[RMC-RJ] Burocracia sindical da UGT trai os garis do Rio de Janeiro

Sindicato trai garis e funcionários da Comlurb no RJ. Mais um capítulo do longo histórico de traições do ASSEIO – Sindicato dos Empregados de Empresas de Asseio e Conservação contra os garis da COMLURB.

Assinatura do Acordo entre a burocracia sindical e o prefeito da cidades do Rio

leia aqui GARIS RJ

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[FOB-RJ] Diário Classista – Boletim dos Comerciários em Ação

Por Comerciários em Ação

O coletivo Comerciários em Ação, que se organiza no Rio de Janeiro, lança seu primeiro boletim: Diário Classista. (Acesse aqui o pdf DIÁRIO CLASSISTA)

O Coletivo faz trabalho de agitação e de organização das trabalhadoras e trabalhadores do comércio, principalmente dos supermercados da cidade. Estão no esforço para convocar a categoria o Círculo de Trabalhadoras e Trabalhadores do Comércio. Uma organização autônoma e classista em defesa da ação direta e do socialismo.

AVANTE!!! 

 

 

 

 

 

 

[ORC-RJ] Derrotar a burocracia sindical! Respeitar as decisões da categoria! Construir o Sindicalismo Revolucionário!

Por ORC-RJ

Leia o texto completo em pdf BOLETIM ORC – RJ

Entenda as mentiras e verdades sobre a assembleia eleitoral do SEPE de 2018
A última assembleia eleitoral do SEPE, realizada dia 24 de março, no Clube Municipal, contou com a presença de 490 filiados e foi marcada por divergências e muito oportunismo. Porém, mais uma vez conseguimos limitar a burocracia sindical e garantir que fosse respeitada uma decisão congressual da categoria.
A questão principal e ponto de maior divergência entre as correntes foi aquela aprovada em 2014 no Congresso do SEPE: de que ficasse limitado a dois mandatos a eleição de diretores em cada instância (Sepe central e Núcleos/Regionais).
Os fatores mais complicadores foram 1)que a decisão aprovada em 2014 não havia sido bem redigida na Ata daquele congresso (não especificando sem sombra de dúvidas a reeleição por instância do sepe), e 2) a imperdoável desatualização do registro do Estatuto do SEPE com uma deliberação de 2014. O que abriu margem para que setores oportunistas tentassem deslegitimar a decisão política da categoria em Congresso.

O que essa assembleia podia decidir?

Essa assembleia não pode mudar estatuto ou deliberações de congresso. Ela pode regulamentar as eleições, com deliberações sobre calendário, formação da comissão eleitoral e etc. Tudo isso dentro do texto de um regimento para as eleições do sepe. Esse texto tem que estar de acordo com as deliberações anteriores das instâncias da categoria. Principalmente a maior delas: o congresso.
A polêmica se deu na redação do regimento onde devia ser descrito os critérios para elegibilidade dos filiados que quisessem concorrer às eleições. E nesse texto houve apresentação de mais de uma redação com interpretações diferentes do que foi deliberado no congresso de 2014.
Os tensionamentos e as práticas oportunistas. De um lado uma burocracia que queria se manter a qualquer custo – os golpistas

