[RJ] Chamado a Greve Geral 14J e convocação para a construção do bloco autônomo no RJ

Querem nos matar de trabalho ou desemprego. Sem educação, sem saúde, nos querem mais escravos do que já somos. Não podemos pagar com as nossas vidas enquanto os ricos e poderosos continuam com seus privilégios. Não vamos trabalhar até morrer e para isso, nós, trabalhadores do campo e da cidade, secundaristas, universitários, LGBTs, povo preto, mulheres estaremos juntos em todos os cantos desse país lutando … Continuar lendo [RJ] Chamado a Greve Geral 14J e convocação para a construção do bloco autônomo no RJ

O GOVERNO BOLSONARO E O ATAQUE AO MEIO AMBIENTE

[SVR-RJ] Desde o início do atual Governo, há somente seis meses, são registrados inúmeros ataques e retrocessos na área socioambiental. Isso não surpreende de fato, tendo em vista o discurso e as propostas de Bolsonaro ao longo de sua campanha política, incluindo a intenção de extinguir o Ministério do Meio Ambiente – MMA e consequentemente atacar as trabalhadoras e trabalhadores do setor que vem resistido … Continuar lendo O GOVERNO BOLSONARO E O ATAQUE AO MEIO AMBIENTE

[RMC] Ação da PM Levou Terror e Morte Para Frente de Escola No Morro do Preventório Em Niterói – RJ

“A Chapa esquentou, infelizmente não deu pra correr, só que o moleque não tinha nada ver, e na favela geral se revoltou o atingido era um morador, olha seu doutor o povo humilde tá sofrendo a sequela ninguém tem culpa de morar na favela e a cada dia a situação se complica, na invasão dos morros inocentes perdendo a vida.” (Mc Gil do Andaraí)   … Continuar lendo [RMC] Ação da PM Levou Terror e Morte Para Frente de Escola No Morro do Preventório Em Niterói – RJ

[SVR-RJ] 15M no Rio de Janerio

No último dia 15 de Maio, o chamado 15M, mais de dois milhões de estudantes e trabalhadoras e trabalhadores da educação em mais de 200 cidades saíram as ruas contra o corte no orçamento federal da educação e contra a Reforma da Previdência. As manifestações forma inicialmente pensadas contra a Reforma da Previdência. Esta afetará em muito as professoras. Os protestos ganharam maiores dimensões com … Continuar lendo [SVR-RJ] 15M no Rio de Janerio

[Comerciários em Ação/SVR-RJ] Novas publicações do Boletim Chega de Escravidão

O Coletivo Comerciários em Ação lança os novos números do seu Boletim Chega de Escravidão. Para facilitar a identificação dos seus meios de comunicação, o nome “Diário Classista” foi substituído por “Boletim Chega de Escravidão”, assim a página do facebook, o jornal do Sindicato de Vário Ramos e o boletim dos comerciários ficam na a mesma identificação. Também lança uma edição especial do boletim para … Continuar lendo [Comerciários em Ação/SVR-RJ] Novas publicações do Boletim Chega de Escravidão

[SVR-RJ] A organização e as mobilizações do SVR-RJ

O Sindicato de Vários Ramos do Rio de Janeiro (SVR-RJ), fundado em dezembro de 2018, é uma das iniciativas da Federação das Organizações Sindicalistas Revolucionárias do Brasil (FOB) para a luta e a organização da classe trabalhadora no nosso país. Procurando seguir os passos das organizações que em maio de 2018 fundaram a Confederação Internacional do Trabalho (CIT), a FOB e suas organizações filiadas estão … Continuar lendo [SVR-RJ] A organização e as mobilizações do SVR-RJ

[SVR-RJ] Publicação do primeiro número do Jornal Chega de Escravidão

O Sindicato de Vários Ramos do Rio de Janeiro (SVR-RJ), filiado à FOB, publica o primeiro número do Jornal Chega de Escravidão. Leia aqui a primeira edição do Jornal Chega de Escravidão Primeira edição, abril de 2019: Governo Bolsonaro propõe destruir a previdência social – página 1. A luta dos comerciários e comerciárias: pagamento de 100% nas jornadas de trabalho aos domingos e feriados – … Continuar lendo [SVR-RJ] Publicação do primeiro número do Jornal Chega de Escravidão

[SVR-RJ] BASTA DE VIOLÊNCIA CONTRA AS MULHERES. LUTAREMOS ATÉ O FIM PELOS NOSSOS DIREITOS!

Por Sindicato de Vários Ramos – Rio de Janeiro

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O 8 de março é nosso dia de luta. De afirmar as lutas que todas as mulheres no seu cotidiano. De gritar bem alto: suportaremos mais nenhuma violência, opressão e exploração. Nem todos conhecem a história do 8 de março, dia internacional das mulheres. Esta data faz referência à revolta das mulheres operárias na Rússia de 1917. Elas fizeram uma greve massiva contra o governo de Kerensky que oprimia o povo trabalhador. 90 mil trabalhadoras têxteis de Petrogrado foram para a rua com faixas pedindo ‘Pão para os nossos filhos’ e ‘Retorno dos nossos Maridos das Trincheiras’, trincheiras da I Guerra Mundial, deflagrada por homens engravatados em salas chiques, mas combatida por homens e mulheres do povo.

Também temos um longo histórico de lutas e resistências no Brasil. Desde Dandara de
Palmares, mulher negra guerreira que junto com outras mulheres lutaram contra a
escravidão e contra o racismo, nós sempre tivemos presença nas lutas contra a exploração, nas greves operárias, até os dias de hoje. A força e a coragem destas mulheres não foram em vão.

Nós, mulheres trabalhadoras, sabemos bem o que enfrentamos todos os dias: Estamos sujeitas a condições ruins de trabalho e salários mais baixos. Vejam, nós mulheres recebemos salários, que em média, são inferiores comparados aos salários médios dos homens. Nós ocupamos os postos de trabalho mais desvalorizados. A nossa jornada de trabalho é maior do que a média de trabalho doshomens. Isso não é justo!!! Temos uma tripla jornada de trabalho. Saímos para trabalhar e ganhamos pouco. Ainda somos cobradas para “dar conta” sozinhas dos cuidados com a casa, os filhos e os familiares mais velhos. Geramos e cuidamos dos futuros e futuras trabalhadoras, mas isso não é considerado trabalho! Quem lucra mais com isso? Os empresários. Eles ganham duplamente, em cima do nosso trabalho direto e do nosso trabalho doméstico, se aproveitam dessa nossa condição para exercer sobre nós uma exploração ainda maior.

Seremos as mais atingidas com a retirada de Direitos Trabalhistas. O governo Bolsonaro
quer aumentar o nosso tempo de contribuição e de trabalho para aposentaria sob o
argumento de que temos “privilégios”! As mulheres em geral vão trabalhar mais 7 anos (dois anos a mais para atingir a nova idade mínima, 62 anos, e cinco anos a mais detempo mínimo de contribuição, 20 anos) antes de conseguir esse direito. As trabalhadoras do campo mais 5 anos. Enquanto, as professoras mais 10 anos. Isso é injusto! Já ganhamos menos e trabalhamos fora em condições piores.

Tudo que envolve o trabalho doméstico ainda é assumido em sua imensa maioria pelas mulheres. Com a reforma esse cenário se torna ainda pior. Não somos e nunca somos privilegiadas. Precisamos barrar a reforma da previdência. Nós seremos as mais atingidas. São nossos direitos conquistados com muita luta e devemos defendê-los!

PELO FIM DA VIOLÊNCIA CONTRA AS MULHERES! EXIGIMOS JUSTIÇA!!
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