Formação sindicalista revolucionária

Na aba “Formação” do site da FOB  as/os camaradas encontrarão algumas indicações de livros, textos, filmes e documentários que contribuam para a formação dos militantes que atuam no movimento sindical, popular e estudantil. Muitas das obras escolhidas já foram utilizadas em formações políticas de núcleos da FOB. A indicação da leitura ou filme não deve ser confundido com a adesão ou concordância completa com a obra e sim com a relevância para o pensar e o agir do sindicalismo revolucionário no Brasil. Além disso, as indicações estarão em constante atualização visando contribuir ao máximo com a luta. Clique nos links abaixo:

[ BIBLIOTECA SINDICALISTA REVOLUCIONÁRIA ]

[ VIDEOTECA SINDICALISTA REVOLUCIONÁRIA ]

Avante! Estudar, Trabalhar e Lutar pela libertação dos trabalhadores!

Formação política de trabalhadores da educação organizada pela ORC/FOB. (Nov/2015)

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[ORC-DF] DEBATE PRÉ-TESE AO 11º CONGRESSO DE TRABALHADORES DA EDUCAÇÃO (DF)

Convidamos todas/os trabalhadoras/es da educação para debater, construir e reforçar uma Tese que represente uma política autônoma e de ação direta para as lutas de nossa categoria durante o 11º Congresso de Trabalhadores da Educação (CTE) do DF que acontecerá de 31 de maio à 02 de junho.

Frente aos ataques neoliberais à educação, o sindicalismo de Estado vem cada vez mais afastando a classe trabalhadora de seus sindicatos e segue assim sendo ineficaz na luta das categorias envolvidas com a educação. Sendo assim é preciso reorganizar a luta de professoras/es, técnico-administrativas/os, terceirizadas/os e estudantes, de maneira que consigamos de novo ter capacidade de enfrentamento a tais políticas que vem precarizando as nossas condições de vida e de trabalho.

É buscando romper com a visão e ação burocráticas nos espaços de luta que nós da Oposição da Resistência Classista (ORC) convidamos a todos e todas as companheiras, trabalhadores de todas as categorias da educação a participar do evento de lançamento e debate da Tese que será apresentada e defendida no CTE. É de fundamental importância que todas as categorias da Educação estejam nesse momento debatendo e se movimentando frente aos cortes e ataques sociais que sofrem todo o setor da educação!

Assim, chamamos todos e todas companheiras trabalhadoras da educação (professoras, técnico-administrativos, terceirizados) a comparecer ao evento de lançamento, debate e construção da nossa Tese. É preciso organizar a luta camaradas!

PELA AUTONOMIA E COMBATIVIDADE EM NOSSAS LUTAS!

ABAIXO O ESTADO DE EXCEÇÃO E A RETIRADA DE DIREITOS!

POR UM SINPRO DEMOCRÁTICO!

RECONSTRUIR O SINDICALISMO REVOLUCIONÁRIO!

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>>> Para ler a “Pré-Tese” que será debatida na reunião entre em contato pela nossa página do facebook: https://www.facebook.com/orceducacao/

>>> Se eleja na sua escola como delegada/o para o CTE! Imprima a ata de eleição de delegado: http://www.sinprodf.org.br/…/up…/2018/04/ata-delegados-1.pdf

[RECC-DF] TODO APOIO À OCUPAÇÃO DA REITORIA DA UNB!

Nós da CCI (Organização Estudantil Combativa, Classista e Independente da UnB) estivemos presentes na Assembleia e no Protesto de ontem (12/04) que reuniu centenas de estudantes e culminou numa ocupação do órgão máximo da universidade. Viemos declarar nosso apoio à Ocupação da Reitoria da UnB, movimento justo e necessário em defesa dos direitos dos trabalhadores e estudantes.

Agora não é momento para oportunismo, peleguismo ou dúvidas: é momento de combatividade, ação e mobilização em todos os cursos e campus, fortalecendo a ocupação e demais ações (protestos, assembleias, etc.). Sabemos que o DCE e a UNE juntamente com a Reitoria querem enfraquecer e deslegitimar o movimento. Os pelegos que hoje dirigem o DCE estiveram nas últimas semanas totalmente alheios às lutas que estavam se construindo desde a base e de forma autônoma por estudantes e terceirizados. O movimento de ocupação deve se vacinar contra o peleguismo, combinando a ação direta e o trabalho de base, fortalecendo o apoio à ocupação nas bases e assim isolando aqueles que querem nos isolar.

