[CASTELLANO] Tesis para la construcción de una Tendencia Clasista y Internacionalista

Difundimos ahora para los camaradas la traducción en castellano de las “Tesis para la construcción de una Tendencia Clasista y Internacionalista”, del Fórum de Oposições pela Base (FOB – Brasil). El intuito es profundizar el debate y la comprensión de las tareas necesarias para reorganizar el sindicalismo revolucionario en todos los niveles de la lucha de clases: en cada empresa/fabrica, en todos los países, hacia la reorganización internacional del sindicalismo revolucionario, como una herramienta efectiva de lucha y organización para las masas trabajadoras.

Reconstruir una Internacional del Sindicalismo Revolucionario!

Contra la exploración capitalista y la opresión estatal!

Todo el poder al pueblo!

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TESE 1: LA CLASE TRABAJADORA Y SUS DILEMAS ACTUALES 

TESE 2: FUNCIÓN, OBJETIVOS HISTÓRICO-ESTRATÉGICOS Y PRÁCTICAS DE UNA TENDENCIA CLASISTA E INTERNACIONALISTA

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Vea abajo tambien otros materiales en português sobre el FOB:

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[FOB-DF] Formação política debate a origem sindicalista revolucionária do 1º de Maio

No dia 1º de Maio, no Distrito Federal, o Fórum de Oposições pela Base (FOB) organizou a formação política com a temática: “1º de Maio: origens e atualidade do sindicalismo revolucionário”. Diferente de outros anos, em que o FOB convocou atos de agitação e propaganda na rodoviária, desta vez o ato se concentrou em analisar e compreender o contexto social e político que originou o 1º de Maio (1886 em Chicago/EUA), bem como a Greve Geral de 1917 (Brasil) que esse completa seu centenário. Durante a atividade os/as participantes viram vídeos sobre a temática, assistiram uma excelente palestra (feita por um companheiro que estuda o tema) e depois disso abriu-se o debate.

Durante a formação política foi ressaltado através de dados e informações que em ambos os fatos históricos (1º de maio de 1886 e greve geral de 1917) foi nítida a importância do sindicalismo revolucionário enquanto prática coletiva de resistência dos/as trabalhadores/as. Dessa forma foi contraposta a visão elitista da história, como se esses fatos tivessem sido fruto da ação unicamente de “líderes” e individualidades anarquistas. A questão é que todos/a as lideranças faziam parte de organizações coletivas de trabalhadores, e a prática do sindicalismo revolucionário organizava a resistência de milhões de trabalhadores em todo mundo. Foi abordado também os pilares dessa prática coletiva: ação direta, internacionalismo, federalismo, autonomia. Entre outras questões.

Contando em sua maioria com trabalhadores da educação, a atividade também se centrou em analisar a recente greve dos/as professores /as que durou 29 dias e foi derrotada pela combinação do peleguismo sindical do Sinpro/CUT e pelo endurecimento e autoritarismo do governo Rollemberg (PSB). Além disso, o 1º de maio ocorreu na sequência da greve geral de 28 de março que paralisou uma parte significativa da economia do país e no qual os militantes e organizações pertencentes ao FOB atuaram de forma a fortalecer as greves, barricadas e construir ações autônomas da classe trabalhadora.

VIVA O 1º DE MAIO E O SINDICALISMO REVOLUCIONÁRIO!

HONRA E GLÓRIA AOS MÁRTIRES DE CHICAGO!

GREVE GERAL CONTRA AS REFORMAS ANTI-POVO!

[FOB-RJ] DIA 28/04 – TODOS À ALERJ – 14 HRS!

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As organizações que compõem o Fórum de Oposições pela Base – RJ convocam à todos e todas para paralisarem suas atividades e comparecem nas atividades que marcarão o dia 28 de abril.

Convocamos todos ao ato que será realizado as 14 horas com concentração na Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro.

O combate aos ataques do governo contra os trabalhadores necessita de uma paralisação geral e uma postura combativa de todos os segmentos da classe trabalhadora.

CONTRA A REFORMA DA PREVIDÊNCIA, GREVE GERAL JÁ!

 

 

 

[ORC-DF] NÃO RECUAR! Derrotar o GDF com a força das ruas!

CLIQUE NA IMAGEM PARA BAIXAR O PANFLETO EM PDF

por Oposição de Resistência Classista – ORC, filiada ao FOB

A greve deve continuar. Esse é o primeiro ponto a ser defendido por aqueles que prezam pela unidade. E mais, a nossa greve deve adotar métodos de ação mais contundentes e radicais. Esses são os primeiros pontos de unidade porque essa é a determinação coletiva da nossa categoria. O papel de cada professor e professora, de cada membro do comando de greve, é construirmos os meios para transformar essa determinação em prática, em um calendário de mobilização, atos de rua e pressão real sobre o governo Rollemberg.

