[FOB-DF] Curso de formação sobre história do sindicalismo revolucionário

“Visão sem ação é sonho, ação sem visão é pesadelo.” (Provérbio Chinês)

A FOB-DF realizou com sucesso nesse mês de novembro o curso de formação sobre história do sindicalismo revolucionário. O curso foi dividido em duas partes, em cada uma delas teve Cadernos de Formação com textos relativos aos temas, e contou com a excelente apresentação de companheiras e companheiros previamente escolhidos.

O 1º Bloco teve como temática: “Origens e aspectos gerais do Sindicalismo Revolucionário”. O 2º Bloco foi o momento de analisar experiências de luta mais específicas: “Experiências do Sindicalismo Revolucionário – Brasil, Espanha e Argentina”.

Agradecemos a presença e participação de todas e todos (na sua maioria trabalhadores, mas também alguns valorosos estudantes combativos), que enriquceram o espaço com reflexões e perguntas, relacionando sempre que possível as experiências históricas com as tarefas e desafios atuais da classe trabalhadora. Com certeza saímos mais fortalecidos para as batalhas futuras!

Avante o sindicalismo revolucionário!

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[ORC-DF] 11º CTE: Um congresso sem objetivo, marcado pelo pensamento único!

Banca de materiais da ORC durante o congresso divulgou cartilhas, jornais e campanhas, tais como as campanhas “Não Vote, Lute!” e “pela liberdade dos presos políticos”.

            Oposição de Resistência Classista (ORC – seção DF), filiada à FOB.

Agosto de 2018.

Entre os dias 16 a 18 de agosto de 2018 ocorreu na sede da CNTC o 11º Congresso de Trabalhadores (as) em Educação. Nós da ORC escrevemos uma tese em colaboração com outros companheiros da educação pública e privada e atuamos com delegados eleitos. Várias de nossas análises estão contidas em nossa tese ampliada intitulada “Autonomia e Ação Direta Sindical” que está disponível em nossa página do Facebook e site. (para baixar a tese CLIQUE AQUI)

                Neste documento temos como objetivo analisar o Congresso dando uma resposta à base que nos elegeu bem como para trazer nossa reflexão para o conjunto dos professores que não puderam participar do congresso e/ou não se sentem representados pela forma de condução do movimento.

Antecedentes

                Para pontuarmos de forma mais consistente é fundamental que a gente se remeta a forma de condução na preparação do congresso. Em princípio, foi definida a forma de participação do congresso através da eleição de delegados por escola. A primeira questão que precisa ser pontuada é que o critério estabelecido de eleição e quantitativo de delegados por escola não é respeitado pela diretoria. Traduzindo: se você é um professor próximo a diretoria basta conversar com um ou outro diretor sindical que vai “mexer os pauzinhos” e possibilitar sua participação mesmo sem eleição nas escolas. A prática é tão descarada que foi oferecida até para setores da oposição como forma de solucionar um número superior de candidatos a delegados do que as vagas oferecidas para uma escola! “É só inscrever o delegado em uma escola que não mandou ata …” disseram eles na maior naturalidade como se isso não fosse claramente uma forma de burlar o processo. Se tais relatos chegaram aos ouvidos dos setores de oposição imagine os que não chegam! Esse é um problema gravíssimo pois o delegado que supostamente deveria ser instituído pela base e assim a representar, se torna auto-instituído, ou melhor, instituído diretamente pela diretoria se tornando assim grato e devedor de favor a esta.