De um lado o oportunismo de algumas agrupações políticas que atuam no SEPE que tentaram invalidar a deliberação de 2014 do congresso, seja alegando que esta não podia ser cumprida por completo ou parcialmente (restringindo a deliberação de limitação das reeleições apenas para a eleição do SEPE Central) . O discurso de invalidação parcial partiu de alguns diretores na reunião da direção do sindicato, dias antes da assembleia. Na assembleia do dia 24 de março entretanto, só apareceu a proposta desses setores de invalidar por completo a deliberação do congresso. Qual foi a estratégia desses grupos? Uma militante do coletivo Paulo Romão (que compunha até pouco tempo a CS – Construção Socialista) e diretora do Departamento Jurídico do SEPE, tentou dar um golpe, afirmando que a regulamentação da limitação da reeleição feria o estatuto. Isso gerou uma confusão (proposital desses grupos). Ela apresentou o texto do estatuto que era anterior ao congresso de 2014. Depois foi alegado que as diretorias que ocuparam o sepe desde 2014 não fizeram os procedimentos jurídicos necessários para sua atualização. Ou seja, teria faltado registrar burocraticamente em cartório. Se isso é verdade ou não, não é problema da categoria que deliberou por ampla maioria a limitação dos mandatos, das licenças sindicais, limitação de duas diretorias concomitantes (um núcleo e sepe central, por exemplo), etc. Medidas para tentar desburocratizar e renovar paulatinamente nosso sindicato e que foram tomadas por ampla maioria em seus legítimos congressos.
  A manobra dessa diretora foi rechaçada quando a assembleia não atendeu sua proposta de excluir a limitação das reeleições por mais de 2 mandatos do texto do regimento eleitoral. Por isso PT, Ação Crítica, PSTU, MES e Coletivo Paulo Romão vergonhosamente se retiraram da assembleia, sob vaias e gritos de golpistas da maioria presente que permaneceu na assembleia! Continuar lendo

[ORC -RJ] A resistência e combate à precarização da educação: só a organização de base nos levará à vitórias

A precarização da rede estadual de ensino do Rio de Janeiro caminha cada vez mais rápida a cada ano que passa e a cada ano que entra. Desde o início do Plano de Metas (fins de 2009 e início de 2010) o projeto neoliberal privatista da educação caminha. Não obstante as diversas resistências da categoria (greves de 2011, 13, 14 e 16, não lançamento de notas, boicote ao SAERJ) e as ocupações das escolas em 2016, que impediram um avanço maior de tal projeto, a crise econômica iniciada no final de 2015 aprofundou a precarização da escola pública e do trabalho docente.

PANFLETO ORC

Marielle presente! Anderson Presente! Organizar uma Greve Geral contra o Extermínio do Povo Negro!

Por FOB-RJ         Marielle presente! Anderson Presente!
Organizar uma Greve Geral contra o Extermínio do Povo Negro!

Marielle Franco, ativista da luta das mulheres e do povo negro, militante e vereadora do PSOL, foi assassinada. O trabalhador, motorista, Anderson Pedro Gomes também foi assassinato. O crime é assassinato político, mais um na lista de vários assassinatos de lideranças comunitárias do campo e da cidade. Marielle foi assassinada, certamente, em razão das denúncias que realizou contra Polícia Militar e o Estado de Execção que impera nas favelas do Rio de Janeiro e da denúncia do genocídio do povo negro e pobre. Mulher, assassinada no mês do dia internacional das mulheres, mostra que o caráter Patriarcal e racista da “Democracia” brasileira não comporta uma mulher negra e da favela que questiona o Estado de Exceção e a violência da polícia.

São cumplices desse crime todos os chefes de Estado, todos os que permitiram a autonomia da polícia corrupta, todos os que apoiaram o delírio desenvolvimentista às custas do sangue da favela, todos os que apoiam a militarização: Cabral, Paes, Pezão e todos os seus aliados na esquerda e na direita que alimentaram as condições para a emergência das milícias, do Estado de Exceção para os garantir os megaeventos e da política de guerra as drogas. É um crime que tem muitos culpados e não apenas os que puxaram o gatilho e os que deram a ordem. Essa é a essência do assassinato político, mais um capítulo do genocídio do povo negro no Brasil sustentado em múltiplas partes da sociedade.

Manifestamos nossa solidariedade aos familiares, aos militantes do PSOL e os seus companheiros mais próximos. Manifestamos nossa solidariedade a companheira e a família do Anderson  Gomes. Todo ativista que tomba em defesa da causa dos trabalhadores deve ser reconhecido por todas as forças políticas e ideologias. Registramos então nosso repúdio veemente ao assassinato político e reafirmamos a necessidade de aprofundar a luta, de aprender com essa dura lição a necessidade de combater o sistema pelo único meio possível: a organização e ação direta de massas.