A verdadeira unidade se construirá na luta e na resistência e não nos conchavos de cúpulas. Qualquer tipo de delação ou colaboração com a repressão e com os órgãos da burocracia universitária-estatal contra o movimento deve ser tratada como traição. Isso é um princípio básico da unidade, mesmo quando existem divergências de opinião no interior do movimento. Aqueles que se desmoralizaram e perderam os princípios, para se converterem em serviçais da ordem estabelecida, não devem dirigir um movimento tão justo e legítimo como este.

VÂNDALO É O ESTADO!
CONSTRUIR A GREVE GERAL NA EDUCAÇÃO!
NÓS DEFENDEMOS OS TERCEIRIZADOS, OS ESTUDANTES POBRES, A EDUCAÇÃO PÚBLICA!

>>> Abaixo segue a CARTA DA OCUPAÇÃO DA REITORIA:

Hoje, dia 12 de abril de 2018, por volta das 14 horas, ocorreu a ocupação da reitoria da UnB (Universidade de Brasília), após o não cumprimento das exigências (audiência pública com MEC e reitoria) da ocupação do FNDE (Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação), ocorrida na última terça (10/04). Realizamos então uma assembleia no Ceubinho com expressiva participação dos estudantes, juntamente com os terceirizados em que se decidiu ocupar a reitoria.

Devido a conjuntura, desde o ano passado, a reitoria da UnB vem aplicando medidas que atacam os trabalhadores terceirizados e os estudantes, especialmente os da assistência estudantil. Mesmo com árdua mobilização dos trabalhadores e estudantes desde o início do ano de 2017, com a formação de comissões e ações afim de impedir a aplicação dessas medidas de austeridade, faz-se necessário essa ocupação da reitoria.

Somos contra a precarização da UnB. Por isso lutamos e queremos garantir que ocorra uma audiência pública na UnB com participação dos estudantes e trabalhadores, entre MEC e a reitora Márcia Abrahão com a mediação do Ministério Público sobre as contas da universidade. Além disso, exigimos que não haja criminalização nem consequências institucionais dos estudantes e trabalhadores envolvidos na ocupação ou por motivos políticos relacionados ao movimento durante todo o processo, com um documento escrito assinado pela reitoria que garanta isso.

>>> Nossas pautas são:

– Contra a demissão dos terceirizados

– Contra o aumento do RU

– Pela manutenção das bolsas da permanência estudantil, que afetam principalmente estudantes de baixa renda, negras e negros, indígenas e quilombolas

– Liberação pelo MEC dos editais de ingresso indígena e quilombola.

– Pela manutenção de todos os estágios remunerados

– Reestabelecimento dos porteiros da noite

– Transparência nas contas da universidade

– Auditoria externa e independente dos contratos, especialmente dos serviços terceirizados.

– Liberação pelo MEC para uso da verba própria da UnB

– Pela revogação da emenda 95, do teto dos gastos

– Contra a privatização das universidades públicas no Brasil

– Solidariedade às outras ocupações e lutas que ocorrem nas universidades brasileiras

PÁGINA DA OCUPAÇÃO: https://www.facebook.com/ocupaunb/

[RECC-DF] Paralisação Unificada e protesto no MEC marca dia de luta na UnB

O dia 10/04 amanheceu com a maioria dos prédios da UnB fechados. Piquetes foram levantados por estudantes e trabalhadores nas principais entradas, contaram com grande apoio e adesão da comunidade. Apenas um pequeno grupo de estudantes reacionários tentou impedir um piquete. A Paralisação Unificada foi construída contra as demissões de terceirizados e estagiários; contra o aumento no Restaurante Universitário; corte de bolsas da assistência estudantil e contra o “Teto Orçamentário” do governo Temer. Continuar lendo

[ORC-RJ] Derrotar a burocracia sindical! Respeitar as decisões da categoria! Construir o Sindicalismo Revolucionário!

Por ORC-RJ

Leia o texto completo em pdf BOLETIM ORC – RJ

Entenda as mentiras e verdades sobre a assembleia eleitoral do SEPE de 2018
A última assembleia eleitoral do SEPE, realizada dia 24 de março, no Clube Municipal, contou com a presença de 490 filiados e foi marcada por divergências e muito oportunismo. Porém, mais uma vez conseguimos limitar a burocracia sindical e garantir que fosse respeitada uma decisão congressual da categoria.
A questão principal e ponto de maior divergência entre as correntes foi aquela aprovada em 2014 no Congresso do SEPE: de que ficasse limitado a dois mandatos a eleição de diretores em cada instância (Sepe central e Núcleos/Regionais).
Os fatores mais complicadores foram 1)que a decisão aprovada em 2014 não havia sido bem redigida na Ata daquele congresso (não especificando sem sombra de dúvidas a reeleição por instância do sepe), e 2) a imperdoável desatualização do registro do Estatuto do SEPE com uma deliberação de 2014. O que abriu margem para que setores oportunistas tentassem deslegitimar a decisão política da categoria em Congresso.

