[PI] FORMAR O BLOCO COMBATIVO CONTRA A REFORMA DA PREVIDÊNCIA!

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Neste momento delicado, onde os nossos direitos – conquistados a duras penas – escorrem pelo ralo dos governantes, é preciso somar forças e combater sem tréguas os que querem fazer da nossa vida um pesadelo!
Assim, convocamos indivíduos e organizações autônomas para a formação do Bloco Combativo para a Manifestação contra a Reforma da Previdência, que ocorrerá amanhã, dia 22 de Março na Praça da Graça, a partir das 08:00h da manhã.

DERROTAR A REFORMA DA PREVIDÊNCIA COM AÇÃO DIRETA!
O PODER DO POVO VAI FAZER UM MUNDO NOVO!

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[RMC-PI] ASSEMBLEIA AUTÔNOMA DE ESTUDANTES DECIDE PAUTAS PARA A GREVE NA UESPI.

Imprima ou Baixe a matéria da RMC-PI

Aconteceu ontem (18.03.2019) uma assembleia autônoma de estudantes, que reuniu centros acadêmicos da UESPI de Parnaíba para debater as reivindicações discentes para a greve que se aproxima. Na reunião, que lotou o auditório da instituição, encontraram-se alunas e alunos de quase todos os cursos, assim como terceirizados que, juntos, apresentaram os problemas pertinentes à Universidade.
As e os estudantes foram uníssonos em apontar a precarização do espaço estrutural da Universidade: falta de laboratórios adequados, atualização da biblioteca, salas sem as mínimas condições de funcionamento, com cadeiras quebradas e/ou muito danificadas, ar-condicionados que não funcionam, ausência de segurança no campus, e até mesmo a ausência de produtos de limpeza (não repassados desde novembro do ano passado). Além disso, todas as bolsas (PIBIC, PIBEU, auxílio moradia, auxílio alimentação, dentre outras), que já se acumulavam em atrasos, foram cortadas, tornando impossível a vida de estudantes pobres e/ou vindos de outras cidades para Parnaíba. Trabalhadores terceirizados, por sua vez, relataram um atraso de 05 meses em seus salários, além de cortes no número de trabalhadores, falta de condições estruturais de trabalho e assédios da direção do campus. “Estamos pagando para trabalhar”, afirmou uma terceirizada, contando à assembleia que tem gastos com transporte e alimentação não subsidiados pela Universidade, e que já espera a represália da Universidade por estar naquele espaço.

Assembleia estudantil UESPI

AS LIÇÕES DAS GREVES ANTERIORES
A RECC, desde 2016, debate os problemas da Universidade e constrói coletivamente formas de superá-los. Na greve daquele ano, demarcamos a prioridade de se construir Comitês de Greve por Curso (GDCs), no intuito de ampliar a capacidade de luta dos discentes, criando pautas específicas e apoiando, também, a luta dos professores. (https://bit.ly/2CljFob). Após a greve, no boletim “A Luta Estudantil”, avaliamos que só não fomos completamente vitoriosos por conta da secundarização das demandas estudantis diante das pautas docentes. (https://bit.ly/2Fdtc1f). Além disso, no documento que debatemos a criação de um coletivo de curso na História, apontamos nosso olhar para mobilizações anteriores, onde autonomamente, alunas e alunos deflagraram greve e conquistaram boa parte da ainda precária estrutura que possuímos pela via da ação direta, assim como garantiram a contratação de diversos professores. (https://bit.ly/2Flj6fU)

O QUE ARGUMENTA O GOVERNO
Wellington Dias (PT) é enfático em afirmar que cumprir as demandas estudantis, docentes, de técnicos administrativos e terceirizados significa infringir o teto de gastos do Estado. Por conta disso, pede que reconsiderem a greve diante do quadro financeiro piauiense. Ironicamente, no fim de 2018, Dias lançou um edital que garantia R$26,2 milhões para aluguel de aeronaves que deveriam ficar à sua disposição e de sua família. Em 2017, seu filho foi condenado a ressarcir aos cofres públicos a quantia de R$ 17.267,00, valor usado por ele para o deslocamento e hospedagem em um resort em Barra Grande (PI) em 2015. Ao que parece, o governo Wellington Dias é quem patrocina um violento trote aos calouros (e veteranos) da UESPI.

