[CCL-DF] Comunicado nº 6

por pró-Comitê de Cultura e Luta (CCL) Planaltina-DF

ccl_newComunicado nº 06 – Junho/Julho de 2016
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3 Anos sem Módulo Esportivo em Planaltina

As obras do Módulo Esportivo de Planaltina – DF, seguem  HÁ MAIS DE 3 ANOS EM ATRASO. A promessa da reforma em 2013 na atual gestão do Sr. Nilvan Pereira, que foi indicado pelo deputado distrital do PT, Claudio Abrantes, não trouxe resultados, como atraiu mais problemas de ESPAÇOS CULTURAIS ABANDONADOS NA CIDADE.

Ao Procurar a Administração de Planaltina para questionar o atraso e abandono das obras, recebemos a velha desculpa de falta de verbas, e a crise financeira e política que enfrenta o país. A AdM, informa que as obras “seguem paradas por falta de repasse de verbas do GDF”. Ouvimos também a velha ladainha de que a atual gestão de Rolemberg adota medidas de contenção de gastos, alegando que a gestão passada causou rombos aos cofres públicos.

A Forma como  AdM trata a situação é de descaso! Acontece que este descaso já se acumula não só em Planaltina como em todas as cidades do DF e Entorno. São diversos os problemas, fora esse abandono de espaços culturais importantes para a cidade, como é o caso do módulo de planaltina que já foi palco de ações culturais e shows importante em planaltina, como Cirurgia Moral em 1999, no qual mais de 5mil pessoas lotaram as arquibancadas.

Mas se o povo ouve desculpas há mais de três anos até sobre um módulo esportivo, as grandes elites preparam em nosso quintal o maior evento esportivo do mundo! Em alguns anos os investimentos nas Olimpíadas já superam a cifra de 38 bilhões de reais.

Agora tentam vender a ideia de que o Brasil é o país do esporte. Nós sabemos que na nossa cultura ele não se desenvolveu graças a incentivos do Estado, mas vieram das favelas as estrelas do futebol. Veio da resistência negra a capoeira. Veio também o Jiu-Jitsu, que se espalhou pelo mundo.

A revolta é tanta que vemos em várias cidades do país, por parte de alguns populares, tentativas de apagar a tocha Olímpica, como forma de protesto contra esta desigualdade que vivemos atualmente.

Achamos uma hipocrisia o Governo se apropriar dos melhores atletas do povo para exaltar um sentimento nacionalista, quando vemos aqui ao nosso lado o descaso com o esporte para o povo.

* * * * *

Ambulante Também é Trabalhador!

No Comunicado 04 do CCL, trouxemos aqui um texto breve explicando sobre a situação e a luta das trabalhadoras/os ambulantes do Distrito Federal.

Pois bem, fizemos questão de trazer novamente a situação em pauta, como acreditamos que retornaremos a falar sobre diversas vezes ainda em nossos materiais.

Segundo dados da CODPLAN, o numero de trabalhadores informais (ambulantes) aumentou 35% de 2014 ate o segundo semestre de 2015. Segundo a secretaria da fazenda do GDF, o motivo do aumento esta nos autos índices de desemprego e novos desempregados, nos últimos 14 meses.

Porem se o governo afirma o aumento de trabalhadores ambulantes, ele não afirma a perseguição e o mal que estar causando a milhares destes trabalhadores todos os dias nas ruas do DF.

Agora com base nos dados da secretaria de ordem pública, em 2015 contabilizaram – se mais de 2 mil apreensões de mercadorias “contrabandeadas”  no DF. Quando um ambulante tem sua mercadoria presa, torna-se caríssimo para recuperá-la, e lá se vai o sustento de cada dia daquela pessoa e muitas vezes da família do trabalhador. No primeiro semestre de 2016 já temos 1,5 mil apreensões, significa que o governo de Rolemberg vai botar ainda mais quente pra cima dos trabalhadores, subempregados e marginalizados.

Aqui mesmo em Planaltina os trabalhadores do comércio informal foram retirados da área de comércio próximo a rodoviária no mês passado (junho). As Olimpíadas são exatamente a justificativa que o governo precisava para fazer uma “higienização” na cidade e dar carta branca para a AGEFIS retirar todos os trabalhadores do local.

Mas qual a saída para tanta perseguição e injustiça social a esses trabalhadores? Acreditamos que o segredo está na capacidade de auto-organização. Com a auto-organização vem a consciência de classe, o que vai nos tornar cada dia mais cientes do lugar que ocupamos e aonde queremos chegar.

É necessário para já a consolidação de uma organização dos trabalhadores ambulantes, onde eles mesmos, sem ligações com partidos e governantes mentirosos, possam reivindicar através da ação direta, a independência por melhores condições de vida e de trabalho. Convidamos todos os trabalhadores ambulantes de Planaltina, DF e Entorno a estarem entrando em contato com o CCL, para juntos fomentarmos ainda mais a discussão.