O que essa assembleia podia decidir?

Essa assembleia não pode mudar estatuto ou deliberações de congresso. Ela pode regulamentar as eleições, com deliberações sobre calendário, formação da comissão eleitoral e etc. Tudo isso dentro do texto de um regimento para as eleições do sepe. Esse texto tem que estar de acordo com as deliberações anteriores das instâncias da categoria. Principalmente a maior delas: o congresso.
A polêmica se deu na redação do regimento onde devia ser descrito os critérios para elegibilidade dos filiados que quisessem concorrer às eleições. E nesse texto houve apresentação de mais de uma redação com interpretações diferentes do que foi deliberado no congresso de 2014.
Os tensionamentos e as práticas oportunistas. De um lado uma burocracia que queria se manter a qualquer custo – os golpistas

De um lado o oportunismo de algumas agrupações políticas que atuam no SEPE que tentaram invalidar a deliberação de 2014 do congresso, seja alegando que esta não podia ser cumprida por completo ou parcialmente (restringindo a deliberação de limitação das reeleições apenas para a eleição do SEPE Central) . O discurso de invalidação parcial partiu de alguns diretores na reunião da direção do sindicato, dias antes da assembleia. Na assembleia do dia 24 de março entretanto, só apareceu a proposta desses setores de invalidar por completo a deliberação do congresso. Qual foi a estratégia desses grupos? Uma militante do coletivo Paulo Romão (que compunha até pouco tempo a CS – Construção Socialista) e diretora do Departamento Jurídico do SEPE, tentou dar um golpe, afirmando que a regulamentação da limitação da reeleição feria o estatuto. Isso gerou uma confusão (proposital desses grupos). Ela apresentou o texto do estatuto que era anterior ao congresso de 2014. Depois foi alegado que as diretorias que ocuparam o sepe desde 2014 não fizeram os procedimentos jurídicos necessários para sua atualização. Ou seja, teria faltado registrar burocraticamente em cartório. Se isso é verdade ou não, não é problema da categoria que deliberou por ampla maioria a limitação dos mandatos, das licenças sindicais, limitação de duas diretorias concomitantes (um núcleo e sepe central, por exemplo), etc. Medidas para tentar desburocratizar e renovar paulatinamente nosso sindicato e que foram tomadas por ampla maioria em seus legítimos congressos.
  A manobra dessa diretora foi rechaçada quando a assembleia não atendeu sua proposta de excluir a limitação das reeleições por mais de 2 mandatos do texto do regimento eleitoral. Por isso PT, Ação Crítica, PSTU, MES e Coletivo Paulo Romão vergonhosamente se retiraram da assembleia, sob vaias e gritos de golpistas da maioria presente que permaneceu na assembleia! Continuar lendo

[FOB-DF] Solidariedade brasileira à Resistência em Afrin! Os curdos não estão sós!

por Federação das Organizações Sindicalistas Revolucionárias do Brasil, seção DF

FOB realiza ação de solidariedade à resistência em Afrin na embaixada da Turquia, Brasília (24 de março de 2018)

No dia 24 de Março, no Dia Mundial da Resistência de Afrin, a Federação das Organizações Sindicalistas Revolucionárias do Brasil – FOB organizou um ato em apoio à resistência curda. Foram distribuídos panfletos, estendida faixa, pronunciado gritos de ordem e falas em megafone direcionados aos trabalhadores na Rodoviária de Brasília, capital do Brasil. Durante o Ato, um grupo de capoeiristas pelo fim da violência contra as mulheres realizava um Ato em memória à Marielle Franco, executada dia 14 de março no Rio de Janeiro possivelmente por milícias paramilitares. Lutas que se somam pelo direito à vida, autodeterminação e autodefesa étnico-racial e de gênero. Após agitação e propaganda na Rodoviária, um grupo se dirigiu à Embaixada da Turquia, onde leu o manifesto da FOB condenando o Estado turco e ateou fogo à bandeira da Turquia. (Veja em breve vídeo do ato no site da FOB.) O povo curdo não está só, nossa resistência é internacional!

