[RECC-RJ] CONTRA A PRECARIZAÇÃO, OCUPAÇÃO!

Nota da Rede Estudantil Classista e Combativa (RECC)
Oposição Classista Combativa e Independente/UERJ

No dia 26/09, estudantes independentes se organizaram e ocuparam o bandejão da UERJ maracanã, que se encontrava há mais de 1 ano fechado. A ocupação aconteceu por volta das 18h e contou com a presença de mais de 50 pessoas, cantando palavras de ordem contra o sucateamento da educação pública, cobrando a reabertura do bandejão no Maracanã e a implantação do bandejão nos campi externos.

Seguindo os métodos de democracia que defendemos(democracia de base), realizou-se uma assembleia para definir os moldes da ocupação. A partir dessa assembleia, os estudantes se organizaram para garantir a segurança, limpeza e preservação do espaço da ocupação e dos ocupantes. Por unanimidade, a assembleia decidiu que é proibida a entrada da UNE no espaço.

No dia 27/09, às 14h, ocorreu a assembleia docente da UERJ, onde a base da categoria votou apoio à ocupação e foram recebidos no bandejão pelos estudantes com palavra de ordem e agradecimento. Durante a assembleia docente, o DCE da UERJ (PT/PCdoB) fez uma fala apontando a ocupação como ilegítima e sectária. É importante ressaltar que esse mesmo DCE foi convidado a participar da ocupação, mas não se movimentou nem para apoiar, mostrando assim que só atravancam a luta e servem aos interesses do estado burguês.

Hoje, a Ocupação do Bandejão (Ocupação Bruno Alves), pode afirmar com toda certeza de quem constrói verdadeiramente a luta,que o bandejão funciona de modo autônomo e suficiente, com opção vegana, e que com tal ação faz também evidenciar quais caminhos são de fato acertados para impedir o avanço da iniciativa privada e os ataques neoliberais em nossa Universidade. Combatemos qualquer atitude sectária e de atravancagem de luta. Nesse período, fizemos um chamado a todos os alunos e pessoas em geral que fazem parte direta ou indiretamente da vida uerjiana. E assim,viemos superando as dificuldades e conquistando vitórias que são apenas um esboço para barrarmos de fato o avanço neoliberal,que tem como laboratório para tal política no plano da educação o sucateamento sistemático da UERJ,universidade pioneira de cotas e uma das mais populares do país.

Entendemos que não é a estagnação e o comodismo que produzirão resultados para o avanço e amadurecimento da nossa luta. É através da mobilização pela base que vamos alcançar nossas pautas reais.

Contra a burocratização do movimento estudantil!
Por uma luta independente construída pela base!
Ocupar, resistir, lutar pra garantir!

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[RMC – RJ]MANIFESTAÇÃO DE SERVIDORES ESTADUAIS TERMINA EM REPRESSÃO.

Servidores estaduais realizaram um Ato às portas do Palácio Guanabara contra Pezão, os atrasos do pagamento dos salários e as políticas de ajuste fiscal.

Ato Professores Palacio Guanabara 2

No dia 08 de agosto, as categorias do funcionalismo estadual se reuniram no Largo do Machado, zona sul carioca e marcharam em direção ao Palácio Guanabara em Laranjeiras.

O ato contava com a presença de profissionais da educação, estudantes e servidores da UERJ, funcionários da saúde e pesquisadores bolsistas das instituições de pesquisa do Rio de Janeiro.

Ao chegar às portas do prédio governamental, os manifestantes que reivindicavam a normalização da folha de pagamento, a melhoria das condições de trabalho e contra as medidas de fechamento de turmas e escolas, receberam a informação que não havia nenhum representante do governo para dialogar. Os manifestantes então decidiram iniciar uma vigília.

Cansados de esperar os servidores buscaram romper as grades e entrar no Palácio e foram reprimidos pela Polícia Militar que, em sua rotina sanguinária, começou uma ação desproporcional com bombas e spray de pimenta que pôs fim ao ato.

O Sindicato Estadual dos Profissionais da Educação (SEPE) convocou nova assembleia para a categoria no dia 12 de agosto, sábado, as 14 horas na ABI. Um dos pontos de pauta será a discussão sobre o indicativo de greve. A categoria se mobiliza para barrar as resoluções que buscam o fechamento de turmas e escolas.