                Como norma estabelecida da cabeça da diretoria (pois não foi votado em lugar nenhum) ficou estabelecido o máximo de 5000 caracteres por eixo temático para as teses. Buscando respeitar o critério estabelecido, nós da ORC adaptamos nossa tese, de 26 páginas, diminuindo-a e encaixando no rígido formato requerido, o que resultou em apenas 5 páginas. A surpresa veio quando recebemos no primeiro dia do CTE o material com as teses, na qual a tese da diretoria continha, nada mais nada menos, do que 18 páginas! Enfim, tais exemplos são demonstrações de algo que a categoria já crítica mas que é sempre bom relembrar para sabermos com o que estamos lidando dentro da nossa organização de classe: a diretoria do Sinpro encontra-se a tanto tempo cristalizada nas estruturas que não tem medo algum de desrespeitar as regras que ela mesma impõe pois tem a convicção de que nada acontecerá, sempre contando com o desconhecimento da categoria e com sua claque (formada principalmente por ex diretores sedentos em voltar ao poder e os esperançosos em fazer parte da “renovação” em uma próxima chapa) que irá ridicularizar qualquer denúncia contra a intocável e “ilibada” diretoria. Continuar lendo

[ORC-DF] A greve dos caminhoneiros e os rumos das lutas dos professores no DF: Construir a Greve Geral pelos direitos do povo!

Após a deflagração de uma greve de caminhoneiros que já dura mais de uma semana envolve todo o país no debate, em Brasília não poderia ser diferente. Após manifestações de caminhoneiros e motoboys em apoio à greve nacional, vimos o governo Rollemberg (PSB) cancelar dois dias de aula, montar operações com quase todo o efetivo policial para dispersar qualquer manifestação, piquetes e fechamento de vias em apoio à greve.

Enquanto as centrais sindicais timidamente se posicionam, os grandes sindicatos em Brasília, como o Sinpro-DF, se calam e se tornam correia de transmissão do governo Rolllemberg, dizendo de forma acrítica quando há ou não aula. Além de não haver a menor condição para manter as aulas, é um vexame por parte do sindicato não se posicionar! Se por um lado, adiaram o 11º CTE (Congresso de Trabalhadores da Educação, que ocorreria esse feriado) para o outro semestre, alegando falta de condições de realização devido a greve dos caminhoneiros, por que então manter as aulas? Quais condições existem para as aulas? Nenhuma.

Numa conjuntura de ataques neoliberais, de desmonte da educação pública e dos demais serviços públicos, de aumento da carestia de vida não pode ser uma opção se posicionar ou não diante das lutas. Devemos não só nos posicionar, mas encorpar a luta. A caristia de vida afeta a toda classe trabalhadora, isso significa uma baixa nos preços dos combustíveis são pautas que interessam a toda classe. Embora haja beneficiamento do empresariado com uma medida como esta, não podemos ignorar o problema que um aumento dos combustíveis causa, efeito em cascaca, encarecendo e tornando mais difícil o acesso as condições básicas de alimentação e higiene para os setores mais precarizados. Continuar lendo

[ORC-DF] Tese “Autonomia e Ação Direta Sindical” ao 11º Congresso de Trabalhadoras/es da Educação do DF

CLIQUE NA IMAGEM PARA BAIXAR A TESE EM PDF

AUTONOMIA E AÇÃO DIRETA SINDICAL:

As/os trabalhadoras/es da educação frente a ofensiva estatal-burguesa e o sindicalismo de Estado

A presente Tese é fruto de uma intensa atuação e reflexão da Oposição de Resistência Classista (ORC), seção Distrito Federal, conjuntamente com mais 22 trabalhadoras/es da educação da rede básica de ensino, da rede privada e da educação pública federal que também assinaram a mesma.

Tendo em vista as limitações de tamanho para o envio da tese ao 11° CTE (congresso organizado pelo Sinpro – Sindicato dos Professores), e tendo em vista que a tese é muito maior do que o espaço burocratizado desse Congresso, tivemos que enviar uma versão reduzida para o Congresso, mas optamos por manter para divulgação a versão completa, na qual desenvolvemos de forma mais profunda algumas de nossas análises, críticas e concepções. Esperamos, sincera e humildemente, que a tese possa contribuir para a resistência das/os trabalhadoras/es da educação do DF.

Nossa seção da ORC surge em 2015 em meio à greve de professoras/es. Desde então estivemos nos locais de trabalho, nos bairros, nos comitês de mobilização, assembleias regionais e gerais, reuniões de delegadas/os sindicais, apoiando as ocupações de escolas por estudantes, articulando solidariedade ativa às greves de terceirizadas, fazendo formações políticas, atuando na greve de professoras/es de 2017, dentre várias outras ações.