SER RESPONSÁVEL É DEFENDER A RADICALIZAÇÃO

Muitos diretores do Sinpro enchem a boca para tachar de “irresponsáveis” aqueles que defendem a continuidade da greve e a radicalização das ações. Querem aparecer como “prudentes” e “conciliadores”. Representam, no entanto, um velho sindicalismo que está condenado a morte. Não por que nós estamos dizendo, mas porque na prática não cumprem mais as tarefas que a situação social e política coloca para o nosso movimento. São incapazes de se elevar (para além da fraseologia oca) às necessidades do momento. O GDF está usando novas táticas, não é possível travarmos essa batalha com as velhas armas.

Ao nos mantermos pacíficos fazemos o jogo do GDF. Isso está claro: não ganharemos demonstrando uma atitude “dócil” e “legalista” frente as mesas de enrolação. Estamos em um cabo de guerra, e cada vez que afrouxamos a corda, com a ilusão que o inimigo também ceda, mais ele tem nos puxado. Só ganharemos esse cabo de guerra com a firme decisão de derrubar o inimigo.

Além disso, está claro que o Rollemberg não quer acabar apenas com a nossa categoria, mas ameaça todos os movimentos populares e sindicais do DF. Temos uma grande responsabilidade de não apenas aprofundar a radicalização, mas criar os meios de massificar as ações, extrapolando os limites corporativos, atraindo a comunidade escolar e outras categorias para o diálogo e para as ruas: através de Plenárias abertas nos bairros e escolas, e Grandes Atos pela Educação. Chamar a responsabilidade de todos e todas!

E isso não pode ser apostando que “figuras notáveis” (bispos, reitores, políticos, etc) irão resolver nosso problema. Ter apoio de personalidades públicas não é algo ruim, mas não devemos superdimensionar seu papel, nem servir de palanque para políticos oportunistas. Devemos confiar e preparar a nossa força coletiva, baseada na ação direta, que é a nossa única certeza de vitória hoje e a preparação de uma nova prática para os enfrentamentos futuros.

Por isso foi importante a última Assembleia Geral (06/04) negar a proposta de acampamento na Praça do Buriti. Um acampamento centralizaria as ações da greve com uma tática de baixíssimo poder de pressão, levando ao desgaste e desmobilização. Outra crítica que devemos fazer é as vigílias, que tem atropelado os calendários e proposto uma ação passiva e inócua de espera pelos “resultados” das mesas de enrolação.

Os próximos calendários da greve devem corresponder as expectativas de radicalização da base. E quando dizemos isso, devemos antever duas posições oportunistas: 1) Aqueles que acreditam que devemos fazer alguma ação desesperada e mal preparada, para lançar os professores como vítimas na opinião pública, e assim acabar com a greve; 2) Aqueles que irão colocar qualquer fechamento de rua como algo inatingível, “apenas no final de greve”, “é muito perigoso”, e ao primeiro sinal defender o fim da greve.

Contra essas duas posições, nós devemos opor a concepção de que o nosso movimento grevista possui uma potencialidade grande, mas que vem sendo mal utilizada. Devemos construir um calendário consistente de radicalização nas ruas (combinando ações descentralizadas e grandes atos unificados), bem como ocupações de órgãos públicos por tempo indeterminado, e a convocação da comunidade e outras categorias para as ações. A concepção deve ser de uma construção estratégica de curto e médio prazo.

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[ORC-DF] Chega de ilusão, é hora de ação!

Bloco autônomo e combativo durante a assembleia geral e protesto dos professores. (04/04/2017)

Para baixar o panfleto em PDF, clique aqui.

O governo de Rollemberg/PSB vinha ignorando a greve dos professores desde que se iniciou. A mídia se manteve igualmente calada. Porém, no sábado (25/3) durante o aniversário da Ceilândia o quadro mudou: os professores ocuparam o desfile proclamando palavras de ordem contra o governador que estava presente no evento. Nesse mesmo dia, o governador constrangido pelo ato e demonstrando sua infantilidade política, entrou com uma ação para decretar a justa greve como ilegal! Ou seja, de um dia para o outro a greve passou de inexistente, para ilegal [sic].

A PEQUENA POLÍTICA DO SINPRO/CUT E AS TAREFAS DA LUTA

Ao contrário da linha dada pelo Sinpro/CUT o objetivo do nosso movimento não é negociar com o Governador, mas sim conquistar a isonomia salarial prevista na meta 17 e barrar a reforma da previdência. A diretoria do Sinpro (que é majoritária no comando de greve) insiste em inverter a ordem das coisas: a negociação não é um fim em si mesmo, só se negocia com o governo se ele tiver propostas, e só se arranca propostas com mobilização de massas.

