FOB-DF | Comitês locais do SIGA organizam ações contra a militarização das escolas em Planaltina, Ceilândia, Gama, Brazlândia e Plano

Os dias nacionais de ação contra a militarização das escolas, 25 e 26 de outubro, convocados pela FOB, tiveram diversas atividades realizadas pelos comitês locais do Sindicato Geral Autônomo do Distrito Federal e Entorno (SIGA-DF). Foram realizadas distribuição de milhares de panfletos, colagem de cartazes e adesivos e conversas com trabalhadoras/es e estudantes. Em todos os locais a luta contra a militarização das escolas foi recebida com grande apoio e entusiasmo, principalmente por parte dos estudantes. Continuar lendo FOB-DF | Comitês locais do SIGA organizam ações contra a militarização das escolas em Planaltina, Ceilândia, Gama, Brazlândia e Plano

CAMPANHA NACIONAL CONTRA A MILITARIZAÇÃO DAS ESCOLAS

Convocamos as comunidades escolares, movimentos estudantis, coletivos, sindicatos e demais lutadores e lutadoras do povo de todo o país a construir ações nos próximos dias 25 e 26 de outubro contra os autoritários e elitistas programas de militarização das escolas públicas brasileiras.

Junte-se a campanha contra a militarização das escolas! Organize ações de panfletagens, colagem de cartazes, debates e outras ações em instituições de ensino e locais de grande concentração popular. Vamos construir uma escola democrática, popular e crítica! Continuar lendo CAMPANHA NACIONAL CONTRA A MILITARIZAÇÃO DAS ESCOLAS

FOB-DF | SIGA CONSTRÓI BLOCO AUTÔNOMO NA GREVE NACIONAL DA EDUCAÇÃO

No dia 13 de agosto, o Sindicato Geral Autônomo (SIGA) construiu um Bloco Autônomo de trabalhadoras/es e estudantes para intervir na Greve Nacional da Educação. Construímos a greve nas nossas escolas (públicas e particulares) e cursos superiores, dialogamos com o povo contra a Reforma da Previdência e os demais ataques aos direitos do povo (especialmente no dia 12 de agosto, dia nacional de ações puxado pela FOB). Continuar lendo FOB-DF | SIGA CONSTRÓI BLOCO AUTÔNOMO NA GREVE NACIONAL DA EDUCAÇÃO

[SIGA-DF] QUEM LUTA, EDUCA! Trabalhador(a) da Educação: filie-se ao Sindicato Geral Autônomo!

Da alimentação ao administrativo, da limpeza à sala de aula: numa escola, somos todos trabalhadoras e trabalhadoras da educação. Terceirizadas(os), pessoal da carreira assistência, orientadoras(es) e professoras(es), cada um em sua função, porém estamos todos em um mesmo ambiente de trabalho realizando atividades complementares para que a educação aconteça, seja ela básica ou superior, pública ou privada. Continuar lendo [SIGA-DF] QUEM LUTA, EDUCA! Trabalhador(a) da Educação: filie-se ao Sindicato Geral Autônomo!

[FOB-CE] CONSTRUIR UM BLOCO AUTÔNOMO NO 30M

O sindicalismo oficial e as demais forças social-democratas tentam hegemonizar as lutas contra o governo Bolsonaro/PSL, não para derruba-lo, mas para fazê-lo sangrar até as proximas eleições, pois jogam toda sua força para a construção de uma “alternativa eleitoral”. Os setores autônomos do movimento de massa permanecem isolados e apesar de grandes, a desorganização destes impõe a pouca “expressão” no combate ao governo. É preciso … Continuar lendo [FOB-CE] CONSTRUIR UM BLOCO AUTÔNOMO NO 30M

[FOB-DF] Frente as eleições do Sinpro, uma outra campanha: a saída é pela base!

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Núcleo de Trabalhadoras/es da Educação do Sindicato Geral Autônomo – SIGA, filiado à FOB.

No final do mês de maio ocorrerão as eleições para o Sinpro-DF. Nós do SIGA/FOB não comporemos nenhuma chapa, apesar de não sermos contra a participação em eleições ou outras instâncias do movimento sindical, estudantil e/ou popular. Neste comunicado visamos trazer nossa análise acerca do processo eleitoral, da estrutura do Sinpro e das chapas inscritas, bem como trazer nossa proposta organizativa para o Sindicato dos Professores do DF.

As eleições no Sinpro são um mecanismo antidemocrático para a reeleição eterna dos burocratas

Por mais que seus diretores digam o contrário, o Sinpro é uma estrutura antidemocrática que tem como função colocar as lutas dos professores e orientadores sob a tutela do Estado burguês, tendo os burocratas sindicais como intermediários. As eleições são parte desta estrutura. Vejamos alguns motivos:

O processo eleitoral é obscuro. Para se informar sobre a eleição, tem que ir a fundo e buscar as informações, pois elas não estão de fácil acesso no site, tampouco no facebook do sindicato. O que aparenta é que nem estamos passando por um processo eleitoral! Isso impede a criação de um amplo debate sobre as propostas das chapas e torna a eleição despolitizada, acrítica e personalista.

Não existe previsão de debates entre as chapas, o que é um absurdo. O único debate que ocorreu nas eleições de 2016 foi organizado de forma autônoma pelo Comitê de Mobilização do Gama. Nessas eleições a base de Ceilândia/Taguatinga pressionou e a Comissão Eleitoral resolveu fazer um debate virtual. Mas isso ainda é insuficiente. Como é que as/os sindicalizadas/os vão escolher uma diretoria sem poder conhecer a fundo as propostas, nem poder questioná-las?

