[FOB-Brasil] II ENOPES: Surge uma nova alternativa sindical de massas e revolucionária!

II ENOPES: Surge uma nova alternativa sindical de massas e revolucionária!

Criada a Federação das Organizações sindicalistas Revolucionárias do Brasil – FOB

No ano de comemoração do centenário da Revolução Russa e da primeira Greve Geral no Brasil, ocorridas em 1917, nos dias 12,13,14 e 15 de outubro foi realizado o II Enopes. Contando com mais de uma centena de participantes, entre delegados e observadores, de dez estados do Brasil, o II Enopes discutiu a conjuntura política internacional e nacional e as estratégias de organização e luta pra o próximo período.

O II Enopes teve como sua principal decisão a transformação do Fórum de Oposições pela Base em Federação das Organizações Sindicalistas Revolucionarias do Brasil – FOB. A mudança não é apenas de nomenclatura mas sim organizativa.

A partir de agora a FOB construirá federações de sindicatos autônomos de base, organizações populares e estudantis, para contrapor às centrais oficiais, burocratizadas e reformistas. O sindicalismo revolucionário, organizado federativamente, fará o enfrentamento do Capital e do Estado, bem como do sindicalismo de Estado, força auxiliar da dominação burguesa. Para isso lançaremos a convocação da construção de comitês e círculos sindicais, estudantis e populares autônomos em todo o Brasil.

O II Enopes aprovou também a participação crítica da FOB ao processo de reconstrução da Associação Internacional dos Trabalhadores (AIT), convocado pela Confederación Nacional del Trabajo (CNT-Espanha), pela Unione Sindacale Italiana (USI-Itália) e Freie Arbeiterinnen-und Arbeiter-Union (FAU-Alemanha). A FAU, CNT e a RELL (Resistência Estudantil Luta e Liberdade – Portugal) mandaram mensagens de saudação e apoio ao II Enopes e a Federación Obrera Regional Argentina (FORA) enviou observadores ao mesmo.

Nesse sentido o II Enopes consolidou o processo de organização internacionalista dos trabalhadores e do sindicalismo revolucionário.

Não vote: lute! Construa o sindicalismo revolucionário!
Pelas federações autônomas e criação de sindicatos revolucionários de massas para realizar a resistência!!!

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[ORC-DF] TERCEIRIZADOS! PELOS NOSSOS DIREITOS, PELAS NOSSAS VIDAS!

por Oposição Resistência Classista – ORC, sessão DF

(Imprima o cartaz em pdf AQUI)


TERCEIRIZADOS!
PELOS NOSSOS DIREITOS, PELAS NOSSAS VIDAS!

As empresas fazem assédio moral, ameaças e perseguição para impedir os trabalhadores terceirizados de conversar sobre os problemas do trabalho.

As empresas atrasam salários e direitos, prejudicando o sustento de pais e mães de família. Cometem um crime contra os direitos mais básicos do trabalhador.

O governo e as empresas ficam jogando a culpa um no outro, “é o sujo falando do mal lavado”, mas no final quem sofre é o trabalhador.

O sindicato nunca aparece. Só faz alguma coisa quando a situação é crítica. O sindicato só quer mandar, não sabe ouvir os terceirizados.

Isso tem que acabar! Chega de exploração!

É hora de união para garantir os nossos direitos:

1 – Liberdade de expressão, união e debate entre os terceirizados. Chega de opressão!
2 – As empresas que atrasam salários e fazem assédio aos funcionários devem ser punidas (pagando indenização aos trabalhadores, anulação do contrato da empresa sem demissão dos funcionários, etc.). O salário é um direito sagrado do trabalhador!
3 – O direito de greve e manifestação deve ser respeitado! Chega de assédio moral e ameaças!
4 – Devemos ir a luta por melhorias: aumento de salário, aumento do número de funcionários por escola, acesso aos materiais de trabalho, local adequado para alimentação, respeito aos horários de almoço, e outros.
5 – Criar Comitês de Mobilização em cada escola ou regional com a participação de professores, funcionários concursados, terceirizados e estudantes. Os comitês devem apoiar os terceirizados nos momentos de dificuldade (greves, salários atrasados, demissão, e outros) e conscientizar a Escola dos direitos dos terceirizados. Escola unida, jamais será vencida!

Os terceirizados devem conversar sobre seus direitos sem medo de serem ameaçados ou perseguidos. Esse é o direito mais básico de todos, porque é ele que irá garantir todos os outros. Infelizmente as empresas se acham poderosas quando o pessoal fica com medo. E se os trabalhadores não tiverem mais esse medo? Então as empresas pensarão duas vezes antes de cometer seus crimes e injustiças contra os pais e mães de família.

O terceirizado também é um trabalhador da educação.

Sem o terceirizado a escola não funciona.