SEM ILUSÕES, NEM PESSIMISMO
O projeto de desmonte da educação pública é algo que passa, passou e passará pelas mãos de todos os governos do Estado, e por isso, já não nos iludimos com a possibilidade de um governo “popular”, que olhe pela educação piauiense. Esta, mesmo na situação em que se encontra, foi arrancada das mãos dos poderosos com combates permanentes, e não dadas pelas almas caridosas que administram o dinheiro dos ricos no Piauí.
Mesmo nessa situação calamitosa, parte das e dos alunos rejeitam a possibilidade de greve. Existe a ideia disseminada de que a greve atrasará a conclusão do curso, ou mesmo que o movimento “não muda nada”. Lembramos que raras foram as vezes onde as turmas reteram um semestre sequer por conta da greve, onde a maior consequência “negativa” foi a reposição das aulas em finais de semana e nas férias, o que, se pesado com a devida atenção, parece pequeno diante dos ganhos obtidos em outros movimentos que aconteceram na UESPI.
É preciso antes de mais nada afastar o fantasma que assombra a cabeça de discentes que acreditam que a greve nada pode trazer de bom. A única luta que se perde é a que se desiste, e com isso, é necessário fortalecer entre as e os estudantes o pensamento de que sem reivindicar nossos direitos, os parasitas do povo tratarão de muito em breve tomar o pouco que já conseguimos.
Além disso, outra necessidade é compreender que apesar da luta pela UESPI ser geral, cada grupo que pertence à instituição tem demandas exclusivas, e que devem ser tratadas como prioridade e com igualdade. Dessa perspectiva, terceirizadas, terceirizados, discentes, docentes, técnicos administrativos e a comunidade em geral acolherão a luta pela UESPI como sua, e uma autêntica unidade de classe brotará desta relação, que pode enfim derrotar o projeto de sucateamento da UESPI.

OS RESULTADOS DA ASSEMBLEIA
Após exporem as questões descritas acima, decidiu-se por um ato na porta da UESPI, que marca o início de um processo grevista discente, amparado unicamente na capacidade política de estudantes, trabalhadores da instituição e na solidariedade de classe vinda de escolas, institutos e universidades parnaibanas, piauienses e brasileiras. Um outro ato está marcado para a quinta-feira (21.03.2019), ÀS 17:30h no Mirante, com confecção de cartazes às 15:00h na UESPI.
Defender a UESPI é defender o futuro da educação pública no Brasil e combater os inimigos do povo! Nós, da Rede Mídia Classista (RMC), filada à Federação das Organizações Sindicalistas Revolucionárias do Brasil (FOB), deixamos aqui nossa solidariedade, convertida em ação de apoio mútuo à causa dos que constroem a Universidade Estadual do Piauí.

REIVINDICAÇÕES DAS E DOS ESTUDANTES:
– Ampliação, manutenção e pagamento das bolsas estudantis
– Mais segurança no Campus
– Melhoria estrutural da Universidade (investimento na reparação/atualização de laboratórios, banheiros, biblioteca e salas de aula)
– Renovação dos contratos de docentes temporários

REIVINDICAÇÕES DAS E DOS TERCEIRIZADOS:
– Pagamento dos salários atrasados;
– Fixação de data para o pagamento dos salários;
– Contratação de novos trabalhadores;
– Fim das retaliações da direção contra as e os terceirizados que ousam lutar por um trabalho digno.

IR AO COMBATE SEM TEMER!

OUSAR LUTAR, OUSAR VENCER!

 

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[FOB-PI] Lançamento do boletim “Combate”!

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Lançamos a segunda edição do boletim “Combate”, que agora representa o núcleo da FOB em Parnaíba. Baixe <aqui> ou confira as matérias na íntegra:

UMA MUDANÇA NECESSÁRIA
Ainda no passado, começamos a publicar o boletim “Combate” em Parnaíba. Naquela época, ele circulou como veículo de propaganda do Coletivo Autonomia e Luta (CAL) da UFPI. Após intenso trabalho de base, propaganda, debates, formações políticas e participação em atos e manifestações, a FOB em Parnaíba cresceu. Por conta disso, hoje o “Combate” representará todas as organizações filiadas à FOB na cidade. Por ele, levaremos a voz de milhares de trabalhadoras, trabalhadores e estudantes que aqui tentam sobreviver. O espaço também está aberto para grupos e organizações independentes, isto é, que não possuem ligações com partidos, políticos, governos e patrões.