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[FOB] Contra a falsa polarização, é fundamental se concentrar nas pautas populares e fortalecer as organizações de base

Comunicado Nacional nº4

Documento em PDF

A conjuntura política brasileira atual impõe às organizações combativas a urgente necessidade de se construírem saídas alternativas às que estão sendo propostas pelos setores das esquerdas oficiais e eleitoreiras. Diante da polarização partidária, que é falsa no que diz respeito à vida da classe trabalhadora, principalmente a mais precarizada, a maior parte da esquerda opta por defender um governo que só fez avançar na precarização das condições dos trabalhadores, na demissão em massa em benefício do lucro dos patrões, na expulsão e no confinamento de camponeses e indígenas de suas terras, no genocídio da juventude negra, na criminalização das lutas populares, na manutenção do pagamento da dívida pública que só beneficia grandes empresários, latifundiários, investidores de capital especulativo e banqueiros, na militarização das favelas, no incremento do Estado policial e por aí vai.

Para garantir a manutenção de privilégios em meio à nova crise do capitalismo mundial, iniciada em 2008, o governo vem implementando reformas alardeadas meramente como “enxugamento do Estado”, mas que na verdade implicam um aprofundamento da exploração e do roubo de trabalhadoras e trabalhadores, atacando nossos direitos mais básicos! Implica, como sempre, que a conta da crise está sendo enviada única e exclusivamente para ser paga pela classe trabalhadora. A Agenda Brasil, pacote de reformas proposto no ano passado (2015), mas já em curso, é um novo conjunto de medidas para cumprir um ajuste fiscal pré-estabelecido pela grande burguesia nacional e aplicado por seu gerente atual, o Partido dos Trabalhadores, como estratégia para atrair investimentos privados para o país. Desobriga ainda mais o governo a investir nas áreas sociais, prevê o aumento para idade mínima de aposentadoria, a privatização e a cobrança de procedimentos hospitalares na saúde pública, a regulamentação da terceirização no serviço público, além da regulamentação da exploração de áreas indígenas por empresas privadas (o que, na prática, significa o fim da demarcação territorial). Os efeitos do ajuste fiscal já são notórios: quando escolas e hospitais públicos não são sumariamente fechados, são mantidos às mínguas; desemprego em massa; acirramento dos conflitos por terra, com execuções de lideranças do campo; remoções urbanas para a realização de grandes eventos que servem principalmente de vitrine eleitoral e política; piora drástica das condições de vida com o aumento de preços, somada à recente proposta de diminuição do salário mínimo; por fim, perseguição e criminalização das lutas populares. Em suma, a generalização da violência e a ampliação do Estado policial é a principal estratégia para implementar as reformas neoliberais, sufocando os focos de resistência.

asAs inúmeras eclosões de insatisfação popular que vêm ocorrendo no país, sobretudo as que se iniciaram em 2013, são um contundente sinal de que o PT vem perdendo definitivamente o posto de mediador/controlador padrão da conciliação de classes no Brasil. Diante do acirramento de conflitos, caminha-se para uma solução distracionista perfeita: uma disputa e transição partidárias que opõem sujos e mal lavados. Essa falsa polarização tem, no entanto, dragado as energias políticas das massas para as únicas e vazias respostas apresentadas pelo parlamentarismo burguês – impeachment, renúncia, prisões, plebiscito, assembleia constituinte, “reforma política” etc.

A esquerda oficial (PSOL, PSTU, PCO, PCB), por sua vez, recai nos velhos vícios e reproduz o mesmo senso comum que supõe combater, ao resumir o atual conflito entre fascistas e democratas, além de se autoproclamar defensora do Estado democrático de direito, como se esta democracia fosse para todos. Para grande parte da população, o que está valendo é um regime ditatorial mesmo (basta lembrarmos da militarização das favelas). Não adianta fazer “voto crítico” e permanecer na defesa de uma estrutura que deve ser combatida na sua essência. Também não se trata de negar a existência de setores de direita e extrema-direita dentre trabalhadores e trabalhadoras – sobretudo dentre a pequena-burguesia falida –, mas consideramos convenientemente míope classificar automaticamente o setor das pautas imediatistas, dos “contra PT/bandeira vermelha”, como um bloco econômica e ideologicamente coeso: “a direita adormecida prestes a acordar e tomar o poder”. Apesar de uma parte desse setor apontar para medidas difusas e autoritárias, outra parte reivindica a ampliação e melhoria de direitos sociais básicos – saúde, educação e transporte. E, convenhamos, o golpe da direita já foi dado pelo próprio PT, que acaba de sancionar uma lei que visa cercear, impedir e criminalizar ações de resistências populares – a chamada lei antiterrorismo!

