[RMC-TERESINA] Todo apoio a Greve dos trabalhadores da Educação do Piauí!

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Trabalhadores da educação pública do Estado do Piauí entraram em greve depois da quebra de acordo por parte do Governador do Piauí, Wellington Dias (PT). Depois de um acordo entre os trabalhadores da educação e representantes do Estado, que cederam aumento de 6,81% para os professores e 3,95% para os demais servidores da educação, o governador do Piauí, junto com sua base na Assembleia Legislativa, de forma covarde, determinou um projeto de lei que o reajuste para os servidores não passe de 2,95%, quebrando a decisão feita com os trabalhadores da educação do Estado do Piauí.

Na manhã do dia 21, trabalhadores da educação manifestaram contra e aprovação do novo projeto de lei que diminui os seus salários, e foram recebidos com a repressão da polícia militar do Piauí, que se encontrava na Assembleia Legislativa, deixando vários professores feridos, sendo que uma professora teve o fêmur fraturado.

 PRECARIZAÇÃO NA EDUCAÇÃO PÚBLICA NO PIAUÍ

A greve dos trabalhadores da educação pública do Piauí está dentro de um contexto de precarização de trabalho, tomando como base o caso de atrasos do pagamentos dos professores substitutos que no ano de 2018,  que passaram  até mais de dois meses sem receber, além de ganhar um salário abaixo do piso nacional dos professores. As escolas piauienses também sofrem com falta de docentes. O ultimo concurso para professores efetivos do estado foi feito no ano de 2014, e até o ano de 2018 nem todos os professores que passaram no concurso foram convocados, correndo risco de o concurso expirar.

ELEIÇÃO É ILUSÃO! CONSTRUIR A GREVE GERAL!

Mais um período de eleição se aproxima, e com ele vários candidatos, com as mesmas propostas vagas: “vamos melhorar a educação, saúde, segurança!” – mas já sabemos que os políticos não governam para melhoria da vida dos trabalhadores; eles servem os interesses dos ricos. Não podemos colocar nossas esperanças de mudanças na farsa eleitoral; o poder de mudança não está nas urnas, mas sim em nós, trabalhadores e trabalhadoras que se organizam e lutam. Diante disso, é necessário a unidade com outras categorias, para construção de uma Greve Geral ofensiva para barrar todos os ataques e conseguir nossos direitos.

CONSTRUIR COMITÊ DE AUTODEFESA DA CLASSE TRABALHADORA!

PARA BARRAR O AJUSTE FISCAL, CONSTRUIR A GREVE GERAL!

NÃO VOTE, CONSTRUA O PODER POPULAR!

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[RECC-PI] TERESINA: TODOS ÀS RUAS, PRECISAMOS PARAR A EXPLORAÇÃO DO POVO!

A LUTA DO CAMINHONEIRO É A LUTA DO POVO
Desde terça-feira (22), caminhoneiros autônomos retém suas cargas em Teresina. O ínicio da movimentação que acontecia próximo ao Posto de Fiscalização do bairro Tabuleta foi deslocado para o Terminal de Petróleo no Bairro Dirceu nas proximidades com a BR 343. Na sexta-feira (26) as movimentações no Terminal começava, no novo ponto de greve o número de caminhoneiros já era menor mas 16 caminhões de abastecimento de combustível pararam pelo movimento de greve que avança.

Se existe um movimento de trabalhadores que questionam a alta dos preços dos combustíveis, algo que afeta principalmente os autônomos que tiram de cada frete a sobrevivência de suas famílias, devemos apoiar os trabalhadores. Assim também pensou o povo que foi ao local, logo mais de 180 populares se reuniram para se solidarizar com os caminhoneiros montando uma barricada para impedir que os policiais conseguissem retirar os caminhões no ínicio da tarde.