Além disso, o Sinpro/CUT acredita que devemos ceder à chantagem do governo e da mídia e desocupar as ruas “para melhorar a negociação”. Ora! Mas não foi ocupando as ruas e na greve que pressionamos o governo? Por um acaso acreditamos que teremos conquistas fazendo o jogo do governo? Seguindo essa lógica da ideologia burguesa, o Sinpro incorreu em um erro brutal, pois desmarcou um ato em Taguatinga aprovado pela assembleia geral, modificando através de uma reunião do comando de greve, a decisão soberana da categoria. Além de um erro estatutário, pois mais uma vez atropela nossa instância máxima de deliberação, é também um erro tático gravíssimo! Ao aceitarmos a regra do governo e recuarmos da rua, nos desmobilizamos. Temos que entender que não ganharemos essa guerra jogando nas regras do inimigo!! Continuar lendo

TODA SOLIDARIEDADE AOS MUNICIPÁRIOS DE CACHOEIRINHA (RS)!

CONTRA A REPRESSÃO E OS ATAQUES AOS DIREITOS DO POVO!

por Oposição de Resistência Classista – ORC, filiada ao FOB

Nós trabalhadoras/es da educação organizados na Oposição de Resistência Classista (ORC-DF), e em greve no DF desde o dia 15 de abril, viemos declarar nosso apoio irrestrito aos trabalhadores e trabalhadoras municipais de Cachoeirinha (RS) que estão em uma greve histórica à cerca de um mês contra uma série de propostas do prefeito do município, Miki Breier (PSB), que pretende retirar direitos e precarizar ainda mais os serviços públicos. Nessa luta os municipários ocuparam a Prefeitura e a Câmara de Vereadores, fizeram greve de fome. Queremos dizer aos camaradas que a sua luta também é nossa, é de toda a classe trabalhadora que nesse momento busca construir formas de luta para resistir contra os ataques aos direitos do povo nos níveis federal, estadual e municipal!

No dia 30 de março os municipários de Cachoeirinha foram brutalmente reprimidos pela Brigada Militar durante uma manifestação na Câmara de Vereadores. A Brigada reprimiu professores, assistentes sociais, serventes de escolas, técnicos de enfermagem, auxiliares de serviços gerais e o conjunto da categoria, que resultou em dezenas de pessoas feridas. Além disso, alguns trabalhadores foram presos, mas foram libertos.

No DF nós também estamos enfrentando a ação repressiva (policial, judiciária e midiática) do governo de Rodrigo Rollemberg, também membro do PSB, partido oportunista e inimigo do povo, que de socialista só tem o nome. Só com a ação popular faremos esses oportunistas dobrarem a língua e pagarem pelos seus crimes contra o povo!

A luta de Cachoeirinha não está descolada da construção da greve geral e da defesa mais ampla dos direitos da classe trabalhadora do campo e da cidade. Além disso, demonstra que para barrar os projetos anti-povo em curso será necessário enfrentar outro problema: a repressão, perseguição e criminalização por parte do Estado brasileiro. O poder popular se enfrentará com o poder burguês! Nessa guerra devemos unir os batalhões da classe trabalhadora em uma grande corrente de solidariedade e resistência. CHEGA DE APANHAR CALADO! Cada sindicato e movimento popular deve organizar a autodefesa, como direito inalienável de todos e de cada um.

SOMOS TOD@S MUNICIPÁRI@S DE CACHOEIRINHA!
É BARRICADA, GREVE GERAL, AÇÃO DIRETA QUE DERRUBA O CAPITAL!

[RECC-GO] RETOMAR A COMBATIVIDADE E AUTONOMIA: UMA TAREFA HISTÓRICA

FUNDO - Copia

O provo africano arrancando de sua terra e trazido para as Américas para ser escravizado nas lavouras e privado do acesso a qualquer resultado do seu trabalho, ergueu com seu próprio sangue isto que é chamado de “ Terra adorada, ó pátria amada”.

Homens e mulheres do povo preto, bem como do povo indígena, foram condenados a servidão, pois para as pessoas escravizadas era delegado todo trabalho de plantação, de cultivo e extração do que era produzido, e também o trabalho na Casa Grande (lavar, passar, cozinhar, cuidar das crianças, cocheiro). Além da exaustiva e humilhante condição de sobrevivência, tão comum era as torturas, assassinatos e estupros de mulheres e homens escravizados pelos sinhô de engenho.

Os africanos, os indígenas e seus descendentes eram explicitamente reduzidos a condição de objeto, isto é, se quer eram considerados humanos, e sua função para o sinhô e a sinhá, os comerciantes e para realeza portuguesa era o lucro – seja na produção de recursos para exportação ou no próprio tráfico negreiro – e alinhado a isso, o escravismo se expressava também delineando as relações sexuais, pois tanto as mulheres e homens negros quanto o povo indígenas eram tidos como atrativos para satisfazer as vontades sexuais, especialmente fora do casamento, além de ser comum as promessas de alforria em troca de sexo.

