Racistas, não passarão!

RECC-RJ Foram divulgadas denúncias de racismo cometidas durante jogos universitários no Rio de Janeiro, provenientes de estudantes da PUC, universidade localizada em um bairro de elite e dirigida majoritariamente a estudantes que podem pagar suas altas mensalidades. Aos adjetivos de “macaca” e “bichinha”, ditos durante jogos e nas arquibancadas, foram divulgados em seguida um conjunto de refrões e letras produzidos por estudantes de direito da … Continuar lendo Racistas, não passarão!

[ORC-RJ] Derrotar a burocracia sindical! Respeitar as decisões da categoria! Construir o Sindicalismo Revolucionário!

Por ORC-RJ

Leia o texto completo em pdf BOLETIM ORC – RJ

Entenda as mentiras e verdades sobre a assembleia eleitoral do SEPE de 2018
A última assembleia eleitoral do SEPE, realizada dia 24 de março, no Clube Municipal, contou com a presença de 490 filiados e foi marcada por divergências e muito oportunismo. Porém, mais uma vez conseguimos limitar a burocracia sindical e garantir que fosse respeitada uma decisão congressual da categoria.
A questão principal e ponto de maior divergência entre as correntes foi aquela aprovada em 2014 no Congresso do SEPE: de que ficasse limitado a dois mandatos a eleição de diretores em cada instância (Sepe central e Núcleos/Regionais).
Os fatores mais complicadores foram 1)que a decisão aprovada em 2014 não havia sido bem redigida na Ata daquele congresso (não especificando sem sombra de dúvidas a reeleição por instância do sepe), e 2) a imperdoável desatualização do registro do Estatuto do SEPE com uma deliberação de 2014. O que abriu margem para que setores oportunistas tentassem deslegitimar a decisão política da categoria em Congresso.

O que essa assembleia podia decidir?

Essa assembleia não pode mudar estatuto ou deliberações de congresso. Ela pode regulamentar as eleições, com deliberações sobre calendário, formação da comissão eleitoral e etc. Tudo isso dentro do texto de um regimento para as eleições do sepe. Esse texto tem que estar de acordo com as deliberações anteriores das instâncias da categoria. Principalmente a maior delas: o congresso.
A polêmica se deu na redação do regimento onde devia ser descrito os critérios para elegibilidade dos filiados que quisessem concorrer às eleições. E nesse texto houve apresentação de mais de uma redação com interpretações diferentes do que foi deliberado no congresso de 2014.
Os tensionamentos e as práticas oportunistas. De um lado uma burocracia que queria se manter a qualquer custo – os golpistas

De um lado o oportunismo de algumas agrupações políticas que atuam no SEPE que tentaram invalidar a deliberação de 2014 do congresso, seja alegando que esta não podia ser cumprida por completo ou parcialmente (restringindo a deliberação de limitação das reeleições apenas para a eleição do SEPE Central) . O discurso de invalidação parcial partiu de alguns diretores na reunião da direção do sindicato, dias antes da assembleia. Na assembleia do dia 24 de março entretanto, só apareceu a proposta desses setores de invalidar por completo a deliberação do congresso. Qual foi a estratégia desses grupos? Uma militante do coletivo Paulo Romão (que compunha até pouco tempo a CS – Construção Socialista) e diretora do Departamento Jurídico do SEPE, tentou dar um golpe, afirmando que a regulamentação da limitação da reeleição feria o estatuto. Isso gerou uma confusão (proposital desses grupos). Ela apresentou o texto do estatuto que era anterior ao congresso de 2014. Depois foi alegado que as diretorias que ocuparam o sepe desde 2014 não fizeram os procedimentos jurídicos necessários para sua atualização. Ou seja, teria faltado registrar burocraticamente em cartório. Se isso é verdade ou não, não é problema da categoria que deliberou por ampla maioria a limitação dos mandatos, das licenças sindicais, limitação de duas diretorias concomitantes (um núcleo e sepe central, por exemplo), etc. Medidas para tentar desburocratizar e renovar paulatinamente nosso sindicato e que foram tomadas por ampla maioria em seus legítimos congressos.
  A manobra dessa diretora foi rechaçada quando a assembleia não atendeu sua proposta de excluir a limitação das reeleições por mais de 2 mandatos do texto do regimento eleitoral. Por isso PT, Ação Crítica, PSTU, MES e Coletivo Paulo Romão vergonhosamente se retiraram da assembleia, sob vaias e gritos de golpistas da maioria presente que permaneceu na assembleia! Continuar lendo “[ORC-RJ] Derrotar a burocracia sindical! Respeitar as decisões da categoria! Construir o Sindicalismo Revolucionário!”

