[FOB-PIAUÍ] I CICLO DE FORMAÇÃO POLÍTICA

Convidamos ativistas, militantes, grupos, organizações e movimentos autônomos e independentes de Parnaíba para participarem de nosso primeiro debate no I Ciclo de Formação Política: construir nossa vitória com independência e pela base – oferecido pela Federação das Organizações Sindicalistas Revolucionárias do Brasil (FOB) e suas organizações filiadas: Coletivo Autonomia e Luta (CAL/RECC); Rede Mídia Classista (RMC); Pró-Núcleo Sindicalista Revolucionário de Parnaíba. O debate, intitulado “O … Continuar lendo [FOB-PIAUÍ] I CICLO DE FORMAÇÃO POLÍTICA

[RECC-PI]: RECONQUISTAR AS BOLSAS DE MONITORIA DA UESPI PELA VIA DA AÇÃO DIRETA!

Enquanto o Governo Wellington Dias (PT) vive cercado de luxo e riqueza, alunas e alunos da UESPI são jogados na miséria! Discentes que precisam das bolsas de monitoria para se manterem na Universidade tiveram ontem (18.09) uma surpresa desagradável: A Secretaria de Administração do Estado não garantiu o repasse financeiro destinado às bolsas, e por conta disso, a seleção de bolsistas foi suspensa. Lembramos que … Continuar lendo [RECC-PI]: RECONQUISTAR AS BOLSAS DE MONITORIA DA UESPI PELA VIA DA AÇÃO DIRETA!

1º de MAIO: Combater a Burocracia Estudantil e Reconstruir o Sindicalismo Revolucionário

Boletim Nacional da RECC, nº 13

“Meu maior desejo é que os trabalhadores saibam quem são seus inimigos e quem são seus reais aliados.” (George Engel, um dos mártires de Chicago, em discurso antes de ser executado em 1886)

1º de Maio em meio a uma conjuntura de crises

Vivemos um período de aprofundamento das crises econômica e política no Brasil e como efeito direto sofremos uma ofensiva brutal contra os direitos adquiridos no último século pela classe trabalhadora.

A crise econômica no Brasil é resultado direto da crise internacional que estourou em 2008 e desde 2011 vem em um processo gradual de aprofundamento. Já a crise política possui como marco determinante o Levante Popular de Junho de 2013, o qual não só explicitou a ausência de credibilidade da classe trabalhadora nos partidos, instituições estatais e na democracia representativa em geral (como vem mostrando a chuva de abstenções desde as eleições de 2014), mas também expôs a descrença total da classe trabalhadora em relação a “suas” entidades representativas oficiais (centrais sindicais e uniões estudantis) algo que já vinha se colocando à mostra anteriormente a 2013.

O PT é o partido que mais vem tendo perdas políticas. Progressivamente foi perdendo o papel de gerenciador de conflitos sociais lhe confiado pela burguesia, perdeu boa parte de seu capital eleitoral e assim como sua tutela sobre os caminhos da luta de classes no Brasil. Como respectivas expressões dessas perdas políticas o PT viu-se traído pela burguesia ao ser tirado do governo através de um processo forçado de impeachment, viu-se perdendo os votos nas periferias do país e não tendo apoio popular algum na fracassada campanha contra o impeachment.

É nesse contexto pós-queda do governo Dilma, seguida da ascensão do governo Temer que se intensificou as retiradas de direitos iniciados e/ou esboçados durante os governos PT/PMDB. Trabalhadores e trabalhadoras passaram a se encontrar em uma situação extremamente delicada de perda dos direitos conquistados do passado, de precarização das condições de vida do presente e de falta de perspectivas com o futuro.

O trabalho terceirizado, que saltou de 4 milhões de postos em 2005 para 12,7 em 2013 durante os governos Lula e Dilma, foi expandido das “atividades meio” para todas “atividades fim” a partir do PL 4302 aprovado em março pelo Congresso. O PL da Reforma Trabalhista também recém aprovado, entre outros pontos, prevê que o negociado entre patrões e empregados possa sobrepor o legislado na CLT, tal qual a proposta em 2011 do sindicato Cutista dos Metalúrgicos do ABC com o ACE – Acordo Coletivo Especial. A Reforma da Previdência, já realizada em 1998 por FHC, em 2003 por Lula, e com alterações prejudiciais em 2015 pela MP 664 de Dilma, hoje promete pela PEC 287 de Temer a inviabilidade real para muitos trabalhadores de se aposentarem, ou seja, trabalhar até a morte. Continuar lendo “1º de MAIO: Combater a Burocracia Estudantil e Reconstruir o Sindicalismo Revolucionário”