SOBRE A GREVE DOS PROFESSORES DA FID
Desde o mês de Novembro do ano passado, professoras e professores do curso de História da Faculdade Internacional do Delta (FID), em Parnaíba, estão em greve. Nada mais justo, uma vez que os salários, já baixos, acumulam-se em consecutivos atrasos. Imagine só, trabalhar o mês inteiro e não receber seu salário! Como pagar as contas, que só aumentam na medida em que não são pagas? Como se alimentar? Como garantir a própria sobrevivência assim? É impossível!
Precisamos lembrar ainda da coragem destes docentes que, mesmo em uma faculdade particular, ousam lutar para garantir mínimas condições de trabalho, dando um grande exemplo de combate pelo que é nosso por direito.
Ao nosso ver, a causa disso está na ganância desenfreada dos tubarões da educação, que ganham rios de dinheiro por meio de programas como o FIES, e mesmo assim, não querem pagar seus funcionários!
Podemos observar que em outras crises desse tipo no Brasil, as faculdades são arrendadas por um grupo de empresários da educação ainda maior, que geralmente substituem o curso presencial por EAD. Os estudantes precisam ficar atentos, para que não se deixem enganar pelo processo de precarização do trabalho e da educação!
Diante disso, deixamos aqui nossa solidariedade e disposição para colaborar neste processo, dando nosso incondicional apoio a já histórica greve dos professores da FID!

ESTUDANTES DA UFPI PODEM NÃO RECEBER BOLSA ESSE ANO
A realidade da Universidade Federal do Piauí, campus Parnaíba (agora em processo de se tornar UFDPar) é de clima sempre instável. Vindo de uma sequência de cortes nos trabalhadores terceirizados e na assistência estudantil que já não é suficiente para a realidade dos estudantes, chega como um balde de água fria com o corte total da BAE (Bolsa de Auxílio Estudantil) para esse semestre.
Esta bolsa, de valor ainda baixo de 400 reais, serve como suporte para que diversos estudantes possam sobreviver, ainda que com dificuldades, enquanto enfrentam a jornada acadêmica. O processo de mudança de universidade acontece sem transparência, com um grande foco em construir prédios cheios de laboratórios e elevadores, mas nenhum interesse em garantir a permanência dos estudantes da classe trabalhadora na universidade.
Entendemos isso como um nítido processo de elitização da universidade, que é nossa. Sem bolsas, os filhos e filhas de trabalhadores e trabalhadoras dificilmente poderão continuar seus estudos, uma vez que as bolsas garantem que discentes não dividam-se entre algum trabalho de meio expediente (geralmente recebendo pouco e trabalhando muito) e os estudos.
Precisamos portanto lutar pela garantia dos auxílios estudantis, pela garantia da nossa permanência nesse espaço e a dos futuros estudantes. Precisamos construir uma Universidade a serviço do povo!