Como já sabemos, o governo do Estado do Piauí no entanto não pensa o mesmo. Nenhum apoio ao trabalhador foi prestado, pelo contrário, um intenso policiamento foi montado ao redor das barricadas e junto dos caminhões. A desproporcionalidade e política de repressão era tamanha, mais de 35 viaturas de diferentes níveis (Força Nacional, Civil, Tática, DOE, BOPE, GTOP) foram colocadas para nos ameaçar. O que o Estado nos diz é que não está aqui pra resolver o que nos aflige e nos matariam enquanto estamos lutando por nossos direitos.

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O caminhoreiro, “B.”, há mais de 40 dias longe de casa, é um dos que pararam sua atividade de frete. Ele nos conta sobre infiltrados dentro da manifestação que desde o começo tentam atrapalhar a retenção dos veículos e as negociações pressionadas pelos donos de posto que querem a liberação do combustível. Para os empresários e ricos, a miséria do povo não importa e farão de tudo para que nossa revolta não tome conta das ruas. Pro caminhoneiro a alta dos preços do combustível é pura ganância e ele nos explicou o que influencia no preço, “cada estado cobra seu ICMS, o mínimo que cobra é 12 por cento, tem alguns que cobram 17 outros cobram 20, aí depois vem outros PIS e CONFIN que é mais 7 por cento, aí tudo isso aí vai em cima no preço final principalmente do combustível. O valor do que alcool que eu trouxe pra cá tá 2,10 mas quanto que tá na bomba hoje? 4,00 reais ou 3,90. Além disso aí eles lucram quase cem por cento em cima de nós. Isso é o mínimo, eu carreguei gasolina de 1,74. Quanto que tá a gasolina hoje?”

 

OS INIMIGOS DO POVO SÃO OS OPORTUNISTAS: DESDE OS PATRIOTAS AJOELHADOS EM BANDEIRAS ATÉ OS DONOS DOS POSTOS
Não esquecemos que entre os manifestantes, haviam 10 há 15 “patriotas”, conservadores e nacionalistas. Era a direita que tentava pautar em cima do movimento suas palavras de ordem conservadoras. Não esquecemos também que eram eles os escolhidos – e várias vezes se voluntariavam – pela mídia burguesa para discursar. Em todas as TVs do Piauí que cobriram o acontecimento, ao menos um deles apareceu. Na TV Clube (filiada a rede globo) eram eles inclusive os líderes da movimentação. Pois nós estivemos lá e afirmamos, o povo não eram eles, o povo esteve presente construindo consciência de classe. Mesmo muito a noite por volta das 20 horas quando a Força Tática resolveu aplicar seu discurso de terror de “ou sai ou leva, mas estou só fazendo o meu trabalho”, mesmo quando os conservadores diziam que a vitória já tinha sido conquistada pois a reinvidicação estava na televisão e era perigoso estar ali, o povo resolveu continuar.

O discurso terrorista e piedoso da Polícia, os que se ajoelharam diante da bandeira e foram embora antes do povo, os donos de postos de gasolina que enchem seu bolso as custas do precário trabalho do caminhoneiro e do aumento de preço na revenda são nossos inimigos. Eles se oportunizam de discursos diferentes, dispersam e diminuem nossas lutas. Eles inclusive conseguem facilmente estar na televisão sem suas falar serem cortadas pois tem o mesmo caráter da mídia que trabalha sob o viés de um discurso de resguarde de privilégios. Pra nenhum desses interessa a insurgência do povo trabalhador.

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Vimos diversas vezes quando os conservadores e nacionalistas faziam seu discurso anti-corrupção e anti-político na caixa de som e logo em seguida agiam como os próprios políticos que ignoram a voz da maioria do povo. No final da noite, entre às 19 e 20 horas, somente os 20 sujeitos consensuaram e se levantaram pra retirar os troncos de árvores que fazia a barricada do local. Queriam empregnar de desânimo ou outros que estavam no lugar. Como se fosse um espetáculo, cinco deles se ajoelharam em frente a uma bandeira do Brasil e tiraram fotos. Logo saíram e nos deixaram emboscados pelas viaturas e pelos policiais.