[ORC -RJ] A resistência e combate à precarização da educação: só a organização de base nos levará à vitórias

A precarização da rede estadual de ensino do Rio de Janeiro caminha cada vez mais rápida a cada ano que passa e a cada ano que entra. Desde o início do Plano de Metas (fins de 2009 e início de 2010) o projeto neoliberal privatista da educação caminha. Não obstante as diversas resistências da categoria (greves de 2011, 13, 14 e 16, não lançamento de … Continuar lendo [ORC -RJ] A resistência e combate à precarização da educação: só a organização de base nos levará à vitórias

[RMC – RJ]MANIFESTAÇÃO DE SERVIDORES ESTADUAIS TERMINA EM REPRESSÃO.

Servidores estaduais realizaram um Ato às portas do Palácio Guanabara contra Pezão, os atrasos do pagamento dos salários e as políticas de ajuste fiscal. No dia 08 de agosto, as categorias do funcionalismo estadual se reuniram no Largo do Machado, zona sul carioca e marcharam em direção ao Palácio Guanabara em Laranjeiras. O ato contava com a presença de profissionais da educação, estudantes e servidores … Continuar lendo [RMC – RJ]MANIFESTAÇÃO DE SERVIDORES ESTADUAIS TERMINA EM REPRESSÃO.

[FOB-RJ] Da capitulação das centrais ao silêncio dos reformistas: a Greve Geral de 30 de junho

FOB-RJ Um balanço da greve geral do dia 30 de junho é necessário. Apesar de importante, ela representou um claro declínio em relação ao movimento de ascenso de abril e maio. Esse declínio não foi consequência de uma queda da atividade e disposição de luta da classe trabalhadora. Foi, ao contrário, o resultado de uma política deliberada de desmobilização conduzida pela cúpula da burocracia sindical … Continuar lendo [FOB-RJ] Da capitulação das centrais ao silêncio dos reformistas: a Greve Geral de 30 de junho

[ORC-Nacional] INFORMES DOS ESTADOS

Olá trabalhadoras e trabalhadores da educação! Apresentamos aqui alguns informes dos núcleos da ORC onde estamos desenvolvendo atuação: Distrito Federal, Rio e Janeiro e Ceará. Além disso, convidamos aqueles professores de outras cidades e estados que queiram construir uma organização combativa e autônoma de trabalhadores da educação que entrem em contato conosco.  Esta folha frente e verso é um complemento do Boletim Nacional nº2, podendo … Continuar lendo [ORC-Nacional] INFORMES DOS ESTADOS

[ORC-Nacional] GREVE NACIONAL E 15M: Derrotar as reformas neoliberais e destruir a burocracia sindical, uma só tarefa!

DERROTAR AS REFORMAS NEOLIBERAIS

E DESTRUIR A BUROCRACIA SINDICAL, UMA SÓ TAREFA!

Boletim Nacional da Oposição de Resistência Classista (O.R.C.), nº2, Março de 2017

Clique para abrir o Boletim Nacional em PDF

Nós trabalhadores/as da educação estamos diante de um momento decisivo para a defesa dos nossos direitos.É também um momento complexo onde fatores de diversas ordens influenciam positiva e negativamente o processo de resistência.

Primeiramente, devemos apresentar uma contradição. Todos nós sabemos e sentimos que hoje existe uma necessidade inadiável de ação e resistência. Os projetos anti-povo (reforma do ensino médio, trabalhista, previdenciária, PEC 55, aumentos de tarifas de ônibus e outros) estão sendo votados com urgência no parlamento brasileiro. Por outro lado, fica perceptível a impotência da atual estrutura sindical (especialmente CUT/CNTE, CTB e FS, mas também CSP-Conlutas e Intersindical) em construir os meios de ação e organização para barrar tais projetos e defender os direitos.