GREVE NA UESPI!
Entra ano, sai ano e a Universidade Estadual do Piauí continua sofrendo com sucateamento e corte de verbas. O governador Wellignton Dias( PT) está propondo uma nova reforma admirativa para tirar ainda mais da educação, levando a UESPI para o fundo do poço. Professores e estudantes estão construindo uma greve, para defender seus direitos.
No dia 27 de março em Assembleia da Adcesp, os docentes optaram pela greve no dia 18/03 e na primeira semana de aula haverá mobilizações. Nós da RECC defendemos uma greve dura, e autônoma, construída por professores e estudante. Mas não podemos esquecer da greve de 2016, quando os alunos foram totalmente silenciados por pessoas que também participavam da greve, dizendo que as pautas estudantis eram “supérfluas”.
Nosso apoio a greve é inconteste, mas lembramos da necessidade de unidade das pautas, e para que episódios como o ocorrido em 2016 não mais aconteçam. Enquanto estudantes, precisamos apontar que estamos sofrendo cortes de bolsas estudantis e de programas de auxilio estudantil como o PIBIC PIBEU; além disso, cortes no auxilio alimentação e moradia. Até mesmo as monitorias remuneradas não existem mais. Isso significa que a UESPI fechará as portas para estudantes pobres, ou que moram em outras cidades; Muitos passam o dia todo na UESPI sem nem mesmo alimentação. Vivemos em situação de abandono, com desumana crueldade. Precisamos urgentemente propor ações e mobilizações, para conquistarmos e assegurarmos nossos direitos!
A UESPI, que deveria ser uma referência como polo de produção de conhecimentos é totalmente sucatedada: Desde Novembro de 2018 não temos material de limpeza, algumas salas de aula sem ar condicionado, carteiras quebradas, os carros, com documentos atrasados, não possuem sequer verba para o combustível. Nossa biblioteca, que deveria estar sempre atualizada, é defasada quanto aos materiais oferecidos, com pesquisas obsoletas e técnicas em desuso desde a muito tempo.
No dia 01 de março houve uma Assembleia com os estudantes, algo que gerou supressa foi uma Assembleia discente sendo convocada por professores. Nela, foi decidido que as pautas estudantis seriam colocadas junto a dos professores. Essa foi uma decisão dos alunos justamente pelo fato das pautas estudantis serem sempre colocadas como segundo plano.
A educação sempre é atacada pelos parasitas do povo, a nossa força é enorme, todos os direitos da classe trabalhadora, estudantil e das mulheres foram conquistados pelo povo com ação direta e organização, com muita luta, não foi nenhum algoz de livre e espontânea vontade que sancionou uma lei, foi a organização da classe trabalhadora cobrando por direitos que conseguiu alcançar suas reinvindicações politicas.

CALENDÁRIO DE ATIVIDADES DA FOB EM PARNAÍBA:
14.03.2019: Recepção dos calouros da UFPI + Debate sobre o Dia Internacional da Mulher Trabalhadora
15.03.2019: Formação política sobre o Sindicalismo Revolucionário
16.03.2019: Aula-treino do Comitê de Autodefesa das Mulheres e LGBTs

CONSTRUIR A FOB É CONSTRUIR UM NOVO FUTURO!
A Federação das Organizações Sindicalistas Revolucionárias do Brasil – a FOB (ex-Fórum de Oposições pela Base) é uma organização que reúne organizações de base, profissional e ocupacional de acordo com o seguintes ramos: Ramo da Educação, Ramo Estudantil, Ramo do Serviço Publico Federal, Ramo da Industria de Transformação e Ramo Agropecuário e Ambiental. As oposições ou organizações de base é um tipo organizativo informal que se opõe à tutela estatal e empresarial sobre o movimento estudantil, sindical e popular, tendo estrutura de organização e objetivos próprias que negam qualquer tipo de ingerência do legalismo, corporativismo e colaboracionismo.

Assinam o boletim: Comitê de Propaganda da RECC no Piauí; Coletivo Autonomia e Luta (CAL-UFPI) ; Rede Mídia Classista (RMC) ; Federação das Organizações Sindicalistas Revolucionárias do Brasil (FOB) – Núcleo Piauí

[CAL-UFPI/Parnaíba] Recepção de calouros e debate sobre o Dia Internacional da Mulher Trabalhadora

Coletivo Autonomia e Luta UFPI Parnaíba Piauí RECC FOB Recepção de calouros dia internacional da mulher trabalhadora

 

Nós, do Coletivo Autonomia e Luta (CAL), da UFPI de Parnaíba e filiado à Rede Estudantil Classista e Combativa (RECC) e à Federação das Organizações Sindicalistas Revolucionárias do Brasil (FOB) convidamos todas e todos para nossa recepção de calouros, que acontecerá dia 14 de Março, às 12:30 na quadra da UFPI de Parnaíba. Durante a recepção, debateremos a situação da UFPI e discutiremos sobre o Dia Internacional da Mulher Trabalhadora.

Participe!

 

[FOB-DF] PELO DIREITO DE ESTUDAR E ENSINAR!

Há pessoas que querem embarreirar alguns assuntos muito importantes na escola, com argumentos autoritários e “moralistas”. Por isso viemos desfazer alguns enganos.

1- Educação sexual não é para aprender a fazer sexo. É PARA AJUDAR AS PESSOAS A SE DEFENDER DO ABUSO SEXUAL e também para ensinar a NÃO ABUSAR DOS OUTROS, principalmente das mulheres. Além disto serve para prevenir a gravidez precoce.