Infelizmente éramos poucos, apenas centenas e muitas mulheres com crianças de colo e pequena. Não tinhamos força pra levar bala de borracha ou bombas de gás. Os caminhoneiros sabiam disso e depois da reunião que durou mais de 6 horas, a maioria dos veículos cedeu. Um dos caminhões era conduzido por um policial.
Não podemos desanimar, a luta que travamos é histórica, é a luta do trabalhador contra o dono da riqueza. Por isso mesmo não podemos nos deixar levar por aqueles que mentem dizendo estar com o povo, que só estão interessados em desviar a luta dos trabalhadores para seus próprios interesses.

A pauta que deve ser seguida é aquela que combate a política criminosa que tem roubado os direitos das trabalhadoras e dos trabalhadores e produzido a piora das condições de vida. A GREVE GERAL combativa é o meio de avançar nesse sentido. E o momento de fazê-la é agora. Sem aparelhamento das centrais sindicais. Sem apelar para o vago combate à corrupção. Sem temer a repressão. Sem conciliação com governos e patrões. Sem militarização. Todos às ruas parando toda a produção e circulação, pondo de joelhos os ladrões e exploradores do povo.

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NÃO TEMOS UMA DEMOCRACIA A DEFENDER, MAS UM AJUSTE A COMBATER
NÃO À INTERVENÇÃO! SIM À REVOLUÇÃO POPULAR!

[IFPI/Parnaíba] REFEITÓRIO DE QUALIDADE OU REBELIÃO ESTUDANTIL!

Boletim “A Voz do Estudante“, do Pró-Coletivo da RECC no IFPI/Parnaíba. Ano I, n. 01. Maio de 2018. Baixe [aqui]

 

Os Institutos Federais sofrem muito com os cortes de gasto, devido a uma política voltada para empresários e patrões, pensada no governo Lula/Dilma e continuada com Temer. Essa política voltada aos ricos aparece no Plano Nacional de Educação (PNE), que prevê novas metas na educação, com mais vagas para estudantes, mas que favorece somente e as empresas. Não pensam em fazer uma mudança estrutural na educação brasileira, apenas em aplicar goela abaixo esse modelo desumano de educação e de estrutura escolar. Essa situação piorou muito depois da PEC 55 (a “PEC do Fim do Mundo”) que congelou os investimentos na educação por 20 anos, aprovada no governo Temer. Aqui em Parnaíba, podemos ver uma das consequências disso no nosso refeitório. Ele comporta uma quantidade de alunos muito menor do que temos hoje: contando com estudantes dos níveis técnico e superior, somos quase 1000 alunos!

Supostamente sem verbas para ampliar o espaço, nos submetem a um refeitório sempre lotado e com limite de tempo para almoçar, assim como numa fábrica. Alguns estudantes, diante dessa situação, precisam se virar para conseguir comida com parentes que moram próximo ou mesmo ficam sem almoçar, pois a distância do IFPI, os preços da passagem e as péssimas condições de transporte, nos impede de ir e vir das nossas casas. Muitas vezes não são dadas fichas suficientes para os alunos. Sem alimentação digna, nem estrutura do refeitório, estamos em uma situação insustentável!

Nós da Rede Estudantil Classista e Combativa (RECC) entendemos que essa culpa não é dos terceirizados do refeitório, mas sim da instituição, que oferece o que não pode cumprir: Mínimas estruturas que garantam nossa estadia na escola sem dificuldades, e condições dignas de trabalho para os terceirizados.

Acreditamos que só uma mobilização de todos os alunos do Instituto possa servir de resposta aos golpes que frequentemente sofremos dentro e fora do IFPI. Devemos nos soltar das amarras que nos aprisionam, e perceber que eleger candidato A, B, ou C não muda nossa situação. Para não sobrevivermos de migalhas, só a luta organizada e independente de partidos, empresas e governos pode garantir nossa vitória!

REFEITÓRIO DE QUALIDADE OU REBELIÃO ESTUDANTIL!