[RECC-SC] Boletim nº 4 – Balanço e propostas ao ME da UFSC

cabecalho03-17

por Oposição Nós Por Nós (NPN-UFSC), filiado à RECC/FOB

boletim nº 4, março de 2017

UMA ALTERNATIVA CLASSISTA E COMBATIVA NA UFSC

É com enorme entusiasmo que anunciamos o ingresso do coletivo Nós Por Nós na Rede Estudantil Classista e Combativa. A RECC é uma corrente nacional do Movimento Estudantil que surge em 2009, na Plenária dos Estudantes Classistas e Combativos, paralela ao Congresso Nacional de Estudantes. Sua fundação é marcada pela necessidade de uma força dentro do ME que atue como classe trabalhadora, com independência frente a partidos e governos, e que defenda a ação direta como método legítimo do povo em sua luta contra os exploradores. Seguindo sua concepção classista, a RECC constrói o Fórum de Oposições pela Base (FOB), que aglutina nacionalmente organizações autônomas dos trabalhadores e do movimento popular.

 É visando consolidar uma corrente classista e combativa que seja uma alternativa frente às organizações burocráticas e eleitoreiras e organize os estudantes desde a base, que nos lançamos hoje na construção da RECC em nossa universidade. Continuar lendo “[RECC-SC] Boletim nº 4 – Balanço e propostas ao ME da UFSC”

[RECC-SC] COMBATER A TUTELA E CONSTRUIR A AUTONOMIA

Carta de adesão da Oposição Nós Por Nós à Rede estudantil Classista e Combativa- RECC

Florianópolis, janeiro de 2017

red
acesse: www.npndesterro.wordpress.com

Introdução

Esta carta tem o objetivo de solicitar publicamente a filiação do Nós Por Nós (NPN – UFSC) à Rede Estudantil Classista e Combativa (RECC), integrante do Fórum de Oposições pela Base (FOB). Desde a fundação de nosso coletivo, no final de 2015, viemos colaborando com a difusão das análises da RECC/FOB enquanto comitê de propaganda, além de aplicar sua linha política em nosso local de atuação. O avanço político-organizacional da militância do coletivo proporcionou condições e reafirmou a necessidade de nos engajarmos em um projeto de movimento estudantil classista e autônomo de abrangência nacional. E para nós, desde o início, esse projeto se materializa na construção da RECC/FOB. Continuar lendo “[RECC-SC] COMBATER A TUTELA E CONSTRUIR A AUTONOMIA”

[RECC – PI] Subir a passagem é roubar o povo de Teresina

Em Teresina-PT, no dia 29/12/15 s trabalhadores e estudantes foram pegos de surpresa com o anuncio de mais um aumento no preço da tarifa de ônibus em Teresina que vai subir de 2,50 pra 2,83 a partir de janeiro de 2016 o prefeito Firmino filho (PSDB) e as empresas de transporte publico usaram uma velha tática aumentar a passagem em um período de férias dos estudantes.

Usar as estratégias  de luta de 2011 para barrar o aumento 2016.

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Fotos de manifestações contra o aumento da passagem de 2012 em Teresina – PI

O ano de 2012 em Teresina foi marcado com uma luta Histórica dos estudantes e trabalhadores. Com 30 mil pessoas nas ruas e o uso de táticas combativas e o rompimento com setores oportunistas  a população de Teresina conseguiu barrar o aumento da passagem  em uma semana de intensos protestos que culminaram  em 30 ônibus quebrados e alguns queimados.

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[RECC] RECC cresce em Marília-SP com o grupo Ação Direta Estudantil (ADE).

Este documento tem por finalidade publicizar a fundação da Ação Direta Estudantil – núcleo Marília (ADE – UNESP/Marília), bem como solicitar filiação à Rede Estudantil Classista e Combativa (RECC), integrante do Fórum de Oposições pela Base (FOB).

Nosso coletivo surge em um contexto em que o Movimento Estudantil, tanto  local quanto  nacionalmente, se encontra fragilizado e imobilizado devido aos modelos  de atuação política hoje hegemônicos, cujas características apontam, por um lado, para o parlamentarismo e o colaboracionismo das entidades oficiais  (UNE  e cada vez mais reproduzido pela ANEL) e, por outro, para a dispersão e o imediatismo das tendências autonomistas, fortemente influenciadas pelos paradigmas pós-modernos de culturalização da política. Diante dessas formas degeneradas, a estudantada se vê carente de formas organizacionais democráticas e de métodos de luta coerentes e efetivos para o atendimento das demandas da classe trabalhadora.