 

 

Fora Turquia de Afrin! O povo curdo grita: liberdade sim!
Todo apoio ao Curdistão! Que siga forte sua revolução!


Leia o panfleto distribuído à população candanga:

SOLIDARIEDADE GLOBAL À RESISTÊNCIA CURDA

O povo curdo nunca teve um território só seu. Milhões de pessoas desse povo vivem em uma região dividida entre Turquia, Irã, Iraque e Síria.

Esse povo tem sido fortemente prejudicado pela guerra civil na Síria, onde governos de países do oriente médio e do ocidente estão promovendo um verdadeiro massacre, que já soma milhões de mortos e feridos, além de uma onda de refugiados buscando abrigo em diversas partes do mundo para fugir dos horrores da guerra. Esse conflito militar ataca principalmente as minorias étnicas, como os curdos, e destrói sua história e sua cultura em nome dos interesses dos governantes das grandes nações.

Assim como os negros nas periferias brasileiras, que sobrevivem por conta própria enfrentando o genocídio da polícia militar e do tráfico, os curdos tem seu direito à cultura, ao trabalho e à dignidade negados, condenados à pobreza, ao isolamento e à violência. Apesar de todo o sofrimento, esse povo tem resistido heroicamente.

Desde 2014 a luta desse povo, por terra e liberdade, tem chamado a atenção de todo o mundo, pelo novo modelo de organização social que estão criando no norte da Síria.

Enfrentando a brutalidade dos extremistas e dos governos da Síria, Turquia, EUA e de países europeus, os curdos optaram por organizar sua vida e seu trabalho coletivamente, criando instituições que garantem uma democracia sem líderes, baseada na participação popular, na ecologia, nos direitos das mulheres, na liberdade cultural e religiosa e no trabalho coletivo: o Confederalismo Democrático.

Esse modelo de sociedade livre sofre repressão dos estados capitalistas tradicionais. Por isso, desde o dia 20 de janeiro a Turquia está invadindo e bombardeando uma região curda no norte da Síria, chamada Afrin.

Hoje, 24 de Março, no o Dia Mundial da Resistência de Afrin, atividades serão realizadas em diferentes partes do mundo em solidariedade aos povos desse território. Em todo o mundo, a solidariedade entre os povos que resistem grita: os curdos não estão sozinhos! Junte-se a nós!

Exigimos o cessar-fogo imediato do governo turco contra os territórios curdos! Basta de massacres! A liberdade vencerá!

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Leia também: CHAMADO INTERNACIONAL PARA SOLIDARIEDADE A AFRIN E A REVOLUÇÃO CURDA!

 

[CCI-UnB] O GERMINAL, n°46 – Demissão de terceirizados, corte orçamentário e 28 de Março

por Organização Estudantil CCI – Combativa, Classista e Independente da UnB (filiada à RECC/FOB)

Ano XI, Edição nº 46 – 26 de março de 2018   [BAIXE EM PDF]

CONSTRUIR A GREVE GERAL NA EDUCAÇÃO!

Barrar as demissões e o ataque aos direitos!

Os cortes de diretos e de orçamento recentes do governo Michel Temer (MDB) vem atingindo primeiramente aqueles mais precarizados. Em nossa universidade vemos centenas de trabalhadoras/res terceirizadas/os, em sua maioria negras/os, serem demitidas, assediadas e desrespeitadas. A Reitoria de “esquerda” vem servindo de capacho do governo cortando na carne dos mais fracos, jogando na fila do desemprego muitas famílias. Defendem não só o governo como também o lucro das empresas terceirizadas ao se recusar a fazer uma auditoria seria dos contratos e ao serem coniventes com as demissões em massa. Além disso, devemos ressaltar a tentativa de aumento exorbitante dos preços do Restaurante Universitário, servindo mais uma vez aos interesses de lucro da empresa e contra os estudantes e a comunidade universitária.

Existe a vários anos uma resistência por parte dos estudantes contra essas ações racistas e elitistas da anterior e da atual Reitoria, contando com abaixo assinados, atos e ocupações. Porém ainda não fomos capazes de construir um espaço que acumule a experiência de nossas lutas e aglutine toda comunidade acadêmica na defesa dos direitos dos trabalhadores e estudantes. Devemos erguer um comitê autônomo de mobilização, juntando os já envolvidos na luta e os dispersos (independente se é terceirizado, estudante, técnico ou professor) aumentando a força de mobilização e propaganda através da consolidação de um órgão de luta horizontal disposto a combater a calamitosa situação da UnB. Continuar lendo