[FOB-RJ] Da capitulação das centrais ao silêncio dos reformistas: a Greve Geral de 30 de junho

FOB-RJ

Um balanço da greve geral do dia 30 de junho é necessário. Apesar de importante, ela representou um claro declínio em relação ao movimento de ascenso de abril e maio. Esse declínio não foi consequência de uma queda da atividade e disposição de luta da classe trabalhadora. Foi, ao contrário, o resultado de uma política deliberada de desmobilização conduzida pela cúpula da burocracia sindical em conluio com o Governo Federal. Mas para isso colaboraram também a fragilidade de organização de base e o próprio papel titubeante das correntes de “oposição” (ligadas ao PSOL, PSTU, PCB). Também colabora a fragilidade organizativa dos setores autonomistas e libertários, que pouco avançaram na organização de base consequente, deixando esse terreno quase que livre ao reformismo e oportunismo.

A greve geral convocada para o dia 30 de junho vai ficar marcada pela capitulação das centrais sindicais(CUT, Força Sindical, UGT, CTB) e pela reação pouco efetiva das correntes sindicais de oposição (como a CONLUTAS), em especial no Rio de Janeiro. Essa fraqueza da reação se dá em razão do reboquismo histórico em relação às centrais e em razão da fragilidade da organização de base das categorias, fragilidade esta também induzida por estes mesmos grupos e correntes, que optam por ação de cúpula e desorganizam as organizações de base com muita frequência.

Como no 28A, a greve geral do dia 30 também foi marcada por fechamento de vias importantes da cidade, embora com menor força em função de todo desmonte realizado pelas centrais. O ato da tarde, embora cheio, com pelos menos umas 20 mil pessoas, não teve o mesmo impacto e folego que o 28A ou o 24M em Brasília. Aqui o silêncio dos reformistas diz mais que mil palavras. O ato marcado para às 17:00 h na candelária deveria seguir em direção à Cinelândia, e depois de muito tempo de concentração (que foi montado para ser um palanque, que demorou começava a rumar a rio branco, quando do nada parou após 200 metros de caminhada e parado ficou por cerca de 1 hora. Após todo este tempo, o carro de som composto tanto pelas centrais quanto por dirigentes dos partidos citados anunciam que o ato iria andar rumo a Central do Brasil. Essas manobras expuseram grande parte da massa presente à ação de provocadores e a repressão policial, e de forma, digamos, suspeita, deixou o bloco autônomo e combativo do ato exposto durante um longo tempo aos olhares da repressão e depois, com a manobra de redirecionar o ato para a Central do Brasil, procurou-se reforçar a ideia de que os mesmos não fazem parte do“ato legítimo” (campanha de desqualificação iniciada em Junho de 2013). Mesmo que isso não tenha sido intencional, sejamos ingênuos, essas decisões de cúpula dificultam a organização da resistência e mostra um profundo descolamento entre as direções (que tomam decisões sem qualquer debate justificativa) e as bases, que são jogadas de um trajeto para outro sem saberem a razão, ficando assim à mercê da repressão policial. Na rua, a mudança do trajeto do ato gerou confusão e mostrou a inexistência de uma tática clara, e as decisões de mudar o trajeto do ato são feitas quase sempre para desqualificar os “Black Bloc”, o grande bode expiatório para os crimes do reformismo.

A capitulação das centrais evidencia duas coisas: 1) todo o seu apego ao Estado; 2) e o medo de perder o controle das bases que controlam, tendo em vista o acirramento cada vez maior entre base e direção e a disposição da massa para a luta radical que ficou evidente nas últimas mobilizações no Rio e no país. O reboquismo frente às centrais pelos reformistas fica claro pelo silêncio frente ao ocorrido pelo chamado a unidade com as centrais sindicais.