 

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[PI] CARTA DE FUNDAÇÃO DO COLETIVO AUTONOMIA E LUTA (UFPI-PARNAÍBA)

Esta carta objetiva declarar a fundação do Coletivo Autonomia e Luta (CAL) na UFPI de Parnaíba, assim como é nosso pedido de ingresso na Rede Estudantil Classista e Combativa (RECC), filiada à Federação das Organizações Sindicalistas Revolucionárias do Brasil (FOB). O documento será divulgado como primeira edição do Boletim Combate, órgão de comunicação do CAL, que pode ser acessado aqui.

 

QUEM SOMOS?

O Coletivo Autonomia e Luta (CAL) surge a partir do Comitê de Propaganda da RECC no Piauí (CP/RECC-PI). Desde Março de 2016, compomos esse grupo, e nele realizamos diversas atividades de formação, como reuniões públicas, rodas de diálogo, cine-debates dentre outros. A formação do CP deve-se principalmente ao trabalho permanente da Oposição Classista e Combativa ao DCE da UFC, em Fortaleza, que desde 2013 realizava formações em Parnaíba e em Teresina.

 

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Atividade da RECC na UFPI de Parnaíba, 2013.

Surgimos da necessidade de um campo independente no Movimento Estudantil da UFPI, fora dos vínculos com partidos, políticos ou empresas. Para nós isso ficou evidente durante a luta contra a PEC 55, em 2016. Apesar dos esforços de setores autônomos, tanto a “Tenda da Resistência” como o “Coletivo Resistência” não conseguiram unir os estudantes, nem mesmo avançar na luta concreta, mantendo-se dependentes dos debates sobre o texto da PEC, sem conseguir mobilizar, e constantemente ameaçados pelos setores conservadores e liberais da Universidade, organizados no “UFPI Livre”. Além disso, a manifestação contra a PEC 241 feita em Parnaíba nos mostrou que este setor autônomo estava disposto em construir alternativas ao movimento estudantil, quando durante seu percurso, nossas palavras de ordem abafaram o carro de som das burocracias sindicais e estudantis socialdemocratas, onde nossa convocação por uma reunião de avaliação independente foi prontamente aceita pelos estudantes e trabalhadores.
Durante todo esse processo, nos mantemos fora dos esquemas eleitoreiros, ou de parcerias com as burocracias estudantis ou sindicais que tanto atrapalham a luta do povo. Alguns alunos que participaram da luta contra a PEC ouviram nossos alertas sobre a necessidade de avançar na organização, e hoje estão em nosso Coletivo, convidando outros estudantes a fazer o mesmo: unir forças para construir uma Universidade Popular.

PELO QUE LUTAMOS?

Lutamos por uma Universidade a serviço do povo, e não dos diretores, reitores, empresários, políticos ou governos. Queremos uma UFPI com ensino de qualidade, bem estruturada, e que permita aos filhos e filhas de trabalhadores terminar seus cursos. Para isso, exigimos, entre outras coisas:

  • Creche, para que mães ingressem e continuem seus estudos, assim como os trabalhadores da Universidade e comunidade em geral;
  • R.U. gratuito com estrutura e refeições de qualidade, para estudantes e todos os trabalhadores da UFPI, incluindo terceirizados, possamos ter voz sobre os problemas enfrentados no Restaurante Universitário;
  • Autonomia Estudantil no uso dos espaços da UFPI, para utilizar salas e auditórios da Universidade sem precisar da burocracia administrativa ou tutela de professores;
  • Bolsas de auxílio estudantil, monitoria, pesquisa e extensão para que possamos terminar nossos estudos sem precisar dividir o tempo da universidade com trabalho precarizado.
  • Autodefesa para mulheres e LGBTs, junto a outras formas de combate ao machismo e a LGBTfobia no campus.

QUEM PODE PARTICIPAR?

Qualquer pessoa pode entrar, desde que concorde com nossos princípios, objetivos e formas de luta. Podem ser comunistas, anarquistas, pessoas que não se reconhecem em nenhuma ideologia, de qualquer religião, gênero, raça, etc. Basta entrar em contato com um de nossos membros, enviar uma mensagem em nossa página (fb.com/recc.pi) ou um e-mail para nós (ufpi.cal@protonmail.com). Marcaremos um encontro presencial para explicar o processo de entrada, organização interna, etc.