Dessa contradição fundamental temos presenciado tendências negativas de ordem pessoal (derrotismo, impaciência, individualismo) e coletivas (esvaziamento de assembleias, maior burocratização e acovardamento dos sindicatos, dentre outros). Porém, contraditoriamente se aprofundam tendências positivas de ordem pessoal (crítica à burocracia sindical, fim das ilusões com a democracia burguesa, coletivismo, autonomismo) e de ordem coletiva (criação de grupos autônomos nas bases das categorias, greves insurgentes, protestos radicais e métodos de autodefesa de massas). A própria palavra de ordem da “greve geral” virou um apelo popular, mas as burocracias apenas a utilizam para “belos” discursos e blefam, com medo de um levante popular que fuja ao controle e comprometa seus interesses eleitorais em 2018.

Todo esse cenário tem gerado uma nova experiência para o povo brasileiro e para os trabalhadores da educação. Essa nova etapa teve início com o levante popular de junho de 2013. Para nos posicionar de forma correta nessa greve nacional devemos conhecer nossos inimigos e nossas tarefas.

1) Como a Reforma da Previdência atinge a Educação?

A proposta de emenda constitucional (PEC) 287, vem com o intuito de modificar as regras de aposentadoria para os trabalhadores. A proposta, além de estipular uma idade mínima, 65 anos, prevê o fim das aposentadorias especiais que ocorrem atualmente.

Os professores, por terem uma condição de trabalho considerada nociva para a saúde, tem direito a aposentarem 5 anos mais cedo do que as demais profissões. As mulheres, por exercerem dupla jornada de trabalho, também aposentam mais cedo do que os homens. Todas essas conquistas estão sendo desconsideradas na nova proposta da previdência.

As maiores impactadas pela reforma serão justamente as mulheres professoras que podem ter adicionadas ao tempo de serviço quase 15 anos! Ora, muitos professores não conseguem concluir as carreiras até o final sem adoecer física ou psicologicamente nas regras atuais, imagina com mais 10 ou 15 anos de trabalho?  A ideia do governo é forçar a aposentadoria antes, para que reduza as aposentadorias integrais, assim muitos irão recorrer a previdência privada para tentar complementar a renda, enriquecendo os empresários desse setor. Continuar lendo “[ORC-Nacional] GREVE NACIONAL E 15M: Derrotar as reformas neoliberais e destruir a burocracia sindical, uma só tarefa!”

[ORC-RJ]Rede Estadual do RJ – Como manter a luta após a greve?

Há muito tempo nós da ORC temos defendido e construído no SEPE-RJ uma concepção de sindicato que se contrapõe ao Sindicalismo de Estado (conciliador, ordeiro e pacífico). Defendemos o Sindicalismo Revolucionário (classista, combativo e com o protagonismo da base). Em nossa visão, a orientação baseada na concepção sindical conciliadora é um dos motivos pelos quais a greve de massas de 2016 não foi totalmente vitoriosa … Continuar lendo [ORC-RJ]Rede Estadual do RJ – Como manter a luta após a greve?

[ORC-RJ] Greve da Rede Estadual Como e por que chegamos nesse atual estágio?

 Panfleto em pdf na íntegra  Qual caminho tomar depois de quase 5 meses de greve? O contexto da nossa greve Essa é provavelmente a greve mais longa da rede estadual da história do SEPE. E ainda numa conjuntura nacional e estadual de avanço do neoliberalismo através dos ajustes fiscais. Os governos Federal (Temer) e Estadual (Pezão-Dornelles) do PMDB, numa ação que começou lá nos anos … Continuar lendo [ORC-RJ] Greve da Rede Estadual Como e por que chegamos nesse atual estágio?

[ORC-RJ] Reposição de dias parados e suspensão do calendário letivo

Texto de explicação da proposta de reposição após a greve da Rede Estadual do RJ O que defendemos e foi deliberado na assembleia de 22 de Março:  Vamos lutar pra que essa reposição de horas não seja mais realizada. Será feita uma reposição dos dias letivos parados, reivindicando a suspensão do calendário, desvinculando o calendário civil do calendário letivo, garantindo respeito à jornada de trabalho … Continuar lendo [ORC-RJ] Reposição de dias parados e suspensão do calendário letivo