Após a greve geral do dia 28 de abril e o ocupa Brasília de 24 de maio, onde as bases demonstraram sua real disposição para luta e os trabalhadores romperam a barreira policial e destruíram vários ministérios, as principais centrais sindicais do país convocaram uma nova greve geral para 30 de junho. Embora esta greve tenha demorado a sair, era necessária sua convocação. Nesse intervalo de tempo, as centrais sindicais, através da negociação de cúpula com o governo federal, conseguiram a promessa de veto a alguns pontos da reforma sindical, em especial o ponto que acabava com o imposto sindical, fator que garante a reprodução da burocracia sindical no controle dos sindicatos. A partir deste momento, elas começaram a destruir e desmobilizar a greve geral, inclusive mudando o nome para “dias de paralisações e lutas”.

Aqui no Rio de Janeiro, diversas categorias (SEPE, SINDISCOPE, CEFET, UFRJ, ADUR, entre outras) decidiram pela manutenção da chamada da greve geral e através do Sepe foi convocada uma plenária de entidades para organização da mesma. Foram realizadas duas plenárias, sendo a última realizada no dia 27 de junho. Nesta, nós do FOB e o SOS EMPREGO foram os únicos a defender a necessidade de garantir um grande ato combativo no final do dia e que este se dirigisse à ALERJ, em função desta casa não somente ser o centro de poder do governo estadual, como também os grandes protagonistas da aprovação de reformas de austeridade que prejudicam os trabalhadores públicos do Estado e consequentemente a classe trabalhadora usuária dos serviços públicos. As demais correntes políticas presentes (PSOL, PSTU, PCB) nada indicaram de ação para a greve geral, embora tenha de forma genérica criticado o desmonte da greve pelas centrais sindicais. Essa postura, na prática induz ao reboquismo em relação à política das centrais, reproduzindo os ecos da famigerada política de unidade de ação que imobilizou as resistências desde há muito tempo.

Esse silêncio mostra que tanto as centrais, quanto essas correntes reformistas, não querem imprimir uma estratégia e uma tática a greve geral. As centrais sindicais temem a greve geral. Elas não querem também ações radicais contra o Governo temer. Por isso, limitam a greve geral a um dia e não organizam ações radicalizadas. Por sua vez, as correntes sindicais reformistas, mesmo chamando a greve geral, consideram que esta só pode ser construída pela cúpula, com as centrais. Como as centrais não formulam uma estratégia, e a estratégia dessas correntes é seguir as centrais, ficamos presos num círculo vicioso. E esse círculo conduz a inefetividade do principal instrumento de luta da classe trabalhadora, a greve geral. Precisamos reconhecer: a greve geral do 30J não alcançou seus objetivos. Mesmo que tenhamos tido importantes momentos de resistência, isso não é suficiente. Uma greve geral não deve e não pode ser apenas um momento para demonstrar numero. Uma greve geral e a ofensiva, deve realizar resultados concretos, ou ela se desmoraliza. E a greve geral não fez isso porque ela foi meticulosamente desorganizada pelas centrais, e não encontrou nas bases outro centro organizador.

A greve geral precisa de uma estratégia e uma tática. A greve geral deve ter como estratégia, a paralisação não apenas da produção, mas a paralisação das condições de funcionamento dos centros de poder. Em termos táticos, uma greve geral tem de ser ofensiva, suas ações devem ser realizadas por meio de piquetes e marchas que garantam seus objetivos estratégicos. Marchas sem objetivos táticos claros (como no dia 28 de abril e 30 de junho) e shows não são as táticas para uma greve geral. Marchas para demonstrar número, atividades culturais são aceitáveis apenas em momentos de preparação, de educação das bases, não no momento da ofensiva. Toda greve geral deve ser convocada com movimentos de Ocupa os centros de poder e deve ter uma preparação real para realizar ocupações de fabricas e tomar o controle da produção.

Greve geral precisa ter tática e estratégia. As Centrais não irão elaborar essa tática e estratégia, pois elas sabotam a greve geral, elas temem a greve geral tanto ou mais que a própria burguesia. A tática e a estratégia da greve geral será elaborada somente a partir da base. Das direções sindicais temos visto desmobilização e capitulação.

Romper com as centrais sindicais e o sindicalismo de Estado: construir plenárias de base autônomas e construir a greve geral pela base!