Guiada por um preconceito elitista e um extremo receio das forças insurgentes populares, as quais anseia controlar, a esquerda reformista recua a cada levante que não lidera, tampouco apresenta caminhos organizativos de enfrentamento incisivos, colaborando, assim, com a manutenção de um sistema político-econômico responsável pelas muitas formas de opressão e violência cotidianas. Dizem que temos que nos unir contra o “avanço da direita”, mas não veem que para a imensa maioria dos trabalhadores a direita nunca parou de avançar, retirando direitos quando não resistimos com greves, passeatas, ocupações de prédios públicos etc.

É urgente romper com esses simplismos e construir formas de enfrentar o conjunto de ataques que a cada dia ceifam mais direitos da classe trabalhadora.

Temos convicção de que só as organizações de base – comitês, conselhos, coletivos, associações – de companheiros de trabalho, de escolas e universidades e, nos locais que moramos, de vizinhos que compartilham os mesmos problemas que nós, são espaços onde nossa voz pode ser ouvida e as mudanças que queremos podem ser debatidas e levadas a sério. E só a união dessas organizações de base poderá realizar a força e o poder do povo, através da ação direta, manifestando-se em greves, grandes passeatas e tudo mais que for necessário para fazer governos e patrões se curvarem à vontade da maioria. Para construirmos essas organizações, é preciso que os trabalhadores e trabalhadoras que já avançaram nas reflexões e já compreendem essa necessidade se unam, discutam, decidam e ajam para efetivá-las. Levando as experiências que já têm nas suas bases e aprendendo com as experiências alheias, podemos fortalecer a luta de todas e todos.

Defendemos a continuidade, ampliação, intensificação e aprofundamento das pautas que já vêm norteando nosso trabalho de base e nossa resistência, sem que entremos no jogo binário e ilusório que se montou em nível institucional, em que ambas as posições não são benéficas para a classe trabalhadora, principalmente para aquelas frações mais precarizadas.

Tais pautas seriam a tarifa zero, a desmilitarização das favelas, extinção da força nacional, terra e liberdade, contra o genocídio da juventude negra, a auditoria da dívida pública e sua moratória, a defesa da educação, saúde e cultura públicas, defesa da ocupação de prédios para moradia popular, contra a lei antiterrorismo, entre outras. E, de forma prática, para o debate e a ampliação da luta por tais pautas, defendemos a criação de conselhos populares e a construção de uma greve geral, com ocupação dos espaços, como vêm sendo feito nas escolas pelos estudantes secundaristas e pelos trabalhadores da empresa Mabe.

Construir o Sindicalismo Revolucionário!

Construir os Conselhos Populares e a Greve Geral contra o Ajuste Fiscal e o Estado de Exceção!

 

[CCL-DF] Comunicado Nº 3 – Janeiro/Fevereiro de 2016

por Pró-Comitê de Cultura e Luta de Planaltina (DF)

cabecalho_cclComunicado Nº 3 – Janeiro/Fevereiro de 2016

O email do pró-CCL Planaltina/DF mudou para: comitedeculturaeluta@yahoo.com.br

Acesse também nossa funpage: https://www.facebook.com/comitedeculturaeluta/


Matérias especiais deste boletim:

  • NÚMERO DE USUÁRIOS DO RESTAURANTE COMUNITÁRIO DIMINUI PELA METADE;

  • PERSEGUIÇÃO AOS TRABALHADORES AMBULANTES DO DF AUMENTA A CADA DIA;

  • CENA HIP HOP DE PLANALTINA/DF VOLTA A MARCAR PRESENÇA!

Leia em pdf AQUI

 

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[CCL-DF] SARAU DA RESISTÊNCIA NEGRA, PLANALTINA RESISTE!

Por Pró-CCL – Planaltina/DF

Pintura de protesto nas imediações do Skate Park de Planaltina

Pintura de protesto nas imediações do Skate Park de Planaltina

No último dia 21 de novembro foi realizado em Planaltina – DF, o Sarau da Resistência Negra. O Evento teve todas as características de auto-organização da periferia, contamos com uma batalha de Minas e MCs, GAME de SKATE, e apresentações de bandas, grupos locais e de outras regiões do DF, além de venda de comida para autofinanciamento e propaganda de boletins/panfletos/jornais do movimento independente. (confira abaixo fotos)

A importância da realização de eventos culturais com um caráter reivindicativo se torna cada vez mais importante em todas as quebradas.  Junto com a manifestação cultural deve vir a reivindicação por melhorias em nossos bairros, melhorias nas condições de vida, transporte, saúde, saneamento básico, acesso a cidade e a cultura, mais valorização da cultura periférica e  etc.