NOSSOS PRINCÍPIOS:

Os princípios são os guias de nossa ação e da conduta individual de todos os membros. Sem eles, seríamos um grupo de amigos, sem propósito e sem consciência do mundo em que vivemos. Entender, defender e praticar nossos princípios é o dever de todo membro. Esses princípios nos garante unidade mesmo diante de toda pluralidade ideológica, religiosa, de gênero e raça que temos. São eles:
CLASSISMO: Entendemos que a sociedade é dividida em duas classes: os ricos (a burguesia), formada por banqueiros, latifundiários, empresários etc., e pobres (os trabalhadores do campo e da cidade). Nesse cabo de guerra estamos do lado mais fraco, ou seja, dos trabalhadores, e desse lado não sairemos por nada.
COMBATIVIDADE: Significa lutar pelo que é nosso por todos os meios necessários. Os poderosos usam de todas as armas para nos calar, e já é hora de virar o jogo. Sabemos que “bundaços” e “vomitaços” nunca mudaram nada. A História mostra que só quando enfrentamos nossos problemas com piquetes, greves, ocupações, manifestações, etc., é que podemos enfim vencer.
INDEPENDÊNCIA: Não precisamos de partidos eleitoreiros, empresas, políticos ou governos para nos unir e conquistar direitos. Nosso Coletivo é independente porque fazemos política a partir da nossa realidade.
ANTIGOVERNISMO: É a independência dos governos, mesmo os que se intitulam de “esquerda”. Enfatizamos isso porque muitos grupos do movimento estudantil trocam os estudantes por apoio governamental, para ganhar dinheiro ou usar os estudantes como trampolim político e criar futuros candidatos para os partidos eleitoreiros, e participarem da farsa eleitoral. Nós do CAL-UFPI sabemos que eleição não muda nada, e que qualquer partido que esteja no poder fará o jogo dos ricos. Por isso, não apoiamos governo nenhum.
DEMOCRACIA DE BASE: Entre nós não há líderes, chefes, ou “cabeças”. Todos nós mandamos e obedecemos, independente de idade, gênero, religião ou ideologia. Isso garante nossa horizontalidade e a responsabilidade de cada um e de todos.
INTERNACIONALISMO: Nossa luta não é só local, mas se liga a todas as reivindicações de estudantes e trabalhadores em todo o mundo. Nossos inimigos são os mesmos em cada canto do planeta: os exploradores do povo, os latifundiários e patrões. Por isso, juntos devemos combate-los.
LUTA DA MULHER: Todos os nossos militantes passam por um debate sobre a necessidade de enfrentarmos juntos as desigualdades que a sociedade impõe às mulheres. Isso é crucial para o ingresso desses militantes, por entender que o capitalismo explora e violenta as mulheres do povo. Negar essa discussão seria um ato de apoio às mortes, torturas e estupros sofridos diariamente por elas. Defendemos a autodefesa das mulheres como forma de enfrentamento aos problemas existentes.
LUTA LGBT: Assim como as mulheres, a população LGBT é a mais explorada no capitalismo. Sofrendo variadas formas de violência causadas pela LGBTfobia (o Brasil é o país em que mais matam pessoas trans), essa população é lançada ao subemprego, necessitando da solidariedade de todas as organizações combativas. Acreditamos ser necessário avançar nessa luta, exigindo empregos com direitos garantidos e construindo junto das mulheres Comitês de Autodefesa.

PALAVRAS FINAIS

Os ricos tentam nos dividir o tempo todo. Tentam tirar nosso tempo, para que, sozinhos, não possamos ver juntos os problemas que enfrentamos. Mas é preciso resistir. Sem essa resistência, nosso presente e futuro estarão perdidos. Somos condenados a uma vida de miséria, onde um curso superior já não garante um emprego estável. Nossos pais se esforçam para nos ajudar financeiramente. Muitos estudantes trabalham sem carteira assinada, sem direito a férias, décimo terceiro, folga ou faltas. Somos usados como mão-de-obra barata. Damos lucros imensos aos patrões, e quase sempre pensamos em abandonar o curso para ganhar algum dinheiro. Já é hora de dar um basta em toda essa situação. Não podemos tolerar mais! Convidamos todos os estudantes da UFPI, que desejam uma educação pública, gratuita e de qualidade a participarem do Coletivo Autonomia e Luta. Juntos somos mais fortes, e só assim venceremos!