É também louvável as reações de solidariedade e a mobilização que já se gerou no Rio de Janeiro, embebida na dor e indignação. Mas não podemos esquecer que a morte de Marielle foi um capítulo a mais das mortes em Acari, no Alemão e em todas as favelas do Rio, que ela e outras organizações populares denunciam. E teremos avançado mais no dia em que a morte dos pretos e pobres anônimos gerarem tanta indignação e mobilização quanto a morte da ativista Marielle.

Mas agora é momento de luto e de luta. Devemos organizar e construir uma greve geral contra o extermínio do povo negro, uma Greve Geral Já! Convocar atos semanais, parar o Rio de Janeiro e exigir a desmilitarização das favelas e punição imediata dos culpados. Devemos demonstrar que esse crime não intimidará os lutadores, ele incendiará a luta. Vamos mostrar que a luta não é em vão e que essa covardia custará caro ao sistema podre e corrupto do Estado burguês brasileiro.

Ousar Lutar, Ousar Vencer!

Marielle Vive! Anderson Vive!

Greve Geral contra o Genocídio do Povo Negro!

Ação Direta Já!

Pela greve global de mulheres! Avante mulheres do povo!

FOB – RJ
(…)mulheres da classe trabalhadora, inclusive as que estão desempregadas ou na informalidade, seja do campo ou da cidade. Estas mulheres são, em sua maioria, negras ou indígenas. É sob as mulheres do povo que também perpassam as opressões pela sexualidade e identidade de gênero, como no caso das violências sofridas por mulheres lésbicas e/ou trans.(…). É urgente que as mulheres da classe trabalhadora tenham como horizonte em sua luta, a autodefesa, a independência aos partidos políticos, governos, empresas e ao Estado. (Subsídio ao II Encontro Nacional de Oposições Populares, Estudantis e Sindicais).

  1. Convocatória CNT Espanha 8M – Greve Geral Feminista http://www.nosostras.cnt.es

    A nós, mulheres do povo, sobram as migalhas das riquezas produzidas com nossos braços e mentes, sobram as ofensas e humilhações mais ultrajantes, as violências mais brutais desse sistema econômico que só faz aumentar a exploração da classe trabalhadora pela classe que se apodera injustamente das nossas energias para servi-la. A nós, mulheres negras, indígenas e trans, são reservados os menores salários de trabalhos mais precarizados, mais desvalorizados socialmente, as jornadas de trabalho mais extensas e exaustivas. Enterramos nossos filhos e parentes, quando não somos nós mesmas enterradas por guerras criadas e promovidas pelo Estado para cercar e calar o povo pobre. A mensagem do genocídio cotidiano cometido pelo Estado, suporte da classe burguesa, é de que vidas negras, indígenas, trans, não importam.

Nos dizem há um século que a saída para a desigualdade de gênero é votar pela representatividade feminina no parlamento; que precisamos estar unidas, enquanto “mulheres”, para o combate contra o machismo cotidiano; que as leis punitivas contra as várias violências machistas sofridas por mulheres serão eficazes; que a luta pelo acesso a altos postos de trabalho tende a diminuir a hierarquia entre homens e mulheres. Esses são os principais caminhos martelados para destruir ou diminuir as mazelas do patriarcado. A realidade já teve seu tempo de provar o contrário. As taxas de feminicídio e estupro crescem vertiginosamente conforme a crise econômica que vivemos, independente da aplicação de lei punitiva, de mulher presidente, senadoras, deputadas, delegadas, juízas, etc.