Não podemos ficar a mercê da política das centrais sindicais que visa apenas se manter controlando a burocracia sindical e fortalecer a campanha eleitoral do PT e Lula em 2018 ou mesmo o chamado para uma nova eleição através do slogan “diretas já”. Ao mesmo tempo, não podemos nos submeter a política dos partidos reformistas, seja na formação de um bloco classista e combativo (termos usados apenas como fraseologia por estes setores), muito menos na palavra de ordem “Fora Temer”, que sem uma estratégia coerente é tão vazia quanto “diretas já”. Ambas as políticas levaram o povo a derrotas, perda de direitos e o aumento considerável da precarização da vida.

Nesse sentido, nós do FOB chamamos a construção da greve geral pela base agregando diferentes categorias, movimentos sociais e estudantes para organizar a luta e a resistência contra as reformas de austeridade. Essa greve não pode ser uma greve de 24 horas numa sexta-feira com um trajeto aleatório, que caminha de uma praça para outra. Devemos caminhar para uma greve geral por tempo indeterminado, combinado com ações de ocupa para uma verdadeira paralisação dos centros de poder e produção, fechando as vias centrais do centro da cidade, parando a produção de petróleo e os bancos, além dos serviços públicos. Tomar o controle da produção efetivamente. Essa greve somente será construída por uma Plenária Autônoma de Delegadas e Delegados de Base, e não por centrais e mesmo reuniões de dirigentes, por mais sinceros que estes possam ser.

 

[RECC-RJ] Boicotar as Eleições do DCE da Rural é Optar por Um Novo Caminho

Comunicado da OCCI-UFRRJ. Setembro de 2016.

Velhas Portas Não Abrem Novos Caminhos!
Boicotar as Eleições de DCE é optar por um novo ca­minho no Movimento Estudantil da UFRRJ e repudiar o oportunismo!

Nós, estudantes da UFRRJ, já estamos acostumados e acostumadas a viver sob a in­constância da Rural no que diz respeito a nossa segurança e condições de permanência na Uni­versidade. Atraso de bolsas; corte de gastos que comprometem pesquisas; carência de concurso para professores; sucateamento de salas, pré­dios e equipamentos; e especialmente a segu­rança no campus Seropédica e a violência contra as mulheres, visibilizada recentemente pelo mo­vimento “Me Avise Quando Chegar”. Em todos estes casos se faz notória a omissão dos repre­sentantes do DCE, eleitos nas últimas eleições. Isso ocorre devido a burocracia e oportunismo que existe no Movimento Estudantil, onde gru­pos como UJS (PCdoB), Levante (Consulta Popu­lar/PT), UJC (PCB) e PSOL disputam as eleições do DCE apenas para ter o aparelho, a máquina burocrática em suas mãos e se dizer represen­tante dos estudantes, além de fazer campanha eleitoral para seus partidos, desmobilizando a luta dos estudantes em prol de seus partidos.

A representação estudantil, na teoria, deve estar atenta e ao serviço das demandas dos e das estudantes, organizando e lutando junto a estes por uma Universidade que cuide e atenda suas necessidades, um espaço feito pelo povo e para o povo. Mas, assim como na de­mocracia burguesa, o que vemos entre nós são chapas usurpadoras das pautas estudantis que se utilizam destas para autopromoção, concha­vos políticos com reitoria e direções, além de projeção política em partidos aliados a estas for­ças parasitas dentro do Movimento Estudantil. A falta de diálogo com a base e a ausência de debates entre as chapas nos levam a conclusão que o parlamentarismo estudantil não passa de uma transposição da farsa eleitoral para dentro da comunidade acadêmica.