Vamos levantar a cabeça, vamos nos unir, independente de partido político ou sindicato pelego.

Somos todos trabalhadores!

JUNTE-SE À OPOSIÇÃO DE RESISTÊNCIA CLASSISTA (ORC)!
Somos uma organização independente de partidos e empresas, estamos abertos a todos os trabalhadores das escolas: servidores concursados ou terceirizados. O nosso objetivo é lutar pelos direitos do trabalhador. Sem “rabo preso”, é nós por nós, aqui somos todos iguais. Entre em contato pelo email: fob-df@protonmail.com .

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(Imprima o cartaz em pdf AQUI)

Nota de Pesar – Falecimento de Santiago Maldonado

O Fórum de Oposições pela Base manifesta seu profundo pesar ao receber a confirmação de que o corpo encontrado nas margens do rio Chubut é mesmo de Santiago Maldonado. Prestamos também toda nossa solidariedade à família até que esta termine seu calvário na busca de respostas e justiça.

Jovem de 28 anos, militante e tatuador nascido na província de Buenos Aires e residindo em El Bolsón, Santiago Maldonado se aproximou e se dedicou à luta dos Mapuches e foi exatamente se dedicando a tal luta, em um protesto no dia 1 de agosto pela libertação de Huala que o militante sofreu sob o terrorismo de Estado e “desapareceu forçadamente”.

Diante disso, nos colocamos ao lado de cada um dos que lutam contra o avanço dos Estados genocidas, seja na argentina com Santiago, seja no Brasil com Amarildo, Rafael Braga e tantos outros de nossa classe que sofrem o jugo impiedoso de nossos inimigos.

Mais uma vez o Estado se utiliza de sua ferramenta recorrente e “faz sumir” um companheiro de classe e luta para fazer avançar cada vez mais os desmandos do capital, tenhamos claro que tais ações servem a empresas como o grupo Benetton e outras mais que fazem valer seus interesses por cima de qualquer um que esteja em seu caminho.

Nesse contexto aonde a repressão dos governos e da burguesia internacional avança Cada vez mais se faz necessário que a resistência e solidariedade da classe trabalhadora também seja internacional. É preciso também que as organizações da classe trabalhadora preparem e intensifiquem a autodefesa do nosso povo para que juntos possamos construir a resistência tão imprescindível em nossas lutas diárias nos locais de trabalho, estudo e moradia.

Aos nossos mortos, nenhum minuto de silêncio, mas toda uma vida de luta!

Santiago Maldonado Vive e vencerá!

[CPL] Abaixo a Base Nacional Comum Curricular (BNCC): Por um projeto de educação construído pela base

Comunicado Nacional do Coletivo Pedagogia em Luta (CPL) filiado a RECC

Para acessar em pdf: Comunicado BNCC

Os ataques à educação pública por meio de precarização e privatização tiveram sua ascensão no governo Lula e Dilma/PT com políticas neoliberais como o REUNI, o Novo Enem, a expansão de recursos para instituições superiores privadas bem como a ampliação das avaliações externas do ensino básico e superior. Essas políticas que vem ocorrendo na educação brasileira são materializadas no Plano Nacional de Educação (PNE) que foi construído a partir das diretrizes dos organismos multilaterais (Banco Mundial, UNESCO e FMI) e que estão sendo aprofundadas no governo Temer/PMDB.

Da mesma maneira que a Reforma do Ensino Médio e a Reforma das Diretrizes Curriculares para o curso de Pedagogia, a Base Nacional Comum Curricular (BNCC), estando em sua terceira versão em 2017 é uma política prevista no documento “Pátria Educadora” do Secretário de Assuntos Estratégicos de Dilma/PT, Mangabeira Unger, adepto do desenvolvimentismo, ou seja, um projeto para o sistema educacional de cunho liberal, aprovada em seu governo e continuada no documento “Pontes para o futuro” de Temer/PMDB.

O desmonte do currículo e das práticas pedagógicas no chão da escola

A BNCC prevê 60% dos conteúdos a serem desenvolvidos pelos professores obrigatoriamente em sala, tornando-se um documento impositivo que nega a autonomia do professor. Apesar dos 40% restante dos conteúdos serem de livre escolha do professor, nas avaliações nacionais (avaliações homogeneizadoras e mercadológicas) serão cobrados apenas aqueles conteúdos impostos pela BNCC, ou seja, os conteúdos que apenas servem para a inserção do jovem no mercado de trabalho com a mão de obra barata.Dessa forma, a BNCC causa um profundo esvaziamento científico no processo de ensino nas salas de aula.

A BNCC nega a ideia integral de currículo se tornando um documento normatizador, que desconsidera o processo de ensino pensando apenas no resultado final. A forma de construção e imposição dessas bases dispensa ainda a diversidade que encontramos em sala de aula, seja de gênero, condição social, nível de aprendizagem, corroborando para uma educação homogeneizadora e tecnicista.