Esses feminismos burgueses e liberais convenientemente se esquecem que vivemos em uma sociedade de classes: que o parlamento estatal existe para defender a ordem burguesa de exploração econômica, que “as mulheres” não são todas iguais (ainda existem sinhás!), que o alto cargo de trabalho conquistado por mulheres tem como único efeito legitimar a hierarquia de trabalho e salarial do sistema capitalista, que as violências da exploração do trabalho, da desigualdade e da pauperização transbordam necessariamente nos setores mais marginalizados da sociedade. É extremamente ilusório continuar apostando nas estratégias que pretendem reformar esse sistema, mantendo intactos sua estrutura e funcionamento – que se deixe claro, estratégias essas criadas e estimuladas pela própria burguesia – para melhorar as condições de exploração e violência sofridas por trabalhadores e trabalhadoras.

É urgente que as mulheres da classe trabalhadora se organizem de forma autônoma enquanto parte da classe explorada, a partir dos locais de estudo, trabalho e/ou moradia, construindo um poder de baixo para cima, tendo como princípio a combatividade, a autodefesa, a independência aos partidos políticos, governos, empresas e ao Estado. Nesse 8 de março de 2018, e em todos os outros, convocamos para a construção de uma greve global de mulheres que deve romper com as ilusões reformistas e impulsionar a autodeterminação, tendo como base o internacionalismo e o classismo.

AVANTE A LUTA COMBATIVA DAS MULHERES DE TODO MUNDO!

[FOB-RJ] Por que a classe trabalhadora brasileira precisa de uma Federação Sindicalista Revolucionária?

Por que a classe trabalhadora brasileira precisa de uma Federação Sindicalista Revolucionária?

Por FOB-RJ

Acesse em PDF.

 

            Por ocasião da realização do II ENOPES (Encontro Nacional de Oposições Populares, Estudantis e Sindicais), em outubro de 2017, os(as) participantes, delegados e delegadas das oposições e coletivos do FOB (Fórum de Oposições pela Base), seus convidados(as), militantes combativos(as) e classistas de nove estados do Brasil, debateram e deliberaram pela construção de uma Federação Sindicalista Revolucionária no Brasil – a Federação das Organizações Sindicalistas Revolucionárias do Brasil, mantendo a sigla FOB.

            Mas qual é o significado dessa deliberação? Por que construir uma federação sindicalista revolucionária? O que é uma federação sindicalista revolucionária? Por que a classe trabalhadora brasileira precisa de uma federação sindicalista revolucionária?

            Vamos tentar responder essas perguntas numa série de artigos. E vamos começar pela história e pelos princípios que consagraram o Sindicalismo Revolucionário – SR.


  1. O que é o Sindicalismo Revolucionário?

Como dizia o operário e anarquista Edgard Leuenroth, não existe um “sindicalismo puro”, os princípios, as concepções, as práticas e as organizações sindicais assumem sempre determinadas características das correntes e tendências políticas e ideológicas dos contextos sociais e históricos em que estão inseridos. Assim, podemos falar em sindicalismo socialdemocrata, sindicalismo corporativista, sindicalismo cristão, sindicalismo liberal, anarcossindicalista, sindicalismo comunista, e, a mais importante concepção sindical: o sindicalismo revolucionário – SR.

Consideramos o SR a concepção mais importante da história do sindicalismo, porque é aquela que entendeu o verdadeiro lugar das lutas e das organizações sindicais nos processos revolucionários. Para os sindicalistas revolucionários, as lutas sindicais têm como objetivo a destruição da exploração e da dominação burguesa, ao mesmo tempo em que as organizações sindicais, ao lado das demais organizações da classe trabalhadora, constituem o embrião da sociedade socialista, cujo programa é a federação livre das comunas e organizações proletárias o autogoverno dos trabalhadores.

As lutas revolucionárias são protagonizadas pelos trabalhadores e trabalhadoras e suas organizações, por isso, a ação direta é um dos princípios centrais do SR, isto é, a classe trabalhadora por si mesma, com suas lutas e organizações, será responsável pela destruição do sistema capitalista. Por isso, as greves devem se converter em greves gerais insurrecionais. A deflagração de greves gerais insurrecionais depende da organização de uma confederação operária, capaz de reunir o conjunto da classe trabalhadora na luta revolucionária.