Nós, estudantes, compomos uma categoria social transitória, pois inseridos nas instituições de ensino, estamos sendo preparados para nossa futura inserção no mundo do trabalho. O sistema educacional brasileiro reproduz as contradições sociais, formando tanto os próximos gestores da exploração do trabalho quanto a mão de obra pouco qualificada que vende sua força para a manutenção do sistema. Expresso que a educação brasileira é marcada pela contradição entre as classes, a luta estudantil não deve ser encarada em separado do conjunto da classe.

O empenho na construção de uma alternativa de luta no interior do ME da UNESP já existe há alguns anos, através da construção do Comitê de Propaganda (CP) da RECC. A Ação Direta Estudantil (ADE-UNESP) surge em um contexto desafiador: organizar a estudantada contra a ofensiva neoliberal contra a educação – que avança a passos largos – orquestrada pela gestão PSDB no governo de São Paulo em uma Universidade pulverizada, distribuída por 25 cidades em todo o estado.

Nesse período, vivenciamos alguns processos que nos permitiram acumular experiências e lições que proporcionaram amadurecimento político e a convicção na defesa de princípios que encontram sua resolução programática na linha da RECC/FOB. São eles:

Classismo: Compreendemos que o capitalismo organiza a sociedade entre aqueles que detêm meios de produção e vivem da exploração do trabalho alheio: burguesia, e aqueles que precisam vender sua força de trabalho para sobreviver, muitas vezes não podendo sequer fazê-lo, se encontram em situação de extrema marginalidade: classe trabalhadora. Portanto, a contradição burguesia e proletariado é o elemento fundamental da luta por melhores condições de existência, cujos protagonistas são os que tem a necessidade vital da mudança e da justiça. Apenas a classe trabalhadora tem o potencial de transformar a estrutura social. Continuar lendo “[RECC] RECC cresce em Marília-SP com o grupo Ação Direta Estudantil (ADE).”

[RECC] Incendiar o estado de São Paulo com ocupações de escolas para derrotar a reorganização!

No dia 6 de outubro, o Governo do Estado de São Paulo (PSDB) anunciou a “reorganização” das escolas estaduais, com a alegação de separar as escolas de ensino fundamental e médio, dividindo os ciclos para aplicar medidas pedagógicas especificas para cada faixa etária e inibir os conflitos existentes entre os alunos das diferentes idades, e para que cada município administre as escolas de acordo com … Continuar lendo [RECC] Incendiar o estado de São Paulo com ocupações de escolas para derrotar a reorganização!

[RECC] 7ª PLENÁRIA NACIONAL CLASSISTA E COMBATIVA

O ano de 2015 demonstrou a real estratégia dos governos: ajuste fiscal, cortes na educação e saúde, desrespeito aos direitos indígenas e mais repressão aos movimentos sociais. Essa realidade nos mostra que devemos retomar a combatividade mostrada em 2013 para resistir aos avanços do capital e para obter mais direitos!

O papel da UNE/UBES, CUT foi/é de amigas dos governos apaziguando e traindo a luta dos estudantes. Devemos romper com esse tipo de organização burocrática e traidora e construir uma nova alternativa classista e combativa.

Os estudantes e trabalhadores(as) devem se unir e reconstruir seus instrumentos de luta. Seja o Grêmio Estudantil, o Centro Acadêmico, DCE ou Sindicato, estes devem garantir a independência e combatividade do povo, sem burocratas, traidores eleitoreiros nem capitalistas! Mesas de negociação às portas fechadas e greves comportadas não levam à nada! É nas barricadas, nas greves selvagens e na ação direta que destruiremos o capital!  Continuar lendo “[RECC] 7ª PLENÁRIA NACIONAL CLASSISTA E COMBATIVA”

[RECC-CE] Cupulismo reformista derrota a ocupação da reitoria da UFC

Nº 05 – 02 de Setembro de 2015 Cupulismo reformista derrota a ocupação da reitoria da UFC A ocupação da reitoria iniciada no dia 01 de setembro, após assembleia estudantil da UFC, foi destruída pelas estratégias do reformismo representadas por correntes ligadas majoritariamente ao PSOL (RUA), e PSTU (ANEL). A Policia Federal (PF) chegou duas horas após a instauração da ocupação, que foi encerrada na manhã … Continuar lendo [RECC-CE] Cupulismo reformista derrota a ocupação da reitoria da UFC