Nesse tempo conseguimos amadurecer concepções e práticas militantes, nesse tempo camaradas se uniram a nós, fortalecendo uma via sindicalista revolucionária, defendida em âmbito nacional pela Federação das Organizações Sindicalistas Revolucionárias do Brasil (FOB), da qual orgulhosamente fazemos parte. Ainda temos muito o que refletir, corrigir, aprender, mas a cada dia estamos mais certos de termos escolhido o caminho certo: o caminha da luta e auto-organização e não o caminho sujo do oportunismo e da conciliação.

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SUMÁRIO:

1 – CONJUNTURA
1.1 – CONJUNTURA INTERNACIONAL
1.2 – CONJUNTURA NACIONAL
1.2.1 – O “LULISMO” E O MANIQUEÍSMO DA ESQUERDA PARTIDÁRIA
1.2.2 A FARSA ELEITORAL COMO INVESTIMENTO BURGUÊS E DITADURA
1.2.3 ESTADO DE EXCEÇÃO E INTERVENÇÃO MILITAR
1.3 – CONJUNTURAL LOCAL

2 – EDUCAÇÃO
2.1 – (CONTRA) REFORMA DO ENSINO MÉDIO
2.2 – BASE NACIONAL CURRICULAR COMUM (BNCC)
2.3 – O SISTEMA DE CICLOS
2.4 – INTENSIFICAÇÃO DO TRABALHO TRAZ PRECARIZAÇÃO NA EDUCAÇÃO
2.5 – A FALÁCIA DO ENSINO INTEGRAL
2.6 – GESTÃO DEMOCRÁTICA E AVALIAÇÃO
2.7 – FINANCIAMENTO DA EDUCAÇÃO
2.8 – “ESCOLA SEM PARTIDO”

3 – DIREITO HUMANOS E DIVERSIDADE
3.1 GÊNERO, RAÇA, E SEXUALIDADE
3.2 – A REPRODUÇÃO DAS OPRESSÕES NO AMBIENTE DE ESTUDO E TRABALHO
3.3 – REPRODUÇÃO IDEOLÓGICA DAS OPRESSÕES
3.4 – RACISMO, MACHISMO, LGBTFOBIA E VIOLÊNCIA
3.5 – REPRESENTAÇÃO INDIVIDUAL NÃO É EMANCIPAÇÃO COLETIVA

4 – ORGANIZAÇÃO SINDICAL E PLANO DE LUTAS
4.1 – A BUROCRACIA SINDICAL E O SINDICALISMO DE ESTADO
4.1.1 – EM DEFESA DA DEMOCRACIA NO SINPRO: ALGUNS MECANISMOS DE CONTROLE BUROCRÁTICO NA NOSSA ENTIDADE QUE DEVEM SER DESTRUÍDOS
4.2 – REORGANIZAR A LUTA CLASSISTA, COMBATIVA E DEMOCRÁTICA DOS TRABALHADORES DA EDUCAÇÃO
4.2.1 – SINDICALISMO REVOLUCIONÁRIO, UMA SAÍDA PARA A REORGANIZAÇÃO DA CLASSE TRABALHADORA!
4.2.2 – QUAIS SÃO OS MÉTODOS E AS PROPOSTAS DO S.R. PARA A REORGANIZAÇÃO DAS/OS TRABALHADORAS/ES DA EDUCAÇÃO?
4.2.3 – MUDANÇAS ESTATUTÁRIAS NO SINPRO
4.2.4 – A POLÍTICA DO S.R. FRENTE À ATUAL CONJUNTURA POLÍTICA DO BRASIL

5 – PLANO DE LUTAS

[FOB-DF] 1º DE MAIO: dia de luta dos trabalhadores, dia do sindicalismo revolucionário!

