no ensino superior. E com esse tipo de prática, mais uma vez os principais setores atingidos são as/os estudantes da assistência estudantil e trabalhadoras/es terceirizadas/os. Dessa vez são centenas delas/es prestes a serem demitidas/os de seus trabalhos com a justificativa de corte de gastos dado o “orçamento apertado” da Universidade de Brasília. As prioridades da REItora são para manter a estrutura desigual dentro e fora da instituição. Por “nada coincidência”, a imensa maioria das/os estudantes em situação de vulnerabilidade econômica, juntamente com as/os terceirizadas/os mais precarizadas/os, são pessoas negras e habitantes de regiões periféricas do DF e entorno.

É necessário combater essas ofensivas da reitoria com combatividade e trabalho de conscientização política nas bases dos cursos. Um ato efetivo e unificado de estudantes e terceirizadas/os faz-se a cada dia mais necessário. Assim como um debate sério acerca da real proposta de terceirizações e necessidade de efetivação pública com qualidade dessas/es trabalhadoras/es que a cada nova empresa no comando postergam suas férias.

TERCEIRIZADA É MINHA AMIGA, MEXEU COM ELA EU VOU PRA BRIGA!

[GO] FORMAÇÃO SOBRE O SINDICALISMO REVOLUCIONÁRIO

O Coletivo Pedagogia em Luta – UFG e o Coletivo Tempo de Luta – História UFG que compõem a OCCA / UFG Oposição Classista Combativa e Autonôma fizeram nesta última semana uma formação histórica sobre o Sindicalismo Revolucionário, desde a Associação Internacional dos Trabalhadores até a Confederação Operária Brasileira na Primeira República.

A formação teve caráter mais restrito, contando com a presença de um companheiro do DF e um secundarista. O objetivo da formação é elucidar e aperfeiçoar a teoria e a prática das formas de luta mais avançadas que surgiram no seio do proletariado, de resistência e solidariedade de classe, extremamente necessários no contexto atual de Ajustes Fiscais e ataques deliberados à classe trabalhadora, em especial a fração do proletariado marginal, que são os que mais necessitam de formas eficientes e combativas de organização.

Desta forma, o Movimento Estudantil dos filhos e filhas da classe trabalhadora deve agir de forma conjunta com o movimento classista e combativo sindical e popular, na busca por vitórias contra o Estado e os capitalistas pela construção de uma nova sociedade. Como a ação deve orientar a teoria e a teoria aperfeiçoar a ação, é fundamental o estudo e a formulação prática do Sindicalismo Revolucionário.

LUTAR PARA ESTUDAR, ESTUDAR PARA LUTAR!
AVANTE O SINDICALISMO REVOLUCIONÁRIO!