Entretanto, a resistência desses povos frente as atrocidades é um feito que, mais do que lembrado, precisa ser retomado. Desde o início do processo de colonização no Brasil (século XVI), os negros escravizados se organizaram sem esperar a solidariedade ou permissão dos seus algozes, o que possibilitou desde as fugas das fazendas à construção de quilombos – isto é o povo preto, não apenas foi escravizado, mas ao se levantar e se organizar coletivamente, negava a condição de escravo, construindo junto aos seus e para os seus a libertação do cativeiro. O que demonstra que a escravidão não foi uma relação harmônica entre a Casa Grande e a Senzala – como é apontado ao se defender a “democracia racial”. Sobretudo, coloca o povo preto como autor de sua própria história, contrariando qualquer mito de passividade frente ao regime escravista. Mais ainda, evidencia o quão indispensável é para o processo de emancipação resgatar a autonomia, solidariedade e combatividade dos ancestrais – guerreiros e guerreiras do povo preto !

Embora tenha passado 128 anos da abolição da escravidão no Brasil, os sinhôs e sinhás de engenho continuam vivos, porém não da mesma forma que no período colonial e imperial. Isto leva a desafios tão grandes quanto dos nossos antepassados, pois além da condição de ser negro/negra em um país da periferia do capitalismo, precisamos nos reerguer enquanto povo preto – retomando e avançando na resistência e em organização para nossa emancipação.

 Hoje, a sociedade em que vivemos é capitalista, sendo o negro e seus descendentes quem compõe, em sua maioria gritante, a classe trabalhadora, especialmente os setores mais precarizados tanto na cidade quanto no campo. As piores condições de trabalho são delegadas aos negros e negras mesmo quando se trabalha com carteira assinada, e caso não, a situação é ainda pior, pois é necessário fazer inúmeros bicos para complementar a renda e assim ter o que comer, sustentar a família. Os empregos terceirizados,especialmente em empresas de limpeza, tem sido imperativo quando se trata da mulher negra, fazendo parte do cotidiano dessas trabalhadoras as humilhações e excessivas cobranças por parte das patroas e patrões, o assédio sexual no ambiente de trabalho, o medo de ser demitida a qualquer momento, exaustivas jornadas de trabalho, salários atrasados, dentre outras situações.

E apesar da defesa de “ Igualdade Racial”, especialmente a partir da criação desse Ministério no governo PT,as condições subumanas em que o povo preto é submetido tem se intensificado cada vez mais, inclusive pela legitimação desse governo. Afinal, em 2008 foi implantado as Unidades de Polícia Pacificadora (UPP’s) que diariamente tem matado jovens negros e demais moradores nas favelas do Rio de Janeiro,  além de casos como a Chacina do Cabula em 2015 na Bahia onde 12 meninos negros foram mortos com 500 tiros pelas mãos dos guardiões do Estado, bem como todas as famílias despejadas de suas casas sobre forte aparato policial para que os empresários pudessem realizar suas construções para os megaeventos (Copa do Mundo, Olimpíadas).

Isto evidencia que há em curso como política de Estado o genocídio do povo negro. Incansavelmente, o Estado e seus lacaios encarceram, assassinam o povo preto – dilaceram famílias, além de privarem do acesso as condições básicas de sobrevivência ( moradia, alimentação, transporte, emprego, saneamento básico, saúde pública, etc).

Portanto, é urgente conhecermos nossa história enquanto povo que há mais de 500 anos vem lutando, para que assim, também se possa avançar em resistência e organização, defendendo não somente interesses locais e parciais, mas construindo e fortalecendo a ofensiva para mudanças sociais de interesses gerais, pois a classe trabalhadora, especialmente no Brasil, tem cor !  Isto aqui é uma luta de classe demarcada pela raça e povo preto é alvo dos ataques dos governos e da máquina de dilacerar corpos pretos e indígenas – o Estado.

Assim, a organização independente de partidos políticos , dos governos e do Estado é mais que uma forma de luta, é condição para sobrevivermos em meio a esse genocídio declarado. Sendo a partir da organização para ação e não apenas representação, de baixo para cima, em nossos locais de moradia, estudo e trabalho via ação direta, sem recuarmos na defesa de nossos direitos ou nos iludirmos com a representação em câmaras, senado, presidência, prefeitura. Mas sim, sem recuar, conquistando e gerindo aquilo que nós construímos e que é nosso!

NO CAMPO A NA CIDADE, DA PERIFERIA AO CENTRO, RETOMAR A COMBATIVIDADE DO POVO PRETO !

CONTRA O GENOCÍDIO DO POVO NEGRO: AUTONOMIA E COMBATIVIDADE

NENHUMA CONCILIAÇÃO COM A CASA GRANDE/ESTADO RACISTA E BURGUÊS !