[PANFLETO EM PDF]

No dia 1º de Maio de 1886, os trabalhadores de Chicago (EUA) organizaram uma greve geral com grandes manifestações nas ruas. Era uma época de muita exploração. Eles queriam a jornada de trabalho de 8 horas. Eles se organizavam em sindicatos revolucionários.

Porém, as manifestações foram duramente reprimidas pela polícia. Oito líderes anarquistas foram presos, e quatro deles condenados à morte pela forca! Ficaram conhecidos como os Mártires de Chicago.

Então o 1º de maio se tornou pouco a pouco o dia mundial de luta pela jornada de 8 horas, que foi conquistada em muitos países.

No Brasil, o sindicalismo revolucionário organizou a greve geral de 1917. Esta greve conquistou aumentos salariais e diminuição do horário de trabalho.

HOJE EM DIA estamos em uma nova época de grande exploração.

O governo aprovou a reforma trabalhista, que piorou as condições de trabalho. Ele quer aprovar a reforma da previdência. Esta reforma aumenta o tempo de contribuição para se aposentar, até para quem ganha um salário mínimo!

A repressão às manifestações está cada vez mais dura, também. Enquanto isso, os sindicatos de hoje em dia estão mais preocupados com as eleições. Abandonaram a ideia da greve geral para “não atrapalhar” seus candidatos.

É preciso voltar com a ideia do sindicalismo revolucionário. É preciso reorganizar a luta dos trabalhadores para termos, novamente, capacidade de enfrentar essas políticas que precarizam nossas condições de vida e de trabalho.

Participe do nosso comitê de mobilização, que é para juntar trabalhadores de todas as áreas, estudantes e comunidade para defender seus direitos!

FEDERAÇÃO DAS ORGANIZAÇÕES SINDICALISTAS REVOLUCIONÁRIAS DO BRASIL – FOB

[ORC-DF] DEBATE PRÉ-TESE AO 11º CONGRESSO DE TRABALHADORES DA EDUCAÇÃO (DF)

Convidamos todas/os trabalhadoras/es da educação para debater, construir e reforçar uma Tese que represente uma política autônoma e de ação direta para as lutas de nossa categoria durante o 11º Congresso de Trabalhadores da Educação (CTE) do DF que acontecerá de 31 de maio à 02 de junho.

Frente aos ataques neoliberais à educação, o sindicalismo de Estado vem cada vez mais afastando a classe trabalhadora de seus sindicatos e segue assim sendo ineficaz na luta das categorias envolvidas com a educação. Sendo assim é preciso reorganizar a luta de professoras/es, técnico-administrativas/os, terceirizadas/os e estudantes, de maneira que consigamos de novo ter capacidade de enfrentamento a tais políticas que vem precarizando as nossas condições de vida e de trabalho.

É buscando romper com a visão e ação burocráticas nos espaços de luta que nós da Oposição da Resistência Classista (ORC) convidamos a todos e todas as companheiras, trabalhadores de todas as categorias da educação a participar do evento de lançamento e debate da Tese que será apresentada e defendida no CTE. É de fundamental importância que todas as categorias da Educação estejam nesse momento debatendo e se movimentando frente aos cortes e ataques sociais que sofrem todo o setor da educação!

Assim, chamamos todos e todas companheiras trabalhadoras da educação (professoras, técnico-administrativos, terceirizados) a comparecer ao evento de lançamento, debate e construção da nossa Tese. É preciso organizar a luta camaradas!

PELA AUTONOMIA E COMBATIVIDADE EM NOSSAS LUTAS!

ABAIXO O ESTADO DE EXCEÇÃO E A RETIRADA DE DIREITOS!

POR UM SINPRO DEMOCRÁTICO!

RECONSTRUIR O SINDICALISMO REVOLUCIONÁRIO!

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>>> Para ler a “Pré-Tese” que será debatida na reunião entre em contato pela nossa página do facebook: https://www.facebook.com/orceducacao/

>>> Se eleja na sua escola como delegada/o para o CTE! Imprima a ata de eleição de delegado: http://www.sinprodf.org.br/…/up…/2018/04/ata-delegados-1.pdf

[ORC-RJ] Derrotar a burocracia sindical! Respeitar as decisões da categoria! Construir o Sindicalismo Revolucionário!