Uso da máquina pela chapa da reeleição. Durante o período eleitoral, a estrutura do Sinpro (sede, carros, telefones, jornal, fundos, etc.) continua sob o controle da diretoria, ou melhor, da “chapa da situação”. Dentre os diretores, aqueles que são liberados do trabalho continuam liberados.

Repentinamente voltam as passagens em escolas, a confecção de jornais e informativos (supostamente “neutros”, mas na verdade fazendo retrospectivas positivas e ufanistas da última direção sindical). Logo antes de se iniciar o processo, a direção do sindicato realizou assembleias regionais, festa no dia trabalhador e o “Sinpro nas praças”. Estes momentos são uma pré-campanha disfarçada, paga com o dinheiro de toda a categoria.

Esses fatos são um escândalo para aquelas/es que defendem um sindicalismo democrático. Existem diversos sindicatos nos quais a comissão eleitoral é que fica responsável pela estrutura do sindicato durante o período eleitoral e a chapa da reeleição fica afastada da diretoria. Continuar lendo “[FOB-DF] Frente as eleições do Sinpro, uma outra campanha: a saída é pela base!”

[FOB-DF] Curso de formação sobre história do sindicalismo revolucionário

“Visão sem ação é sonho, ação sem visão é pesadelo.” (Provérbio Chinês) A FOB-DF realizou com sucesso nesse mês de novembro o curso de formação sobre história do sindicalismo revolucionário. O curso foi dividido em duas partes, em cada uma delas teve Cadernos de Formação com textos relativos aos temas, e contou com a excelente apresentação de companheiras e companheiros previamente escolhidos. O 1º Bloco … Continuar lendo [FOB-DF] Curso de formação sobre história do sindicalismo revolucionário

[ORC-DF] 11º CTE: Um congresso sem objetivo, marcado pelo pensamento único!

Banca de materiais da ORC durante o congresso divulgou cartilhas, jornais e campanhas, tais como as campanhas “Não Vote, Lute!” e “pela liberdade dos presos políticos”.

            Oposição de Resistência Classista (ORC – seção DF), filiada à FOB.

Agosto de 2018.

Entre os dias 16 a 18 de agosto de 2018 ocorreu na sede da CNTC o 11º Congresso de Trabalhadores (as) em Educação. Nós da ORC escrevemos uma tese em colaboração com outros companheiros da educação pública e privada e atuamos com delegados eleitos. Várias de nossas análises estão contidas em nossa tese ampliada intitulada “Autonomia e Ação Direta Sindical” que está disponível em nossa página do Facebook e site. (para baixar a tese CLIQUE AQUI)

                Neste documento temos como objetivo analisar o Congresso dando uma resposta à base que nos elegeu bem como para trazer nossa reflexão para o conjunto dos professores que não puderam participar do congresso e/ou não se sentem representados pela forma de condução do movimento.

Antecedentes

                Para pontuarmos de forma mais consistente é fundamental que a gente se remeta a forma de condução na preparação do congresso. Em princípio, foi definida a forma de participação do congresso através da eleição de delegados por escola. A primeira questão que precisa ser pontuada é que o critério estabelecido de eleição e quantitativo de delegados por escola não é respeitado pela diretoria. Traduzindo: se você é um professor próximo a diretoria basta conversar com um ou outro diretor sindical que vai “mexer os pauzinhos” e possibilitar sua participação mesmo sem eleição nas escolas. A prática é tão descarada que foi oferecida até para setores da oposição como forma de solucionar um número superior de candidatos a delegados do que as vagas oferecidas para uma escola! “É só inscrever o delegado em uma escola que não mandou ata …” disseram eles na maior naturalidade como se isso não fosse claramente uma forma de burlar o processo. Se tais relatos chegaram aos ouvidos dos setores de oposição imagine os que não chegam! Esse é um problema gravíssimo pois o delegado que supostamente deveria ser instituído pela base e assim a representar, se torna auto-instituído, ou melhor, instituído diretamente pela diretoria se tornando assim grato e devedor de favor a esta.

                Como norma estabelecida da cabeça da diretoria (pois não foi votado em lugar nenhum) ficou estabelecido o máximo de 5000 caracteres por eixo temático para as teses. Buscando respeitar o critério estabelecido, nós da ORC adaptamos nossa tese, de 26 páginas, diminuindo-a e encaixando no rígido formato requerido, o que resultou em apenas 5 páginas. A surpresa veio quando recebemos no primeiro dia do CTE o material com as teses, na qual a tese da diretoria continha, nada mais nada menos, do que 18 páginas! Enfim, tais exemplos são demonstrações de algo que a categoria já crítica mas que é sempre bom relembrar para sabermos com o que estamos lidando dentro da nossa organização de classe: a diretoria do Sinpro encontra-se a tanto tempo cristalizada nas estruturas que não tem medo algum de desrespeitar as regras que ela mesma impõe pois tem a convicção de que nada acontecerá, sempre contando com o desconhecimento da categoria e com sua claque (formada principalmente por ex diretores sedentos em voltar ao poder e os esperançosos em fazer parte da “renovação” em uma próxima chapa) que irá ridicularizar qualquer denúncia contra a intocável e “ilibada” diretoria. Continuar lendo “[ORC-DF] 11º CTE: Um congresso sem objetivo, marcado pelo pensamento único!”

Racistas, não passarão!

RECC-RJ Foram divulgadas denúncias de racismo cometidas durante jogos universitários no Rio de Janeiro, provenientes de estudantes da PUC, universidade localizada em um bairro de elite e dirigida majoritariamente a estudantes que podem pagar suas altas mensalidades. Aos adjetivos de “macaca” e “bichinha”, ditos durante jogos e nas arquibancadas, foram divulgados em seguida um conjunto de refrões e letras produzidos por estudantes de direito da … Continuar lendo Racistas, não passarão!