boicote-dce

Infelizmente, observamos a cada ano o desinteresse dos estudantes pelas ações dos Centros Acadêmicos e Diretório Central, um re­flexo da crescente insatisfação com a política oportunista e eleitoreira nestes espaços. Há os que ainda, de boa fé, depositam esperança nas eleições, de que será possível uma boa gestão administrada por partidos e pessoas com um discurso “de esquerda”, como o caso de estu­dantes independentes. No entanto, é um erro imediatista reduzir ou priorizar nossas ações à conquista de votos por chapas que logo se de­sunem e geram refluxo geral. Esta prática deve ser revista e dar lugar à luta pela união do movi­mento estudantil pela base, democrático, forte e atuante. É através da mobilização dos estudan­tes, em cada sala de aula e moradia estudan­til, que daremos um passo na conquista de nos­sos direitos. Realidade que só será conquistada através da aliança entre os movimentos estu­dantil, sindical e popular, unindo a luta dos pro­fessores, terceirizados, técnicos e estudantes; e nos organizando em agrupamentos políticos, preferencialmente em coletivos combativos, não eleitoreiros e não governistas, com vista a reali­zação do Congresso Estudantil pela base, e não por forças políticas oportunistas, como a UJS, UJC, Levante e PSOL.

Para isso, nós da OCCI – Oposição Classis­ta Combativa e Independente ao DCE da UFRRJ chamamos todas e todos ao boicote às eleições e a organização pela base para uma luta efetiva e combativa à precarização da Universidade, ao ajuste fiscal, e a política neoliberal de Dilma e Temer.

“Sei que a luta será longa e árdua, mas acredito firmemente na força da atuação coletiva das massas.”
Honestino Guimarães

Acesse o txt em pdf: boicote-dce

[RECC-RJ] Lutar para estudar! Estudar para lutar!

Boletim nº 01 do Comitê de Propaganda da Rede Estudantil Classista e Combativa (RECC) na UFF – Setembro de 2016

O processo de precarização das Universidades Federais se intensificou através do Reuni (programa de expansão sem estrutura das universidades federais) nos primeiros anos do governo Lula (PT/PMDB) e continuou por meio dos recentes cortes de Dilma no orçamento da educação, cujo lema do governo era Pátria Educadora.

O sucateamento do ensino e da estrutura também atingiu a Universidade Federal Fluminense. O aumento dos números de cursos e de vagas não acompanhou às demandas necessárias para a acomodação dos novos estudantes. As bolsas-auxílios são restritas a um número pequeno de estudantes e a moradia estudantil sobrevive com poucos lugares, além da expulsão das estudantes em decorrência de gravidez. E ainda excluem as mães-estudantes, pois a creche oferecida pela universidade possui estrutura precária e limitada.

EST

A falta de um passe livre e um bandejão sem as mínimas condições de servir os alunos, com larvas na comida, falta de copos e profissionais terceirizados sem pagamentos deixam claro a política excludente, que prejudica os alunos pobres. Política essa executada pela Reitoria que reprime qualquer movimentação, do DCE (PT/PCdoB/UJS/UNE) da UFF, que pouco faz pelos alunos através da política de conciliação (defende os interesses da Reitoria) e os Diretórios Acadêmicos que são praticamente inoperantes, demonstrando a necessidade de reorganização de um movimento estudantil classista e combativo na UFF, independente de partidos políticos, governos e reitoria.

CONSTRUIR O MOVIMENTO ESTUDANTIL CLASSISTA, COMBATIVO E AUTÔNOMO NA UFF!
POR MAIS BOLSAS-AUXÍLIOS E MORADIA ESTUDANTIL!
POR CRECHES PÚBLICAS E GRATUITAS!
PELO PASSE LIVRE GERAL E IRRESTRITO!
ELEIÇÃO É FARSA! NÃO VOTE, LUTE! 

Análise da OCCI-UFRRJ sobre o ME na Rural e Conjuntura no Brasil

Análise da Oposição Classista, Combativa e Independente – OCCI/UFRRJ– sobre o Movimento Estudantil na Rural e a Conjuntura no Brasil

1) Combater o governismo é uma necessidade! Por um ME classista!

a) Por que o Movimento Estudantil deve ser independente?
b) Ação Direta como uma alternativa política.
c) Oposição ao DCE e a sua estrutura.
d) ME classista: Estudantes como fração da classe trabalhadora – Perfil do Estudante
e) Abaixo a UNE, governista, oficial, pelega e reformista!
f) Propostas e reivindicações antigovernistas. Luta pela democratização do Acesso.

PELA CONSTRUÇÃO DE UM ME CLASSISTA, COMBATIVO E INDEPENDENTE!

Leia nossa Análise Conjuntural clicando aqui: Análise Conjuntural – tese

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