[RMC-RJ] Boletim número 3 do Diário Classista

O coletivo Comerciários em Ação, lançou o terceiro número de seu boletim, o Diário Classista.

O coletivo está panfletando nas lojas e supermercados do Rio de Janeiro, atuando para conscientizar e mobilizar a categoria para a luta pelos seus direitos e reivindicações.

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Leia aqui o Diário Classista número 3: diário classista_3

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[FOB-RJ] O incêndio do Museu Nacional e o avanço do neoliberalismo

A tragédia do Museu Nacional da UFRJ (MN-UFRJ) revela a precariedade das condições das instituições públicas de ensino, pesquisa e cultura pelo país. Na mídia corporativa, não faltam matérias, desde pelo menos 1978, ainda na Ditadura Empresarial-militar, sobre as péssimas condições que se encontravam as instalações do MN-UFRJ. Na UFRJ, desde pelo menos 2011, já ocorreram 5 incêndios, evidenciando a precariedade das instalações e o risco que correm trabalhadoras e trabalhadores, estudantes e vistantes.

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Mais de 30 anos de política neoliberal no país só escancaram o projeto de país a serviço da classe dominante. Nos últimos anos gastaram bilhões para destruírem o Maracanã e nunca teve interesse em repassar recurso para o MN- UFRJ que fica a dois quilômetros do Estádio, destruído, mesmo tombado pelo IPHAN. Mas o projeto de cidade e governo do PMDB, atual MDB, e de seu parceiro, o PT, tinha como objetivo a realização de mega eventos do capitalismo global vinculado a FIFA e o COI, e não em melhorar e preservar museus e equipamentos públicos frequentados pela classe trabalhadora do subúrbio carioca e da baixada fluminense. A Polícia Militar e a Guarda Nacional atacou até os visitantes da Quinta da Boa Vista e do MN-UFRJ, no dia 16 de junho de 2013, abertura da Copa das Confederações da FIFA.

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[FOB-RJ] A condenação dos 23 e o avanço do Estado Penal Repressor

No último dia 17 de julho foi publicada a condenação dos 23 militantes políticos perseguidos por terem participado das manifestações populares de 2013 e 2014 no Rio de Janeiro. Na sentença do juiz Flávio Itabaiana, do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro, a maioria foi condenada à 7 anos de prisão em regime fechado. Os crimes apontados seriam de dano à propriedade pública e privada, lesão corporal, associação criminosa e corrupção de menores.

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Considerando a condução autoritária do juiz Itabaiana e o contexto de recrudescimento do Estado Penal Repressor, essa condenação em primeira instância infelizmente já era esperada. Portanto a resistência ao avanço do autoritarismo é tarefa imediata.

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