IR AO COMBATE SEM TEMER!
OUSAR LUTAR, OUSAR VENCER!

É BARRICADA, GREVE GERAL,
AÇÃO DIRETA QUE DERRUBA O CAPITAL!

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[PI] Cine-Debate: Educação e Luta de Classes

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O Coletivo Autonomia e Luta, Filiado à Rede Estudantil Classista e Combativa, convida estudantes, trabalhadoras e trabalhadores para participarem da primeira atividade do Grupo de Estudos Primeiro de Maio.

Realizaremos um cine-debate com o tema “Educação e Luta de Classes”, através do documentário “Un Poquito de tanta verdad”, retratando o combate travado pelo povo de Oaxaca (México) na busca por uma melhor educação. Durante a atividade, além do debate, serviremos um café a todos os presentes.

A atividade será realizada dia 05 de Maio, um sábado, a partir das 09h da manhã, na sala 705 da UFPI de Parnaíba.

CONVIDE SEUS AMIGOS E PARTICIPE!

PARA NÃO ESQUECER:

Atividade: Cine-debate sobre Educação e Luta de Classes
Data: 05 de Maio (Sábado)
Local: Sala 705 da UFPI de Parnaíba
Horário: 09h

[RECC-PI] Dia Internacional da Mulher Trabalhadora (Coletivo Autonomia e Luta, UFPI/Parnaíba)

Nós do Coletivo Autonomia e Luta (CAL-UFPI/Parnaíba), filiado à RECC/FOB, convidamos todas e todos para nossa atividade referente ao Dia Internacional da Mulher Trabalhadora, para discutir os problemas enfrentados pelas mulheres do povo e pensarmos juntos formas de luta e resistência que garantam a vida, a dignidade, trabalho e direitos para mulheres. O evento acontecerá dia 08 de Março de 2018, uma quinta-feira, a partir das 18h na quadra da UFPI de Parnaíba. Convide seus amigos, participe!

DEBATES:
MATEMÁTICA/UFPI – A luta da mulher e a luta de classes;
SERVIÇO SOCIAL – Violência contra a mulher;
PSICOLOGIA/UFPI – Universidade e Assédio contra mulheres.

Apoio: Comitê de Propaganda da RECC no Piauí

A LUTA DA MULHER É A LUTA DO POVO
A LUTA DO POVO É A LUTA DA MULHER!
IR AO COMBATE SEM TEMER! OUSAR LUTAR, OUSAR VENCER!

Dia Internacional da Mulher Trabalhadora Rede Estudantil Classista e Combativa Federação das organizações Sindicalistas Revolucionárias do Brasil Coletivo Autonomia e Luta UFPI Parn

Evento no Facebook: aqui

[RECC-PI] A Conjuntura e as tarefas do Movimento Estudantil

por Comitê de Propaganda da RECC no Paiuí

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Um convite aos estudantes do povo!

Nós, do Comitê de Propaganda da Rede Estudantil Classista e combativa no Piauí iniciaremos o Ciclo Permanente de Debates com o tema: “A Conjuntura e as tarefas do Movimento Estudantil”, que tem por intenção mostrar nosso posicionamento em relação a situação do movimento estudantil atual no Brasil. A formação acontecerá no miniauditório da UESPI de Parnaíba, dia 08 de Abril, a partir das 15h.

Mais informações: http://www.cprecc-pi.blogspot.com.br/

 

COMBATER A REAÇÃO, O GOVERNISMO E O REFORMISMO!

CONSTRUIR A REDE ESTUDANTIL CLASSISTA E COMBATIVA!

TODO PODER AO POVO!