Fortalecer nosso local de estudo e/ou trabalho com ação direta para derrotar o projeto da BNCC

Nesse sentido, ao definir as aprendizagens a serem desenvolvidas durante as fases de educação básica, as bases nacionais também influenciarão diretamente nas diretrizes para os cursos formação de professores no ensino superior, levando ao esvaziamento cientifico nos cursos de Pedagogia e demais licenciatura. A BNCC e as outras reformas implantadas são ataques diretos a educação pública, pois precarizam e privatizam o que é direito básico do povo.

É dever de todos os estudantes de Pedagogia, coletivos de cursos, CA’s, EXNEPe (Executiva Nacional dos Estudantes de Pedagogia) e demais licenciaturas, em conjunto com os trabalhadores da educação, se mobilizarem em seus locais de estudo e trabalho a fim de debater e lutar contra a BNCC.

É necessária a organização desses setores para combater as políticas neoliberais e construír um projeto de educação pela base, articulado nacionalmente com os movimentos de cursos e professores classistas e combativos.

PARA BARRAR A PRECARIZAÇÃO: GREVE GERAL, GREVE GERAL NA EDUCAÇÃO!

ABAIXO AS REFORMAS NEOLIBERAIS DE TEMER/PMDB!

PEDAGOGIA É SENSACIONAL, PUXANDO A GREVE, GREVE GERAL!

PEDAGOGIA É PROFISSÃO, NÃO DEIXA O MEC ACABAR COM A EDUCAÇÃO!

 

[RECC-RJ] CONTRA A PRECARIZAÇÃO, OCUPAÇÃO!

Nota da Rede Estudantil Classista e Combativa (RECC)
Oposição Classista Combativa e Independente/UERJ

No dia 26/09, estudantes independentes se organizaram e ocuparam o bandejão da UERJ maracanã, que se encontrava há mais de 1 ano fechado. A ocupação aconteceu por volta das 18h e contou com a presença de mais de 50 pessoas, cantando palavras de ordem contra o sucateamento da educação pública, cobrando a reabertura do bandejão no Maracanã e a implantação do bandejão nos campi externos.

Seguindo os métodos de democracia que defendemos(democracia de base), realizou-se uma assembleia para definir os moldes da ocupação. A partir dessa assembleia, os estudantes se organizaram para garantir a segurança, limpeza e preservação do espaço da ocupação e dos ocupantes. Por unanimidade, a assembleia decidiu que é proibida a entrada da UNE no espaço.

No dia 27/09, às 14h, ocorreu a assembleia docente da UERJ, onde a base da categoria votou apoio à ocupação e foram recebidos no bandejão pelos estudantes com palavra de ordem e agradecimento. Durante a assembleia docente, o DCE da UERJ (PT/PCdoB) fez uma fala apontando a ocupação como ilegítima e sectária. É importante ressaltar que esse mesmo DCE foi convidado a participar da ocupação, mas não se movimentou nem para apoiar, mostrando assim que só atravancam a luta e servem aos interesses do estado burguês.

Hoje, a Ocupação do Bandejão (Ocupação Bruno Alves), pode afirmar com toda certeza de quem constrói verdadeiramente a luta,que o bandejão funciona de modo autônomo e suficiente, com opção vegana, e que com tal ação faz também evidenciar quais caminhos são de fato acertados para impedir o avanço da iniciativa privada e os ataques neoliberais em nossa Universidade. Combatemos qualquer atitude sectária e de atravancagem de luta. Nesse período, fizemos um chamado a todos os alunos e pessoas em geral que fazem parte direta ou indiretamente da vida uerjiana. E assim,viemos superando as dificuldades e conquistando vitórias que são apenas um esboço para barrarmos de fato o avanço neoliberal,que tem como laboratório para tal política no plano da educação o sucateamento sistemático da UERJ,universidade pioneira de cotas e uma das mais populares do país.

Entendemos que não é a estagnação e o comodismo que produzirão resultados para o avanço e amadurecimento da nossa luta. É através da mobilização pela base que vamos alcançar nossas pautas reais.

Contra a burocratização do movimento estudantil!
Por uma luta independente construída pela base!
Ocupar, resistir, lutar pra garantir!

[Catalunha] Carta Aberta da CNT

Carta Aberta do Secretariado Internacional da CNT

Mais informações http://www.cnt.es/

Nossa posição com respeito a Catalunha

Saudações Camaradas,

Antes de nada, agradecemos por todo apoio com traduções, publicando comunicados pelas redes sociais, convocando a participação em ações, etc.A CNT, em seu conjunto, e as companheiras e companheiros catalãos em particular, estamos muito agradecidos.