A forma de organização do SR é o seguinte: os sindicatos autônomos e as demais organizações proletárias se reúnem em federações sindicalistas revolucionárias, que por sua vez, se unificam em uma confederação sindicalista revolucionária.

  1. Quais são as origens do Sindicalismo Revolucionário?

A história do SR se confundi com a própria história das organizações e lutas da classe trabalhadora contra a exploração e a opressão capitalistas. Por isso, podemos afirmar que as origens do SR se encontram no processo de construção da AIT (Associação Internacional dos Trabalhadores), na Europa em 1864.

Os operários reunidos na AIT se aglutinavam a partir da concepção de que a emancipação dos trabalhadores será obra dos próprios trabalhadores, ou seja, a classe trabalhadora assume para si a missão de destruir os grilhões que lhe aprisionam.

Aqueles operários defensores do socialismo coletivistas, sustentaram e conseguiram aprovar que a luta da classe operária era a luta pela propriedade coletiva. É importante ressaltar que os coletivistas entendiam que as organizações operárias, como suas associações, cooperativas, sindicatos, sociedades de resistência, associações de socorro mútuo, eram o germe da sociedade socialista futura.

Os coletivistas queriam colocar em prática a concepção da AIT – a emancipação dos trabalhadores, será obra dos próprios trabalhadores, portanto, afirmavam que as greves isoladas e parciais, aquelas das categorias por aumento dos salários e melhores condições de trabalho, eram insuficientes. A alternativa era a construção de greves gerais que assumissem o caráter de greves insurrecionais, capazes de destruir o poder capitalista pela revolução social.

            Assim, as concepções coletivistas podem ser resumidas em quatro princípios: 1) a defesa da propriedade coletiva; 2) as organizações da classe trabalhadora são consideradas o germe da sociedade futura; 3) a organização da sociedade socialista significa a livre federação das comunas e associações da classe trabalhadora; 4) a Greve Geral é a estratégia principal da luta pela emancipação dos trabalhadores. Ou seja, trata-se de uma concepção sindicalista revolucionária, porque são as organizações dos trabalhadores que protagonizam toda a luta revolucionária.

  1. Quais são os princípios do SR?

No final do século XIX e início do século XX, o movimento operário internacional passa por um novo processo de reorganização: a fundação de confederações nacionais de caráter sindicalistas revolucionárias: CGT francesa, CNT espanhola, IWW norte-americana, USI italiana, COB brasileira, FORA argentina, FAU alemã, Casa del Obrero Mundial mexicana, FORU uruguaia, FTCH chilena, dentre outras.

Foi a declaração do Congresso de Amiens de CGT francesa (1906) que marcou o SR, pois a resolução declarava que:

Por obra da reivindicação cotidiana, o sindicalismo procura a coordenação dos esforços obreiros, o aumento do bem-estar dos trabalhadores através da realização de melhorias imediatas, tais como a diminuição das horas de trabalho, o aumento dos salários, etc.; Mas esta tarefa não é senão um flanco da prática do sindicalismo; ele prepara a emancipação integral; que não pode realizar-se senão através da expropriação capitalista; preconiza como meio de ação a greve geral e considera que o sindicato, hoje agrupamento de resistência, será no porvir o agrupamento de produção e de repartição, base da organização social. (Carta de Amiens, 1906).

Por isso, afirmamos que os princípios do SR são: 1) a revolução social, ou seja, a emancipação dos trabalhadores e trabalhadoras, é o resultado das lutas das organizações sindicais e demais movimentos da classe trabalhadora; 2) defender o socialismo é defender a propriedade coletiva; 3) o socialismo é a livre federação das comunas e das associações da classe trabalhadora; 4) a greve geral é um instrumento para a emancipação da classe trabalhadora.