2- As e os estudantes TÊM DIREITO DE CONHECER A LUTA DAS MULHERES PELOS SEUS DIREITOS, conhecida como feminismo.

3- As várias correntes de pensamento teórico e político devem ser apresentadas na escola; faz parte do conteúdo e não obriga ninguém a seguir o pensamento do/a professor/a.

4- A escola deve abordar as várias religiões sem impor nenhuma delas. É PRECISO FALAR SOBRE AS RELIGIÕES AFRO-BRASILEIRAS, parte importante da cultura negra e da história do Brasil. Templos e pessoas estão sendo agredidas por causa da ignorância e do racismo.

5- A escola precisa ensinar sobre os direitos de trabalhadores e estudantes, e as lutas que lhes deram origem, para EVITAR QUE AS PESSOAS SEJAM EXPLORADAS. Todos estes pontos estão assegurados pela Lei de Diretrizes e Bases da Educação, (art. 3 o ).

Nós, do núcleo sindical de trabalhadoras/es da educação da FOB-DF, defendemos uma escola democrática: que professores, servidores, estudantes sejam respeitados e possam debater suas concepções sem serem ameaçados ou reprimidos. É necessária a liberdade da comunidade de se organizar coletivamente através de grêmios, comissões, sindicatos e movimentos sociais.

ABAIXO A REPRESSÃO FUNDAMENTALISTA E ANTI-CIENTÍFICA NAS ESCOLAS!

NÃO A FARSA DO “ESCOLA SEM PARTIDO”!

GREVE GERAL PELA LIBERDADE E PELOS DIREITOS DO POVO!

[FOB-DF] Por que somos contra a militarização das escolas de Ibaneis (MDB)?

1 – O projeto está sendo implantado sem amplo debate com a comunidade e atropela a gestão democrática. As “assembleias” chamadas em cima da hora estão sendo usados como espaços de manipulação pelo GDF.

2 – O governo quer gastar mais com militares nas escolas, mas retirar direitos como Passe Livre Estudantil, direito fundamental de acesso a educação, afetando a renda das famílias. 

3- Se o Governo vai dar mais dinheiro para as escolas sob intervenção militar, por que não dar esse dinheiro para as outras escolas? Isso é uma clara manobra para favorecer o projeto perante a opinião publica. Queremos mais verbas para todas as escolas, sem privilégios!

4 – O governo quer disciplinar os jovens pela repressão policial. Temos a policia que mais mata no mundo e nem de longe temos a melhor segurança. Precisamos é de Igualdade Social para termos qualidade de vida.

5 – A policia dentro das escolas irá promover um clima de repressão e perseguição a todos aqueles que não concordem com suas ações, desestimulando a participação da comunidade escolar.   

A educação não é uma bolha, vivemos no país mais desigual do mundo e isso se reflete na educação. As 5 pessoas mais ricas do Brasil detém uma renda maior que 50% da população.  A taxa de desemprego entre a juventude está na casa dos 30%. A militarização não resolveu no passado e não resolverá os problemas da educação. O problema da Educação é a falta de verbas e a desigualdade social!

Não a militarização! Por uma revolução educacional que garanta acesso, qualidade e democracia.

Greve geral pelos direitos do povo! Em defesa do passe livre!

Federação das Organizações Sindicalistas Revolucionárias do Brasil (FOB), seção Distrito Federal e Entorno.

[RMC] Trabalhadores terceirizados sofrem com descaso das empresas e do Governador do estado do Piauí

 O ano de 2018 está sendo marcado pelos constantes atraso de salário, ticket de alimentação, férias, dos terceirizados do Estado do Piauí. O governador Estadual Wellington dias  ( PT ) junto com as empresas faz descaso com 16 mil terceirizados que prestam serviço para o Estado, deixando os trabalhadores sem receber seu  salário  durante meses .  Nesse vídeo os terceirizados da Universidade Estadual do Piauí  denunciam as dificuldade que eles vem passando

*foram feitas edições no vídeo para dificultar o reconhecimento dos terceirizados para evitar perseguições

Vídeo produzido por:

RECC – Rede Estudantil Classista e Combativa

FOB – Federação das Organizações Sindicalistas Revolucionárias do Brasil

RMC – Rede de Mídia Classista

                            EFETIVAÇÃO DOS TERCEIRIZADOS JÁ!