Como sabem, a situação na Catalunha é preocupante, em menor grau, no resto do Estado espanhol. Ao escrever essas linhas, a polícia anti-motim e a infame polícia militar, a Guarda Civil, atacam pessoas nas ruas de muitas cidades catalãs. A CNT, juntamente com outros sindicatos, chamamos uma greve geral para 3 de outubro contra essa onda de repressão.

Você provavelmente sabe que a unidade da Espanha é uma questão de importância fundamental para a extrema direita deste país. Conseqüentemente, qualquer pedido de autodeterminação que tenha alguma de suas partes desencadeia uma reação feroz. Já existe um aumento na presença de grupos fascistas em muitas cidades espanholas, enquanto o governo do partido  conservador (PP) está adotando uma atitude cada vez mais autoritária, atropelando os direitos fundamentais. Isso só pode ser sinal de mau presságio do que nos espera no futuro próximo. A repressão só pode piorar em muitos níveis, talvez até com a participação do exército.

Em alguns fóruns internacionais, a CNT está sendo muito criticada porque, segundo dizem, fazem o jogo dos nacionalistas com a convocação de uma greve geral. É compreensível. Como dissemos em outro lugar, é difícil encontrar o equilíbrio certo neste assunto e é normal que as nuances não sejam apreciadas à distância ou perdidas na tradução. Também é difícil para nós e há um debate interno muito animado sobre nossas estratégias, pois não pode ser de outra forma em uma organização tão plural e aberta quanto a CNT

Para que não haja equívocos. Estamos totalmente contra a repressão realizada por um governo cada vez mais autoritário e seus aliados de direita, mas isso não significa que apoiemos os planos dos nacionalistas. Ao longo desta semana, houve inúmeras manifestações na Catalunha: em defesa do referendo, pela independência, pela autodeterminação … De tudo. No entanto, a CNT não convocou nem participou de nenhum deles. De fato, onde os camaradas estão presentes, ficaram muito desconfortáveis com os nacionalistas, apresentando problemas sociais e econômicos no debate, lembrando que há alguns anos o governo catalão foi o que introduziu cortes sociais com mais vigor, etc. Na verdade, esse lembrete é com palavras muito semelhantes na nossa chamada de greve.

Tanto é assim, que o chamado de greve geral da CNT não é apenas destinado apenas à Catalunha, onde se iniciou o chamado da greve, por razões óbvias, mas em sua redação é claro que ela se estende para todo o estado espanhol. Entende-se que, nesta conjuntura, a resistência deve ser generalizada e expandida, para alcançar nossos objetivos de classe. O confronto não é entre as nações, mas entre as classes, entre um regime repressivo e seus aliados fascistas (tanto do “povo” como qualquer outro) e que defendem a liberdade e a dignidade insubmissa.

Tememos que a repressão aumente nos próximos dias e semanas. É por isso que vamos usar nossa arma favorita, a greve geral, para dificultar o trabalho da polícia em geral: seus movimentos, seu suprimento, etc. Veremos o que acontece a partir de hoje, mas uma situação complicada pode tornar-se diretamente desastrosa, em termos de repressão. Como revolucionários, não acreditamos que possamos ficar à margem, enquanto a polícia ataca pessoas na rua e bandas de fascistas vagam livremente em torno de nossas cidades.

De novo, muito agradecidos pelo apoio de vocês. Os manteremos informados.

Miguel Pérez, Secretariado Internacional da CNT

Situação da Catalunha por CNT

Reproduzimos abaixo o comunicado Sindicatos da CNT da Catalunha-Balears

https://cntlhospitalet.wordpress.com/

Os Sindicatos da CNT da Catalunha-Balears viemos a público deixar nosso posicionamento a favor da autodeterminação do povo catalão.

Desde nosso caráter anarcossindicalista pensamos que a transformação política dentro do mundo capitalista não pode conte todo nosso anseio de transformação social, onde a autogestão dos meios de produção e distribuição estejam nas mãos das classes trabalhadoras. Por este motivo, nossa luta cotidiana não está direcionado para a criação de novos estado ou iniciativas parlamentares.

No entanto, não podemos olhar para outro lado quando as pessoas são atacadas e reprimidas por parte de qualquer estado, que neste caso removeu a máscara para revelar seu autêntico caráter autoritário e pós-franquista, como já havia insinuado em outros momentos (reformas trabalhistas, resgates bancários, escândalos de corrupção, cortes na saúde, despejos … alguns dos quais apoiados pelo governo da Generalitat (Governo Catalão)

A CNT de Catalunha-Balears saudamos a atitude desobediente contra um aparato estatal ditatorial, discriminador e reacionário e queremos mostrar o mas profundo rechaço contra a repressão e contra quem a exerce contra as trabalhadoras e trabalhadores.

As mulheres e os homens da CNT serão mais um se for necessário, em defesa dos seus vizinhos e vizinhos, pois não pode ser de outra forma em uma organização anarco-sindicalista e, portanto, revolucionária.