Por ORC-RJ

Leia o texto completo em pdf BOLETIM ORC – RJ

Entenda as mentiras e verdades sobre a assembleia eleitoral do SEPE de 2018
A última assembleia eleitoral do SEPE, realizada dia 24 de março, no Clube Municipal, contou com a presença de 490 filiados e foi marcada por divergências e muito oportunismo. Porém, mais uma vez conseguimos limitar a burocracia sindical e garantir que fosse respeitada uma decisão congressual da categoria.
A questão principal e ponto de maior divergência entre as correntes foi aquela aprovada em 2014 no Congresso do SEPE: de que ficasse limitado a dois mandatos a eleição de diretores em cada instância (Sepe central e Núcleos/Regionais).
Os fatores mais complicadores foram 1)que a decisão aprovada em 2014 não havia sido bem redigida na Ata daquele congresso (não especificando sem sombra de dúvidas a reeleição por instância do sepe), e 2) a imperdoável desatualização do registro do Estatuto do SEPE com uma deliberação de 2014. O que abriu margem para que setores oportunistas tentassem deslegitimar a decisão política da categoria em Congresso.

O que essa assembleia podia decidir?

Essa assembleia não pode mudar estatuto ou deliberações de congresso. Ela pode regulamentar as eleições, com deliberações sobre calendário, formação da comissão eleitoral e etc. Tudo isso dentro do texto de um regimento para as eleições do sepe. Esse texto tem que estar de acordo com as deliberações anteriores das instâncias da categoria. Principalmente a maior delas: o congresso.
A polêmica se deu na redação do regimento onde devia ser descrito os critérios para elegibilidade dos filiados que quisessem concorrer às eleições. E nesse texto houve apresentação de mais de uma redação com interpretações diferentes do que foi deliberado no congresso de 2014.
Os tensionamentos e as práticas oportunistas. De um lado uma burocracia que queria se manter a qualquer custo – os golpistas

De um lado o oportunismo de algumas agrupações políticas que atuam no SEPE que tentaram invalidar a deliberação de 2014 do congresso, seja alegando que esta não podia ser cumprida por completo ou parcialmente (restringindo a deliberação de limitação das reeleições apenas para a eleição do SEPE Central) . O discurso de invalidação parcial partiu de alguns diretores na reunião da direção do sindicato, dias antes da assembleia. Na assembleia do dia 24 de março entretanto, só apareceu a proposta desses setores de invalidar por completo a deliberação do congresso. Qual foi a estratégia desses grupos? Uma militante do coletivo Paulo Romão (que compunha até pouco tempo a CS – Construção Socialista) e diretora do Departamento Jurídico do SEPE, tentou dar um golpe, afirmando que a regulamentação da limitação da reeleição feria o estatuto. Isso gerou uma confusão (proposital desses grupos). Ela apresentou o texto do estatuto que era anterior ao congresso de 2014. Depois foi alegado que as diretorias que ocuparam o sepe desde 2014 não fizeram os procedimentos jurídicos necessários para sua atualização. Ou seja, teria faltado registrar burocraticamente em cartório. Se isso é verdade ou não, não é problema da categoria que deliberou por ampla maioria a limitação dos mandatos, das licenças sindicais, limitação de duas diretorias concomitantes (um núcleo e sepe central, por exemplo), etc. Medidas para tentar desburocratizar e renovar paulatinamente nosso sindicato e que foram tomadas por ampla maioria em seus legítimos congressos.
  A manobra dessa diretora foi rechaçada quando a assembleia não atendeu sua proposta de excluir a limitação das reeleições por mais de 2 mandatos do texto do regimento eleitoral. Por isso PT, Ação Crítica, PSTU, MES e Coletivo Paulo Romão vergonhosamente se retiraram da assembleia, sob vaias e gritos de golpistas da maioria presente que permaneceu na assembleia! Continuar lendo