Planaltina–DF enfrenta diversos problemas cotidianos. Temos o eterno problema no HRP (Hospital Regional de Planaltina) com as péssimas condições de atendimento, falta de medicamentos, falta de leitos e de médicos tendo como consequência, as horas e horas de espera por um atendimento  que é um direito mínimo ao morador da comunidade.

Outro problema é com a falta de espaços para práticas de lazer e manifestações culturais. O exemplo é a reforma do Modulo Esportivo de Planaltina, que já se arrasta por mais de 4 anos e segue parada no momento, assim a juventude, moradores não usufruem dos espações existentes.

Bandeiras do Comité de Cultura e Luta (CCL) e da Rede Estudantil Classista e Combativa (RECC)

Bandeiras do Comité de Cultura e Luta (CCL) e da Rede Estudantil Classista e Combativa (RECC)

Por isso é extremamente importante ações e iniciativas como a do dia 21 de novembro – Dia da Consciência Negra. Pois tanto mostra que a periferia pode tocar suas manifestações independentes de qualquer órgão ligado ao governo, parlamento e instituições, quanto  realizar eventos autônomos na quebrada é sinal de que a periferia está  ai, mais viva do que nunca.

Mesmo sofrendo tantos ataques somos capazes de mostrar que não estamos contentes com tudo que vem acontecendo e com a situação de nossa cidade/bairro. É preciso a médio e a longo prazo construir cada vez mais espaços autônomos em nossa quebradas, como assembleias comunitárias que possa ter um poder deliberativo sobre as reivindicações de nossos bairros.

TODO PODER A RESISTÊNCIA NEGRA E PERIFÉRICA!

VIVA A AUTO-ORGANIZAÇÃO DA PERIFERIA!

DISSEMINAR UMA CULTURA DE LUTA E RESISTÊNCIA!


Veja fotos abaixo: Continuar lendo

[CCL-DF] Comunicado nº02 – set/out/nov de 2015

por pró-Comitê de Cultura e Luta – Planatina/DF

cabecalho_cclComunicado Nº 2 – setembro/outubro/novembro de 2015

Leia versão completa em pdf aqui

Leia nesta edição:

  • O PACOTE ANTI-POVO DO GDF
  • GREVES EXPLODEM EM DIVERSAS CATEGORIAS NO DF: É NECESSÁRIO ROMPER COM A BUROCRACIA SINDICAL E OCUPAR AS RUAS…
  • O GENOCÍDIO DO POVO NEGRO PERIFÉRICO PROSSEGUE, RESISTIR CONTRA O CRIME ORGANIZADO E CONTRA O EXTERMÍNIO PRATICADO PELA PM, AMBOS SERVEM À BURGUESIA.
  • PERSEGUIÇÃO A ARTISTAS E ESPAÇOS CULTURAIS DO DF
  • CONHEÇA O CCL, COMITÊ DE CULTURA E LUTA…

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[FOB-DF] FOB chama reunião ampliada para discutir e organizar intervenção nas lutas e greve de Brasília

por Fórum de Oposições pela Base, seção DF

?????????????????????Dezenas de greves estão ocorrendo no serviço público em Brasília. Em seu foco, está o não pagamento dos acordos de reajuste salarial ocorridos em 2013. O governo Rollemberg (PSB) alega falta de verba e promete não pagar. Mas a falta de verba também justifica todo ajuste fiscal, e por isso as greves devem indiretamente combater este ajuste que afeta não só servidores públicos como trabalhadores, mas toda população, pela precarização dos serviços públicos e aumentos de tarifas e impostos ao povo. Muitas lutas estão pipocando na cidade, dos secundaristas contra a retirada de isenção do PAS, dos estudantes e população contra aumento de tarifa nos transportes e restaurantes comunitários etc. Entretanto, todas as lutas não encontra-se e tem dificuldade de dialogar entre si. Entendemos que um ajuste que afeta todo o povo só pode ser combatido pela união de todo povo. Todo sindicato ou movimento que pretenda isolar sua luta dá um tiro no pé.

É por este motivo que a Rede Estudantil Classista e Combativa (RECC), a Oposição de Resistência Classista (ORC), Comitê de Cultura e Luta (CCL) e a Rede de Mídia Classista (RMC) convidam todo  simpatizante, apoiador e trabalhador e estudante combativo para uma reunião ampliada. A intenção é discutir os desafios da nossa intervenção coordenada nas várias lutas e avançar nas organizações de base.

Compareça à reunião!

Dia 7 de novembro (sábado), às 14h. Pedimos aos interessados/as que enviem email para: oposicaocci@riseup.net ou falem pessoalmente como os militantes do FOB para confirmar o local de reunião.

Todos e todas para às barricadas!

O tempo é de crise? A hora é de luta!